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Dicas para comprar “make” em Londres, Paris e Milão – por Vic Ceridono @RGVogue.com.br

15/11/2009 · Deixe um comentário

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No site da RG Vogue tem a seção Diário de Viagem que eu adoro! Hoje eu vi lá umas dicas da Victoria Ceridono (aka Dia de Beaute) sobre as compras de “beauté” em Londres, Paris e Milão. Segue o link e também as dicas!

Vic Ceridono: Viagem de Beauté – uma visão de beauté sobre Londres, Paris e Milão

Vic Ceridono acaba de chegar de viagem das boas: no roteiro, Londres, Paris, Milão e muitas, mas muitas lojas de cosméticos. Como não poderia deixar de ser, RG pediu que a Voguette, blogueira do “Dia de Beauté” e expert em beleza fizesse um mini guia com os melhores lugares para se consumir beauté nas tais cidades. Com a palavra, a SuperVic:

Em Londres: ”Londres é o melhor lugar para comprar maquiagem. É onde você encontra a maior variedade de marcas e com mais facilidade. Vale a pena visitar o Beauty Floor de alguma das lojas de departamento. O da Selfridges é meu favorito. Lá, além das marcas já tradicionais – Nars, MAC, Bobbi Brown, Laura Mercier, Shu Uemura, você encontra a nova e fantástica Illamasqua, super criativa e cheia de cores diferentes. Por lá tem também a linha de maquiagem Dolce & Gabbana: recomendo os quartetos de sombra e os batons. Saindo um pouco do salão da maquiagem na Selfridges, você se depara com a seção pele + cabelo. Dá pra ficar maluca com a seleção de Fekkais e Bumble & Bumbles. Outro lugar bacana é a Liberty, um dos poucos lugares na Europa onde se encontra os esmaltes americanos Essie – marca ótima e cheia de opções de cor.
 
Na Harrod’s não deixe de conferir os produtos da SK II, marca japonesa da qual Cate Blanchett é embaixadora. Tem tratamento de pele e as bases são queridinhas de Pat McGrath.
 
Quer mais?
 
”Vá à Topshop da Oxford St (tente por um momento parar de olhar as roupas) e conheça os dois spots de beleza da loja. O The Powder Lounge é um “bar” de cílios e sobrancelha, com um cardápio tentador que envolve desde limpar o desenho das sobrancelhas até colocar cílios postiços que duram um mês. Outra boa idéia é o também “bar” de escova do top cabeleireiro inglês Daniel Hersheson. O Blowdry Bar oferece 8 visuais (Bardot é um lindo coque, Alice no País das Maravilhas é um ondulado inocente). Você escolhe e sai prontinha em 30 minutos, custa em média £25 e não precisa marcar hora. Genial.”
 
Para não se perder em lojas muito grandes?
 
“Então, a Space NK é ideal pra você, com uma seleção ótima de marcas, é uma coisa mais focada, as vendedoras são entendidas mas não ficam no seu pé (importantíssimo!). Lá é bacana para comprar make e produtos para o rosto, fique de olho no creme japonês Yu-Be, um multiuso que não tem óleo e gordura na fórmula, e na linha de corpo Lubatti, criada pela irmã de Jo Malone, que já é bem conhecida. De make, experimente By Terry e Jemma Kidd. Detalhe: a americana Kiehl’s está presente lá e em muitas outras lojas bacanudas pela Europa, mas o preço não compensa, vale muito mais a pena comprar aqui no Brasil! Não tem como ir para Londres e não passar pelo menos uma horinha fuçando nas prateleiras da Boots, a melhor farmácia de lá. Algumas unidades são enormes e mais parecem um supermercado, só que nas prateleiras, em vez de comida… Hmm! Não perca as ótimas linhas de cabelo feitas em parceria com top cabeleireiros ingleses como James Brown, o queridinho de Kate Moss, Umberto Gianini, Lee Sttaford entre outros. Os produtos custam menos de £10 e tem para todo tipo de necessidade que você nunca imaginou que tivesse. Também vale ficar de olho nas coisas de corpo, as marcas Soap & Glory e Sanctuary são legais, e nas seções de maquiagem que trazem produtos mil de marcas baratinhas como Rimmel, Max Factor, Maybelline, Revlon… etc, etc, etc… é para se perder!”
 

F de cosméticos orgânicos?
 
“Não perca a seção de beleza do supermercado orgânico Whole Foods, a seleção de produtos é gigante! Outra opção bacana é a Bamford, marca de uma lady inglesa que tem de tudo, roupas, acessórios, e uma linha de beleza, tudo orgânico. Tem para vender na Liberty, e eles têm loja própria também!”
 
Para terminar o passeio de beauté pela terra da rainha…

“As lojas Penhaligon’s e Jo Malone são tradicionais e parada obrigatória para quem é louca por um cheirinho bom para a casa ou o corpo, e a Aesop tem o creme de mãos com o cheiro mais gostoso de todos, o Ressurection Aromatique Hand Balm.”
 

Voilá, Paris: ”Falando em cheiro bom, em Paris vá atrás das hypadas velas da Diptyque e da L’Artisan Parfumeur, e se estiver em dúvida (ou preocupada com o excesso de peso) escolha as versões menores das velas, dá para fazer um kit de aromas diferentes”.
 
As indispensáveis? ”Sephora, claro, é must go, mas prepare-se, porque as chances de perder a cabeça lá dentro são enormes! Vale a pena reservar algumas horas e mandar o marido dar uma volta sozinho por aí. Recomendo também fazer uma pré-pesquisa de marcas que você eventualmente queira conhecer. No mais, vale a pena abusar das vendedoras, que testam tudo no seu rosto e não ligam muito se você não levar (eu saí de lá bronzeada, uma loucura). Fique de olho na Herôme, para unhas, a base fortalecedora é fantástica. A seção de beauté da Colette é bem editada, como o resto da loja, e tem preciosidades como a RMS, marca também orgânica que tem um dos melhores iluminadores do mercado, o Living Luminizer, a Uslu e os produtos de cabelo de James Brown (caso você não tenha ido para Londres!)”.

Baratinhos? “As farmácias são uma diversão à parte, encontre uma bem grande e se perca lá dentro com produtinhos muito mais baratos do que temos aqui (alô La Roche Posay, Vichy e Avène!) além do incrível e eficaz demaquilante Créaline da Bioderma, um favorito das modelos e garotas espertas.”

Pra terminar a volta: “Claro, a seção de beleza do Le Bon Marché vale a visita, naquele estilo loja de departamento com muitas marcas.”

Milão: “Foi onde passei menos dias então não consegui me aventurar tanto, mas recomendo a seção de beleza da La Rinascente, – é boa mas não fenomenal, não tem marcas como Nars e Bobbi Brown (que você acha fácil em Londres e Paris), mas tem várias outras, claro, inclusive a linha de Dolce & Gabbana. Por isso digo que sempre vale a pena pesquisar antes de deixar para comprar tudo no seu ponto final, ou no mesmo lugar.”
 
Bônus: ”A quantidade de velas e aromas que você encontra na 10 Corso Como é de cair o queixo, sem dúvida a melhor reunião de marcas diferentes que vi na viagem”.  

A foto é da Carol Nogueira e está publicada junto com as dicas

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Dicas de Los Angeles por Paulinho Boghosian @RGVogue.com.br

15/10/2009 · Deixe um comentário

6923744_vogue_los_angeles_vogue_334_469No site da RG Vogue @Diário de Viagem, achei umas dicas legais de Los Angeles dadas pelo Paulinho Boghosian – segue o link pra quem quiser ver a “versão original”:

Paulinho Boghosian @L.A.: O deejay paulista mostra a cena de Los Angeles

Paulinho Boghosian foi fazer um set na Avalon, a mais respeitada casa noturna dos Estados Unidos quando o assunto é boa música eletrônica. A pedido de RG, o DJ listou as coisas mais legais pra fazer na cidade, de noite e de dia. Faças as malas e carregue o guia:“Noite:

Avalon
A cena eletrônica de Los Angeles é a melhor da América do Norte no quesito música. O principal e mais tradicional club, em Hollywood, se chama Avalon. Fundado em 1926 como The Palace, um antigo teatro e casa de shows, já foi palco de gigs do Rolling Stones, dos Beatles e até foi usado até nas filmagens do clipe de “Thriller”, de Michael Jackson. Toda semana o club recebe DJs do primeiro escalão mundial, desde Ali Dubfire (Deep Dish), Carl Cox, Nic Fanciulli, até Hercules and Love Affair e Chemical Brothers. A cada dois meses o club recebe a noite Made In Brazil. Esqueça mulatas, samba e coisas do gênero, a Made in Brazil foca nos melhores talentos brasileiros da música eletrônica e os leva pra lá. Todas as edições têm casa cheia e uma vibe incrível. Dica: a Avalon é um dos poucos clubs de LA com licença para abrir após as 2 da manhã, fica até as 7h.

Celebridades na pista: Pra quem gosta de badalação, astros de Hollywood, high society, a noite de Los Angeles também é um prato cheio. Mas com a lei que proíbe a maioria dos clubs de passar das 2h, as melhores noitadas acabam sendo as festas particulares, nas mansões de Hollywood e Beverly Hills. Nestas festas predomina hip house e house comercial. Eu passei longe.

Cultura:

LACMA: Quando fui ao Los Angeles County Museum tava rolando uma exposição do Dali fantástica.

Downtown Art Walk: Na segunda quinta feira de cada mês, as quadras de downtown são transformadas em galerias de arte, pessoas na rua, muita street art.

Getty Center: Ótima dica pra quem quer ver um pôr do sol. Tem uns jardins lindos pra se fazer um pic nic (não deu tempo de visitar mas ja ouvi dizer que é incrivel).

Lojas:

Pra quem quer fazer compras, recomendo um passeio pela Melrose Ave. São quilômetros de lojas, brechós e cool spots. Comece andando na altura da La Brea St., onde as lojas são mais de streetwear e mais em conta.Vá andando até Beverly Hills pela Melrose. Quanto mais você anda, mais caras ficam as lojas… Chegando na altura da Fairfax Ave começam as marcas mais hypadas (Paul Frank, Miu Miu, G Star, Diesel Black Gold, etc). Não deixe de entrar na multimarca Fred Segal.
 
A Robertson Blvd é outro spot muito bacana pra quem quer fazer compras. É um meio termo entre a Rodeo Drive (mais chique) e a Melrose (mais casual). Tem lojas muito cool e fashion, mas ao mesmo tempo mais low profile. E para quem quiser as marcas high end top de linha, tem a famosa Rodeo Drive, que é a rua mais chique de LA. Lá você encontra Versace, Gucci, Dior, Roberto Cavalli, etc.

Restaurantes:

Ásia de Cuba: Como diz o nome, o Ásia de Cuba mescla sabores cubanos com asiáticos (principalmente tailandeses) em sua cozinha. Localizado no lobby do Hotel Mondrian, um dos mais hypados da cidade, o Ásia de Cuba é um ponto de encontro de gente bacana e também um restaurante excepcional – e sobretudo criativo. Minha dica é o mojito de manga, o melhor mojito que eu já tomei.

Taste: Um dos melhores restaurantes de Los Angeles, situado em Melrose. É sofisticado mas também tem um ambiente aconchegante, de bistrot. É um dos favoritos dos astros de Hollywood, mas não tem clima de pagação. Come-se muito bem. É um menu contemporâneo com influencia italiana. Destaque pro Kobe Beef e pro Risotto de Mushrooms, incrível. A carta de vinhos é muito boa também.

Japas: Pros viciados em comida japonesa, como eu, recomendo o Geisha Sushi House ou o Katsuya, ambos ótimos. O primeiro tem um abiente, apesar de moderno, mais tradicional, com decoração inspirada na cultura e história japonesa. Já o Katsuya é desenhado pelo Philip Starck e tem aquele look mais moderno, ultra cool. Dois ambientes completamente diferentes, mas ambos com comida muito boa, vai do estilo de cada um.

Bares/Lounges

Moonshadows Lounge
Los Angeles tem um pôr-do-sol inesquecível, e um dos locais mais bacanas para ver um desses é o Moonshadows Lounge, em Malibu, que é a praia mais hypada da cidade. O Moonshadows é um lounge e restaurante com cozinha contemporânea, focada em frutos do mar. Experimente o Tuna Ahi Tartar. Mas o principal do Moonshadows é o ambiente relaxado e cool e o visual incrível de frente para o mar, ao som de deep house finíssimo. 

The Other Room: É um bar super trendy em Venice Beach. Com ambiente escuro e bem intimista, o The Other Room é um dos favoritos dos boêmios da cidade. O publico é eclético e bonito e o bar é sempre cheio. Localizado na rua mais cool de Venice, a Abbot Kinney, o The Other Room é frequentado também por muitos artistas, designers, e publicitários. Pra quem gosta de cerveja, eles têm uma seleção enorme (destaque para a Pauliner) e claro, uma carta de vinhos muito boa”.

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Mochilada da Carol B na China: Provincia de Yunnan

01/10/2009 · Deixe um comentário

yunnan_lijiang_teichNossa querida mochileira manda dicas do lugar que ela mais curtiu na China: Provincia de Yunnan

Disparado o lugar que eu mais gostei na China! Apesar de ter lugares super turísticos, como Lijiang, achei aqui as coisas mais charmosas, desde as construções, até as compras…não agüentei e comprei duas pashminas incríveis por R$25…as duas!

Em Yunnan, os principais pontos turísticos são Dali (que eu acabei não indo por falta de tempo) e Lijiang. Dá para ir para Lijiang de avião, o que é bem prático, já que a cidade é bem fora de mão dos outros pontos turísticos! Procure reservar com seu hotel o transporte do aeroporto até a cidade para não micar no aeroporto.

Lijiang está em uma região montanhosa, tem vilas super gostosas de ficar e uns passeios bem interessantes. Tente ficar nas pousadas dentro da cidade antiga, apesar de mais simples, são MUITO mais charmosas que os hotéis, localizados na cidade nova. Existem mil restaurantes legais…o ideal é se perder dentro da vila antiga e descobrir o seu restô preferido. Para tomar uma cervejinha com uma vista incrível à noite, vá no Stone Crows, esse pub é muito simples, não tem nada demais, mas a vista da cidade é imperdível.

Em Lijiang, tb vale subir o Lion Hill e entrar no Black Dragon Pool Park, super bonito, e subir o Elephant Hill, se tiver pique. Também vale alugar uma bicicleta e ir até o vilarejo de Baisha para sentir a cultura dos Naxi, a etnia local.

 Depois que você já descansou bastante em Lijiang, e quiser um pouco mais de ação, vale fazer o trekking de dois dias no Tiger Leaping Gorge. A maioria dos hotéis e pousadas deixa você largar as malas em Lijiang para fazer a caminhada. Se você quiser a companhia de outros viajantes, vá ao Mama Naxi Guesthouse e saia com a van de lá. Custa RMB 20 e eles te deixam em Qiaotou, no Jane’s Guesthouse (que tb aceita malas de viajantes, mesmo que eles não se hospedem lá). De lá, são seis horas de caminhada (contando as parada para fotos) com algumas subidas puxadas até o Halfway guesthouse, uma agradável surpresa no meio do caminho…melhor opção para vc passar a noite. Não precisa pegar guia para fazer isso, a trilha é bem sinalizada…você só precisa pegar o mapa em Lijiang para saber a ordem das pousadas no caminho e ir seguindo as indicações.

Do Halfway guest house, são cerca de três horas até o Sean’s Guesthouse, o final da trilha de dois dias. De lá, vc pode descer até o Middle Gorge, almoçar e voltar para o ponto de partida, seja o Jane’s Guesthouse, para pegar um ônibus até Shangri-la, ou contratar uma van no próprio Sean’s para te levar de volta a Lijiang.

Depois dessa mini aventura, eu ainda não fiquei satisfeita e resolvi fazer um trekking maior. Segui até Shangri-la, quase no Tibet, que também tem inúmeras opções de trekking e passeios de bike. Chegando na cidade, vc já se sente em outro país. O lugar é super rustico, mas muito astral! O templo na cidade antiga, com a roda de oração gigante, é muito legal! Em Shangri la você pode contratar tours que te levam para o Tibet. Infelizmente esse eu não fiz…

Passei um dia em Shangri-la e cedinho peguei o ônibus de 6 horas até Deqin, a cidade fronteira com o Tibet. Vá na janela do ônibus que a paisagem é linda! A cidade de Deqin é horrorosa, não passe a noite lá!

Pegue uma van (tem uma oferta enorme em frente a estação de ônibus) e, em 30 minutos, você estará em Felai Si, uma vila com pouca infra mas uma vista incrível das montanhas, incluindo o Kawa Karpo, de 6.700 metros de altura. Passe a noite em Felai Si, fotografe as montanhas aos nascer do sol, e pegue uma van que vai te levar até Xidang, onde começa uma outra trilha, na minha opinião, inesquecível, até o vilarejo de Yubeng. A trilha de 5 horas até Yubeng não é nada fácil, você sobre de 2.200 metros até um pico de 3.700 metros, são mais de três horas de subida, para depois descer até a vila. Existe a opção de você fazer a trilha de mula…mas eu acho menos charmoso!

Em Yubeng as pousadas são super simples, mas pelo menos, tem chuveiro (um luxo por aqueles lados, pode acreditar)! Em Yubeng, você pode fazer trilhas de um dia até a cachoeira sagrada (linda, linda, linda!) e cruzar com os tibetanos que vão lá fazer oferendas e se banhar. É muito diferente,  realmente vale a pena. Mas tenha em mente que são 5 horas de trilha (ida e volta) com MUITA subida na ida. Além dessa trilha, tem uma até um lago sagrado, super puxada, que eu não consegui fazer porque as chuvas recentes bloquearam o caminho. Para sair de Yubeng não tem jeito,  vc tem que andar ou pegar uma mula até Xidang e, de lá, pegar uma van até Deqin ou Shangri la. Fui direto para Shangri la, que tem aeroporto e é uma boa opção para sair da região.

Importante: em nenhuma das caminhadas que eu fiz, foi necessário levar comida, agua, ou barraca. Tem várias barraquinhas no meio do caminho e todas as paradas tem pousadas para ficar….”menos mal”..meu espirito aventureiro tem limite!

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Mochilada da Carol B. na China: Shangai (Xangai)

23/09/2009 · Deixe um comentário

china-shangai01A Carol manda suas impressões de Shanghai:

Se você pretende ir para Shanghai nos próximos meses, saiba que a cidade inteira está em obras…um caos. Inclusive o Bund, a região que beira o rio e tem a famosa vista para o Pudong, está fechado! O governo está “refazendo” para a Expo 2010.

Eu acho que, mesmo se tivesse tudo pronto, Shanghai não tem muita graça. Apesar de ter o prédio mais alto do mundo (pelo menos por enquanto, estão construindo um muito maior em Dubai….) o skyline de Hong Kong é muito mais impressionante. Eu acho que tem outras opções para conhecer na China e, apesar de eu não ser fã, Hong Kong é muito mais metrópole que Shanghai…entre as duas, eu fico com HK!

A cidade também não tem muitas atrações, é bem poluída e, nem precisaria dizer, lotada. Das pessoas com quem conversei durante minha estadia na China, só gostou de Shanghai quem conhecia algum expatriado morando por lá e que as ajudou com as dicas da balada. Isso eu não fiz… mas parece que a balada em Shanghai, para quem conhece os lugares certos, é ótema!

Bom, para quem quiser ir:

Eu me hospedei no Astor House Hotel , ótima localização, preço excelente, além de ter sido o primeiro hotel de Shanghai…. na frente dele tem um restaurante japonês muito bom (não lembro o nome, mas é bem em frente ao hotel, dentro do hotel Broadway Mansions).

Vale a pena subir no World Financial Center, o prédio de 101 andares no Pudong. A vista é bem bonita. Para comer, o Xintiandi (Taicang & Madang Rds) tem muitas boas opções. A Houhai Rd, na French Concession, é bem mais gostosa de andar que os shoppings da cidade, ou (na minha opinião) na tenebrosa East Nanjing Rd.

Uma observação importantíssima: mesmo em Shanghai, não adianta ter o endereço que vc quiser em letras ocidentais…peça para o concierge do hotel escrever em Mandarimonde vc quer ir, ou tenha um mapa com as ruas em Mandarim…caso contrário, vc não vai chegar onde quer ir….

Cidades perto de Shanghai: existem algumas coisas interessantes ao redor de Shaghai, como as cidades de Suzhou, Nanjing e Hangzhou. Eu só fui na ultima…onde fiquei dois dias. Para ir para lá, é só pegar o trem expresso de Shanghai e vc chega em 1hora e 40 minutos. A atração principal da cidade é o West Lake, um lago muito bonito. É uma boa opção de descanso…dá para andar de bike, fazer trekking leve nas montanhas que beiram o lago e passear pela cidade, que é enorme. Só cuidado para não ir na alta temporada, onde o lago parece mais o Parque do Ibirapuera aos domingo!!!

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Top 10 programinhas em Mykonos… (com adendo!)

22/09/2009 · 3 Comentários

P1010226eu tinha publicado o post abaixo em fevereiro de 2009 e agora que fui pa Mykonos, resolvi atualizá-lo:

“Hoje vi no site da Vogue RG um guia com os 10 programas mais legais para fazer em Mykonos, na Grécia

Top 10 Mykonos

Em São Paulo para apresentar as novidades do hotel Belvedere, Nikolas Ioannidis – que passa o carnaval no Rio – bateu um papo com RG e, a pedido do site, fez um Top 10 com os lugares mais-mais para jantar, tomar um drink ou apenas relaxar e curtir a estada na ilha grega.

Caprice Bar
Little Venice, Mykonos

Kiki’s
Praia de Agios Ostis, Mykonos
 
Matsuhisa
The Belvedere Hotel, School of Fine Arts District, Mykonos
 
Belvedere Bar
The Belvedere Hotel, School of Fine Arts District, Mykonos

Caprice Sea Satin Market
Metropolis Cathedral, chora Little Venice, Mykonos

Astra Bar
Matoyianni street, Mykonos

Nammos
Psarou Beach, Mykonos

Katerina’s Bar
Little Venice, Mykonos

Gola
Periferiakos, Drafaki, Mykonos”

obs. adendos: Restaurante Interni (tem em Athenas e Mykonos); Panormos Beach Bar & Restaurant @Panormos Beach (amamos a praia) e o Mamacas (que tem em athenas tmb)

obs. para ver o meu post sobre Mykonos – clica aqui

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Lista completa dos restaurantes de NY… Juntando todas as fontes!!!

21/09/2009 · 5 Comentários

DSC04672Preparei uma listinha em ordem alfabética de todos os restaurantes que valem a pena! Se quiserem ler mais detalhes de cada um, basta dar digitar o nome no campo procura!

Bagatelle: 409 W 13th St – Meatpacking District

Balthazar: 80 Spring St. (esquina com a Crosby St.) – Soho

Barolo: 398 West Broadway – Soho

Bar Pitti: 268 Sixth Ave (a esquina do pitti é perpendicular com a Bleecker St.) – Village

Boqueria: 171 Spring St (entre a Thompson e a W Broadway) – Soho

Cipriani Downtown: 376 W Broadway New York (between Broome St & Spring St) – Soho

Da Silvano: 260 Sixth Ave – Village

David Burke – 133 east 61st Street (entre a Park e a Lexington)

Extra Virgin: 259 W 4th St – Village

Falai: 68 Clinton St

Le Bilboquet: 25 E. 63rd st. (entre Park e Madison Ave.) – Upper East Side

Lupa: 170 Thompson Street (between Houston St. and Bleecker St.) – Soho/Village

Megu: 62 Thomas st.

Minetta Tavern: 113 MacDougal Street (Between Bleecker & W. 3rd Street)

Morandi: 211 Waverly Place (esquina com Charles St.) – Village

Nobu: 40 W 57 th St. – Upper East Side

Otto Enoteca:1 Fifth Ave. (esquina com a 8th st.)

Pastis: 9 Ninth Ave. esquina com a 12th st. – Meatpacking District

Phillipe: 33 East 60th Street – Upper East Side

Rose Bar: 2 Lexington Ave (@ Gramercy Park Hotel) (between 22nd St & N Gramercy Park) Flatiron, Gramercy

Scalinatella: 201 E. 61st St. (entre 2nd e 3rd Ave.) – Upper East Side

Scarpetta: 355 W. 14 th St. (quase esquina com a Ninth Ave.), Chelsea.

Serafina: 29 East 61st street (between Park and Madison Ave) – Upper East Side

Spice Market: 403 W. 13th St.- Meatpacking District

Standard Grill: Washington St., 846, Meatpacking District

Waverly Inn:
16 Bank St. at Waverly Place.

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Mochilada da Carol B na China: Xi’Án

21/09/2009 · Deixe um comentário

A3004FNossa mochileira favorita está explorando a China em seus mínimos detalhes… aqui vão as dicas de Xi´Án

Mesmo que você queira apenas ver os guerreiros terracota, reserve pelo menos duas noites na cidade…o aeroporto é longe, a cidade tem transito e os guerreiros ficam bem longe do centro. Para se hospedar, procure um hotel que fique na cidade antiga, dentro da muralha da cidade…assim você consegue ver algumas coisas a pé, sem enfrentar o transito infernal. Eu fiquei no apart hotel Citadines…excelente custo beneficio e ótima localização.

Além dos guerreiros terracota, que são impressionantes, imperdíveis, sensacionais e você precisa ver uma vez na vida… vale ver em Xi Án:

1.a muralha da cidade: a parte oeste é a mais conservada,

2.o Muslim Quarter: de preferencia a noite para ver a feira local que, apesar de turistica, foi uma das mais tipicas que eu vi na China.

Aventure-se nos restaurantes locais e faça massagem nas bibocas do bairro…muuuito mais baratas que os spas para turistas e muito boas!

A mesquita local também é bem bonita.

3. o Banpu Village: no caminho dos guerreiros terracota, para quem gosta de arqueologia…escavações de 6,000 anos atrás 4.Tumba do Imperador Qin Xi Huang…afinal, os guerreiros foram feitos para guardar esse mausoleo. Suba as escadas que a vista é linda!

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Mochilada da Carol B.: Manual de sobrevivência na China

18/09/2009 · Deixe um comentário

4031181443_f19487c1f3minha querida amiga “globe-trotter” Carol B. manda notícias da sua segunda estada na China. Como ela já virou uma expert em China, ela preparou um manual de sobrevivência ótimo!

Que a China é enorme e super populosa não é novidade… mas mesmo sendo nascida e criada em uma cidade enorme como São Paulo, eu estranhava. É tanta gente, tanto transito, tanto perrengue… que, às vezes, me perguntava o que estava fazendo lá! Se isso acontecer com você: tenha calma, respire fundo e siga em frente… a China é super interessante!!

Tem muita coisa bacana para ver por lá!

em geral, minhas principais dicas de sobrevivência são:

1. Evite a primeira semana de outubro: De 1. a 8 de outubro os chineses saem de férias devido a golden week (o feriadão nacional que celebra o aniversário do partido comunista). Os principais pontos turísticos ficam (mais) super lotados e tudo fica mais caro! Um mico enorme para nós, ocidentais.

2. Venha com tempo…. ou limite o número de cidades a visitar: como a China é muito grande, você demora muito tempo para ir de um lugar para outro… os aeroportos são ótimos, mas, em média, 30Km afastados do centro das cidades, o que, somado ao transito, faz vc perder de uma a duas horas indo para o aeroporto. Como ônibus e trem funcionam super bem por aqui, em alguns casos vale trocar o avião por outro meio de transporte mais popular…pode sair mais barato e, acredite, ser mais rápido! eu demorei 2 horas para ir do aeroporto de Xian até o centro dado o transito na cidade.

3. Ter mandarim básico ajuda muito! Aprender algumas palavras de comando básicas podem melhorar muito a qualidade da sua viagem. Vou escrever as palavras como eu falava (e quase sempre me entendiam…). As que me ajudaram foram:

Não quero: Wo Bui au; Oi: Ni Hau; Obrigada: Xie Xie; Vire à esquerda: Zuo zhuan; Vire à direita: Yòu zhuan;

Os números para negociar o preço das coisas.

1: i; 2: are; 3: sun; 4: sue (sc); 5: uoo; 6: lio; 7: tchi; 8: pa; 9: dio; 10: xã; de 20 a 99 é só juntar os números…por exemplo 20 é are xã.

Moeda local (RMB): cuai; Caro : Tai Gui le; Hoje: jintian; Amanha: mingtian

Não muito apimentado: buiau ta la; Arroz com vegetais: shucai chaofan (muito útil quando vc estiver morrendo de fome e só encontra lugares com menu em chines!!)

Alem disso, compre um livrinho estilo phrase book para mostrar os caracteres chineses para os locais quando ninguém te entender…eu sempre andava com meu guia Lonelly Planet debaixo do braço e ele me salvou inúmeras vezes.

4. Cuidado com excursões: Mesmo que vc contrate um motorista e guia só para você, eles são obrigados a te levar não só na Muralha da China, ou nos Guerreiros Terracota, por exemplo! Eles param em lojinhas meio mico (na minha opinião) de jade, souveniers, decoração, etc…que são “obrigatórias” aos guias cadastrados. Vc pode enfrentar o mico, e até gostar…ou tentar pagar um pouco a mais para fugir do roteiro padrão.

Se você entrar em uma excursão não privada, não tem como escapar….cuidado!

5. Meios de comunicação são limitados: por aqui não acessa, facebook, twitter, you tube…nem blogs bacanas como o tem a ver comigo. Se bater o desespero…tem um jeito de “burlar” o bloqueio em sites como https://www.securetunnel.com e www.ubint.net. Tenha paciência porque eles são lentos.

Fora isso, tem algumas coisas engraçadas e estranhas que vc percebe lá: os pratos nos restaurantes chineses nunca chegar para todos na mesma hora, os chineses realmente cospem o tempo inteiro, e q os turistas chineses são fofos e sempre dispostos a ajudar nós, ocidentais, a sair das roubadas armadas pelo pessoal do turismo na China….

Meu roteiro foi o seguinte: Beijing, Xian, Shanghai, Hangzhou, Lijiang, Shangri la, Guilin, Yangshou e Nanning. Acho que a parte que eu mais gostei foi a província de Yunnan (lijiang e shangri la, que tem oportunidades de trekking ótimas com paisagens lindas!).

bjs Carol

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Mochilada da Carol B: Pequim

15/09/2009 · 3 Comentários

carol - muralha da china

durante a sua “mochilada sabática”, a Carol esteve duas vezes em Pequim (Beijing) – uma em junho e uma em outubro. Juntei as dicas dela dessas duas estadias em Pequim em um unico post!

Beijing I (junho/2009): Após Hong Kong, segui para minha ultima parada na Ásia (pelo menos por enquanto): Pequim.

Estava preparada para o caos: muito barulho, trânsito infernal, comida ruim e um problema seríssimo de comunicação!

Para quem não sabe – e eu não sabia – o mandarim não tem nada a ver com as línguas ocidentais. Os fonemas são totalmente diferentes o que faz com que seja praticamente impossível alguém te entender…mesmo que você fale palavras básicas de turista, tipo Hotel X, Credit Card (!!!), Táxi…

Bom, tirando a dificuldade da língua, (que realmente existe – já volto nesse ponto…) fiquei muito bem impressionada com Pequim. Amei a cidade e quero voltar no futuro… passei 4 dias, o que é muito pouco tempo considerando a quantidade de coisas legais para fazer na cidade!

Pequim é muito limpa (embora muito chineses sim, catarrem e cuspam na rua sem o menor pudor…), organizada, o metro é bom, os táxis são baratos, os restaurantes são ótimos, a cidade é segura e a Muralha da China está pertinho! Precisa de mais alguma coisa para colocar essa cidade na lista de próximos destinos de ferias?

Bom, depois dessa declaração de amor (juro, não esperava gostar tanto de Pequim), vamos aos aspectos práticos.

Onde ficar?

- Perto da Cidade Proibida há uma infinidade de hotéis para todos os gostos e bolsos (o Peninsula é maravilhoso e parece que o restaurante é ótimo). O metro é perto, dá para fazer muita coisa a pé…eu fiquei aqui e não me arrependo.

- Outra opção é ficar perto de Houhai, uma região que tem vários parques e restaurantes. Sugiro essa opção para quem gosta de ter uma boa pista de corrida perto (eu morri de vontade de correr as margens dos lagos… mas tive que me “contentar” com as proximidades da cidade proibida… o que sou obrigada a admitir que estava longe de ser um sacrifício!

Restaurantes que eu recomendo:

- Alameda: o dono é brasileiro e esse restaurantes foi eleito um dos melhores de Pequim por algum guia estilo “Time Out” (não auditei esse informação, mas não duvido… a comida é ótima!). Fica em Sanlitun Beijie (6417-8084; 2ª/sáb 12h/15h e 18h/00h, dom 12h/22h)

- Sambal: comida típica da Malasia. Você não dá nada para esse restaurante por fora. Ele fica numa casa em um hutong (que são as ruelas locais, que originalmente eram os cortiços…), a decoração segue esse estilo mas o lugar é charmoso e a comida, ótima! Prove o mojito… muito bom. Endereço: 43 Doufuchi Hutong, Jiugulou Dajie, Gulou

Programas que você tem que fazer:

- A cidade proibida, é obvio né?

Bom, vale também: o Summer Palace (os jardins são lindos… vá em um dia de sol), caminhar pelo bairro das embaixadas e visitar o 798 Art District (não deixe de ir!). O local era um bairro industrial que agora abriga algumas galerias de arte chinesa: ótimo para ver um pouco o que andam aprontando os novos artistas chineses, fazer umas comprinhas estilo feira hippie e tomar um café em um lugar que tem um astral ótimo. (nota: não que eu ache que a arte moderna chinesa seja incrível… mas o astral do lugar vale a visita!)

Um programa bobo, mas que eu amei, foi visitar o zoo de Pequim e ver os pandas. Muito fofos!!!

O melhor da visita: A muralha da china. É incrível, impressionante, super bacana. Perto de Pequim existem vários pontos de visita a muralha. Os mais comuns são lotados de turistas e vendedores ambulantes (nada contra: mas eu queria exclusividade na minha foto com a muralha…). Bom, o ponto que escolhemos foi o de Simatai: Fica a umas duas horas de carro de Pequim. Nós contratamos um motorista com o concierge do Novotel e ele nos levou até Simatai e ficou nos esperando para voltar! Jinsanlyn é uma caminhada de uns 10km, com muita subida e descida… mesmo que você não seja da turma dos esportes, vale o sacrifício! Você também pode vir de ônibus para cá, de excursão… eu recomendo um carro com motorista… mas pesquise em alguns hotéis. No nosso caso, o Taiwan Hotel queria nos cobrar o aluguel da van com motorista 20% a mais que o Hilton pedia para irmos de Audi A6!

Comunicação: Essa parte é meio chata, mas não é o fim do mundo. Ande sempre com um mapa da cidade que tenha o endereço das ruas em letras ocidentais (para você entender) e chinesas. Não adianta mostrar o nome de uma rua “traduzido” que os taxistas não vão te entender. Você também pode pedir para o concierge do hotel de escrever frases simples para você mostrar para as pessoas dos setores de serviço. Você se sente estúpido… mas não deixe de visitar a cidade apenas por esse contratempo!

Beijing II (outubro/2009): Passei mais uma vez por Beijing por ser a parada final da transmongoliana. Já conhecia a cidade, mas passei mais uns dias lá para meus pais conhecerem a cidade. Enfim, as dicas adicionais da cidade são:

1. O Hotel Kapok é um ótima opção entre os muitos hotéis bacanas da cidade. Fica ao lado da cidade proibida.

2. Restaurantes: o Alameda (já dei essa dica em um post passado) em Santilun é incrível! Para  comer bem e barato, o Grandma’s Kitchen, em Dongcheng (47-2 Nanchizi Dajie), tem pratos enormes e bem ocidentais…ótima pedida para quem estiver enjoado da comido chinesa.

3. Fui visitar o Lama Temple…é lindo!

4. Existem dois Summer Palaces em Beijing, o Old Summer Palace, que foi destruído e é só um jardim grande e bonito, e o Summer Palace, que faz parte da lista da Unesco de patrimônios da humanidade…tenha certeza que está no certo antes de sair do taxi!

5. Fui vistar a muralha na china no trecho de Badaling. Esse trecho é bonito também…mas bem mais “disney”. Eu acho que vale a pena tirar o dia para conhecer o trecho de Simatai…mais vazio e bonito!

6. Pegue um guia se for até as tumbas Ming…vale a pena para entender o contexto histórico.

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Mochilada da Carol B.: Indo de trem de Moscou a Pequim… ferrovia trans siberiana e trans mongoliana

10/09/2009 · 2 Comentários

trans siberiana e trans mongolianagente, esse blog está chegando a lugares inacreditáveis… temos dicas até da ferrovia trans-mongoliana e trans-siberiana, que liga a Russia à China… e isso graças à minha querida amiga Carol B. que anda dando um belo rolê pelo mundo num ano sabático!

A Trans Siberiana e Trans Mongoliana

Eu adoro viagens diferentes, então decidi aproveitar meu tempo “sabático” para fazer o caminho de trem entre Moscow e Beijing, a Trans-mongoliana. São mais de 7.600 Km de trem, o que dá sete dias de viagem. Essa parte da viagem fiz com meu pai…consegui convencê-lo a encarar a aventura….

Terminada a experiência, achei muito válido. Mas quem quiser fazer tem que saber que é uma viagem de aventura…impossível ter conforto 100% do tempo! E para nós, moradores de um país tropical, a melhor época é o verão. Fiz a viagem em setembro (final do verão) e já passei frio!

Não espere gentilezas na Rússia! Na minha opinião, o povo não é nada simpático e a indústria do turismo ainda está se desenvolvendo. Nos deparamos com algumas situações meio surreais…tipo:

Chegar no hotel e ter early check in às 7 da manha, como um super diferencial! Mas…no  dia seguinte, nos pediram para fazer o check out às 7 da manha seguinte porque a diária é para 24 horas apenas…

Cobrar taxa para deixar a bagagem no hotel. Nem nas minhas estadias em albergues vi isso…

Tomar um café expresso por 80 rublos em um dia, e ser cobrado 110 na manha seguinte no mesmo hotel!

Cara feia do staff…isso é mais regra que exceção…dá a impressão que sua presença lá está atrapalhando a vida deles…

A Mongólia é diferente…o povo é super simpático e faz tudo para agradar! Eles são muito, muito pobres…mas me senti muito mais confortável aqui do que na Rússia!

Em nenhum dos dois países, no entanto, sua vida será fácil se você falar apenas inglês…então, por mais chato que seja andar com um guia a tira-colo, eles são importantes nas paradas, como Baikal e Mongólia, para evitar algumas dores de cabeça.

Não morri de amores pelo serviço da agência russa, então não vou dar a indicação. Na Mongólia, gostei bastante do serviço da Shuren Co (tel.

976-310869). A viagem inteira eu comprei com a Monkey Business, uma agência de Beijing especializada na transiberiana. Ela não vende turismo de luxo, trabalha com um segmento intermediário entre os mochileiros e a primeira classe.

Sai bem mais caro comprar o pacote pela agência, mas é muito difícil fazer todos os preparativos sozinho: o visto para Rússia é chato e não dá para comprar as passagens de trem pela internet, então acho que aqui não tem jeito….é melhor ter ajuda de uma agência (e olha que foi a primeira vez que eu fechei um pacotão com agência!).

Meu roteiro foi o seguinte:

1.Moscow a Irkutsk – 5.185Km, ou 76 horas no trem. Esse trecho é muito cansativo mas passar três dias no trem não foi tão angustiante como eu imaginava…você se acostuma com a viagem. Se você pegar os melhores trens (#2 ou #10), você pode tanto ir de primeira classe (duas camas) ou segunda (4 camas). Fui de primeira (meu pai falou que não iria dividir cabine com ninguém…) e valeu o conforto. Apesar da cabine ter o mesmo tamanho em ambas as classes, o banheiro é mais limpo e as provodnitsas, as atendentes do vagão, são mais atenciosas e pacientes.

No meu trem tinha até um chuveiro improvisado…consegui tomar banho todos os dias e lavar o cabelo…ufa! A paisagem aqui é bem monotóna…o mais divertido é conhecer as diferentes estações de trem.

O trem pára uns 20 minutos a cada 4 ou 5 horas, mais ou menos.

2.Trem de Irkutsk para Ulaanbatar – 666Km ou 32 horas no trem. Esse trecho é muito chato! A viagem dura 32 horas, das quais 8 você vai passar parada nas fronteiras da Rússia (6 horas) e Mongólia (2 horas).

É bem angustiante. O trem diario, o #362, é ruim (parece que tem um trem mais arrumadinho, acho que é o #6, mas não sei se ele é diario….vale pesquisar…). O 362 não tem primeira classe, nem vagão restaurante e nossa cabine estava suja….mas dá para aguentar…fazer o que?! O kit de sobrevivência necessário é: sopa, miojo, chá, café instantaneo e uma caneca. Prepare a sua refeição com a água quente do samovar que tem em cada vagão. Nos tb compramos pao e aqueles queijos estilo americano que não são bons mas não estragam e são faceis de comer!! Ahhh…e não esqueca a vodka, e o papel higiênico!!! O cenário aqui começa a ficar mais interessante!

3.De Ulaanbatar para Sainshand – 472 Km, ou 10 horas. Ainda na Mongolia, resolvemos fazer mais uma parada, o deserto de Gobi. O ponto de partida é a cidade de Sainshand, que é a capital da provícia e a cidade mais perto do final do mundo que eu já visitei. É muito pobre e não tem absolutamente nada na cidade! A viagem foi feita em um trem local, o #286, e foi bem razoável. Chegando perto de Sainshand você tem a visão do deserto, que é o máximo.

4.De Sainshand para Beijing – 1.079 Km ou 22 horas de trem. Essa viagem foi a melhor de todas. O trem chinês (#24) é bem organizado e na primeira classe você tem um chuveiro para cada duas cabines. É muito prático. Você também vai micar nas fronteiras, 1 hora na Mongólia e 4 horas na China. A demora na China não é por ineficiência mas sim pela troca das rodas do trem para continuar a viagem. Fique no trem para ver o processo que é bem interessante. A paisagem aqui também é a mais legal da viagem…tanto pela natureza, quanto pelo choque de sair da Mongólia, super pobre, e ver a China investindo horrores em infra-estrutura.

Quanto as paradas que fizemos durante a viagem….elas foras as seguintes:

1.Irkutsk: porta de entrada para o Lago Baikal, é uma cidade de 600 mil habitantes…reserve, no máximo, um dia para conhecer…não tem muita coisa. Em duas horas é possível ver o mais legal…o prédio da prefeitura (Pl Kirova), a margem do rio Angara e a Av. Karl Marx.

Nenhuma dessas atracões, no entanto, são pontos imperdíveis. O motivo da parada em Irkutsk é a visita ao lago Baikal. Se precisar comer na cidade, tenho três indicações: London Pub (ul. Sukhe-Batora, 7), Don Otello Cinema Café e Bier Haus (um ao lado do outro, na Av Karl Marx, 24)

2.Lago Baikal. Eu fui ver o lago pela Ilha Olkhon, que fica a umas 7 horas (de carro) de Irkutsk. Tem uma cidade mais perto para ver o lago, Listvyanka, é mais turística e tem mais infra que Olkhon Island….mas, mesmo aqui, não espere encontrar um Hyatt!

A vista a ilha foi uma aventura. Apesar de, teoricamente, a viagem demorar de 3 a 3.5 horas de carro mais meia hora de balsa, a balsa chega de uma em uma hora e não tem essa história de marcar hora….quem chega primeiro, entra primeiro! Exceção são os  moradores da ilha, que têm prioridade. O agravante é que a capacidade do ferry é de 16 carros, ou seja, você pode micar na fila…tipo Réveillon em Ilha Bela as antigas!

Outro ponto para ficar esperto: como chegar lá. O ônibus público não é um ônibus e sim uma lotação naipe Largo 13! Felizmente, fomos de carro com o nosso guia!

A vila de Olkhon é decepcionante… parece uma favela. E mesmo os hotéis arrumadinhos são bem precários. Ficamos no Lama “Resort”… fuja dele que é um buraco!

Esse trampo todo vale a pena??? SIM! A paisagem do lago é demais… especialmente em Hoboi e Shaman Cape. Então, a não ser que você seja muito fresco, encare o trampo! Aqui nós erramos no tempo da estadia… ficamos três noites… é muito! Acho que o ideal é sair de Irkutsk cedinho, chegar em Olkhon no final da tarde, passar um dia inteiro e voltar no dia seguinte. Alem da paisagem, não tem muito o que fazer.

3.Ger Camp: Perto de Ulaanbatar, nas estepes, existem varios locais para nós, turistas ocidentais, nos sentirmos um pouco nômades e nos hospedarmos em um ger. O ger é a tenda branca que os nômades montam em qualquer lugar por lá. Eu achava que minha experiência na tenda seria bem desconfortável, mas o ger surpreende. Os mongóis são super caprichosos e a parte interior do ger é uma graça! As camas de madeira são pintadas e as paredes revestidas com tecido. No meio, tem um forno a lenha, essencial para enfrentar o frio da Mongolia. E aqui faz muuuito frio. Nem pensar em vir no inverno. Enquanto estávamos no ger, presenciamos uma tempestade de neve… em setembro!! O único desconforto do ger é o banheiro…os acampamentos ocidentais tem banheiro, mas fica fora da tenda.  Nós ficamos em um acampamento chamado Shuren ger camp em Elstei. Eu recomendo! A comida, para os padrões mongóis, é ótima!!

4.Ulaanbatar: Como dito em qualquer material sobre a cidade, Ulaanbatar é realmente horrorosa e, com exceção de uma quantidade ENORME de internet cafés, um monastério e a praça central da cidade…nao tem nada aqui! A falta de recursos dos mongóis impressiona. Acho que ficar um dia aqui serve para dar uma respirada e voltar a civilização (mas não muito….). Tente se hospedar perto da avenida principal, a Peave Avenue. Fiquei no Bayangol Hotel…honesto.

5.O deserto de Gobi: É INCRIVEL! Adorei a sensação de ficar no meio do nada! Mas sofri um pouco com o frio e com a comida. Aqui vale visitar o Monastério Khamar e imediações, como as cavernas para meditações e o Shambala country (Country of Heaven). Fiquei três noites aqui, é muito tempo. Você também vai visitar uma família de nômades… eles são bem receptivos! E dá até para andar de camelo, que pé bem legal!

O ideal é chegar à noite dormir por aqui, passear no dia seguinte inteiro e ir embora cedo no dia seguinte. O deserto é demais, mas o clima é muito duro…Aqui também não tem muita opção, tem que ficar em um ger camp. Para quem gosta de um pouco mais de conforto, os acampamentos aqui estão ficando (um pouco) mais sofisticados e tem a opção de gers de luxo… são casinhas de concreto com banheiro e formato de ger.

Agora estou em Beijing…p ela segunda vez na viagem. Daqui vou viajar pela China!

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Mochilada da Carol B. pela Russia: São Petesburgo e Moscou

10/09/2009 · Deixe um comentário

piterminha amiga querida e correspondente internacional - Carol B. – está em pleno ano sabático e está viajando pelo mundo desde maio…

ela esteve na Russia e nos mandou suas impressões de Moscou e São Petesburgo!

Moscow e St Petersburg, by Carol B

Durante a pesquisa para a Rússia, ouvi falar que St Petersburg era melhor do que Moscow… talvez por isso, eu tenha ficado mais impressionada com a segunda cidade do que com a primeira.

Não que eu não tenho gastado de St Petersburg… ela é linda sim, super organizada e bem européia. Você tem que visitar o museu Hermitage, que é enorme e o principal ponto turístico da cidade.

Recomendo focar nas partes do Palácio de Inverno que mostram como eram os aposentos nos tempos dos czares… Afinal, para ver um acervo de pinturas européias, você não precisa ir atá a Rússia… vai para o Louvre que é mais negócio!

Outro ponto incrível de St Petersburg é a Catedral do sangue derramado do salvador (Church on the Savior on Spilled Blood)… linda tanto por fora, quanto por dentro. Vale a pena pagar a entrada para ver os mosaicos…e olha que sou contra pagar para entrar em igrejas!

tem que visitar o Peter and Paul Fortress, nem que seja para tirar uma foto com a famosa estatura do Pedro, o Grande.

Se você curtir musica clássica, aqui também tem vários ballets, operas e orquestras….

Comer é mais complicado… digamos que a língua atrapalha um pouco, já que e os russos não tem o melhor inglês do mundo! Mesmo na av. Nevsky, a mais turística e principal, a comunicação é por sinais, caso você não fale russo, como é meu caso….

Enquanto St Petersburg tem uma beleza européia… Moscow é o que eu imaginava de Rússia: O Kremlin é demais (por fora! As igrejas, na minha opinião, são todas iguais! Bom, mas ir para Moscow e não entrar no Kremlin não dá né!?). Dos museus, gostei do Armoury, que, apesar de pequeno, tem as carruagens, coroas e roupas dos czares… achei bem diferente de um museu normal.

Infelizmente não vi a praça vermelha… estou inconsolável – ela estava fechada para um evento da semana de comemoração da fundação da cidade.

A região mais legal para se hospedar é a Tverskaya, cheia de cafés, bares e restaurantes (vá na Kuneztsky Most caso queira opções bem ocidentais). Tem lojas na região, mas nem pense em fazer comprinhas na Rússia porque é muito caro! Pelo que eu pesquisei, artigos de luxo caro são sinais de status então as lojas compram preços bem acima da Europa e EUA. Mas vale passear pelo bairro de Kitai Goro e entre na Gum, antiga loja de departamentos soviética que virou um shopping muito bonito.

Vá também na Catedral do Cristo Salvador… o restaurante em frente a catedral é uma boa opção para almoço!

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Dica “insider” em Milão: Trattoria Torre di Pisa

03/09/2009 · Deixe um comentário

Recebi uma dica super “insider” (valeu Tulião!) de Milão hoje: uma trattoria super simples no bairro de Brera (o mais bacana de Milão para morar)

Ristorante Torre di Pisa, especializado em comida toscana…
Via Fiori Chiari, 21/5 – 20121 Milano
tel. 02.874877 – 02.804483

Esse é um lugar para ir comer super bem e ficar longe do agito… gosto de ter esse tipo de restaurante nas dicas porque nem sempre estamos afim de ir nos restaurantes badalados depois de um dia inteiro batendo perna, né?

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Mochilada da Carol B. – Barcelona

28/08/2009 · Deixe um comentário

Eu adoro Barcelona… a cidade é linda, animada, com mil programas bacanas! Mas no verão a cidade fica muito cheia… a lotação em Barcelona, igual a de Praga, me irritou um pouco! Melhor deixar para visitá-la em maio, ou setembro!

Nesse período, é melhor evitar as Ramblas, que ficam deprimentes tamanha a quantidade de garotas de programa, bêbados e afins! Melhor se hospedar perto de Passeio de Gracia, ou na Zona Alta. essa ultima é um pouco fora de mão dos pontos turísticos…mas é tão charmosa que eu acho que vale a pena!

As melhores dicas de Barcelona não são minhas, e sim da Adriana Setti (a mesma blogueira das dicas de Bali) que escreve no site viaje aqui. Adoro as dicas dela - segue o link

Para cair na balada com os locais… só no final de semana. A maioria das baladas fica na Zona Alta, como o Elephant Club e Sutton.

Se vc quiser ir pata a guerra com os turistas baladeiros, a opção é o porto olimpico. Lá a Shoko e a Opium são as melhores escolhas… apesar das filas estratosféricas!

A próxima dica é da Grécia! Que estou adorando…

Beijos

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Mochilada da Carol B. – Ibiza

24/08/2009 · Deixe um comentário

Nossa querida Carol manda notícias de Ibiza… Esse ano sabático está rendendendo, hein?

“Eu fui para Ibiza como “obrigação”, quer dizer, por curiosidade em conhecer um lugar muito famoso que eu achava que não era muito a minha praia’

Fiquei muito impressionada com o lugar: a ilha tem praias lindas e lugares com serviços ótimos! Alem de baladas muito boas!

A Ibiza muito louca que eu imaginava, e que é zero minha cara, existe sim! É só dar uma volta na Playa d’en Bossa ou na Festa “We Love Sundays” na Space. Essa festa da Space é muito famosa, mas uma vez para conhecer foi mais que suficiente: é muita gente louca junta para meu estilo de vida “careta”! Já pra tchurma mais doida, esse programa é bacana!

Eu sou mais:

1) passar o dia na Calla Jondal: uma praia linda, mas praticamente fechada para os restaurantes Blue Marlin e Yemanja. La você pode tomar sol, almoçar ou ficar bebendo no bar. Eu recomendo visitar o segundo – de preferência com reserva! Aliás, como a ilha fica abarrotada de gente no verão,.sempre faça reservas… assim vc evita o risco de ficar horas esperando por uma cadeira!

2) ir para a Pacha! Na ilha desde 1973 foi a balada que eu mais gostei! DJs ótimos, som incrível, serviço impecável e uma galera bem bonita!

3) Jantar (ou só beber…) no restaurante KM5, no caminho de San Jose. A comida boa e o restaurante badalado valem agüentar o serviço meio enjoadinho!

Ultimas dicas: carro é essencial!!

E, se vc esta com orçamento apertado…fuja! Tudo é caro, principalmente nas baladas onde uma água custa €10, cerveja 13 e vodka 25!

Beijos”

update: eu vi no Circolare hoje que tem um site que mostra tudo o que rola de bom em Ibiza: Ibiza Spotlight

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High line park, em NY

23/08/2009 · Deixe um comentário

pra quem vai pra NY em breve, vale a pena conhecer o High Line Park que acabou de abrir para o público. É um parque “suspenso” construído numa antiga linha de trem que se estende por 2,5km… tem espreguiçadeiras e área para dar uma relaxada com um belo visual. Fica no west side, com uma entrada na rua Gansevoort (Meatpacking), outra na rua 16 e outra na rua 18

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Mochilada da Carol B. – Nice (Cote D’Azur)

16/08/2009 · Deixe um comentário

Após o meu mau humor em Milão, fui parar em Nice, uma cidade que já conhecia mas queria voltar para poder conhecer as outras cidades da região.

Eu curti muito minha estadia… apesar da lotação da região! 

Nice está muito bonita e bem cuidada e tem fácil acesso para todos os points da Riviera Francesa, como Cannes, Monaco, St Tropez, etc… Apesar disso, recomendo alugar carro, e bem mais fácil se locomover pelos 117 km da Cote Dazur com rodas próprias…

Em toda a região, as praias publicas são muito pequenas. Se vc quer conforto, invista em um hotel com praia privada ou pague os restaurantes com praia!

Eu visitei e gostei de St Paul de Vence (uma cidade medieval linda que vale visita) e Cannes (que me surpreendeu positivamente).

Não perca seu tempo em Antibes e Vence!

Vou ficar devendo as dicas de St Tropez, resolvi economizar meus euros e ficar em Nice descansando… aliás, para quem não se incomoda de ficar em albergue, Nice tem o melhor da França – o Villa St Exupery. É longe do centro mas eu Adorei ficar lá.

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Mochilada da Carol B: Milão

05/08/2009 · 2 Comentários

carol - milãonossa mochileira favorita estava bodeadíssima em Milão e não curtiu muito…

Eu sempre achei que iria adorar Milão. Adoro arte clássica, moda, bons restaurantes…

Melhor que falar que eu detestei a cidade, prefiro falar que não estávamos na mesma batida!

Vários lugares que eu fui seguindo dicas estavam fechados (será a crise???) e eu não consegui ver a Santa Ceia porque os ingressos estavam esgotados para as próximas duas semanas! Nunca tinha visto museu (pq ela não fica dentro de uma igreja, e sim no museu ao lado…) com ingresso esgotado.

carol - milão 2Bom, mesmo de mal humor, sou obrigada a admitir que a visita a cidade vale pelo duomo - a catedral (foto no começodo post), que é uma construção impressionante!

Minha sugestão é passar só um dia na cidade, e focar nessa região.

A região da piazza sempione também vale… cheia de bares lotados para os “aperitivi” a partir das 7 da noite.

A região de Corso Cosme é roubada. E o restaurante do Hotel Bvlgari, apesar de lindo, não é tão badalado quanto eu imaginava.

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Mochilada da Carol B. – Munique/Munich

04/08/2009 · Deixe um comentário

Nossa mochileira favorita chega a Munique, München, Munich… como queiram!!!

carol - munich“Munich não estava nos meus planos… foi sugestão do meu pai, que disse que a cidade era super animada e que eu precisava conhecer! Bom, se papai achou a cidade animada..é porque deveriaser muito animada mesmo!

Ainda bem que eu o escutei! A cidade é linda e super divertida! Alem dos pontos turísticos óbvios, como a catedral (Fauenkirche) e a espetacular Marienplatz, não deixem de ir:

1. no English Garden: a praia local. Vc pode estender sua canga e tomar sol, correr, pedalar ou tomar uma cervejinha no bar que fica no meio do parque.

2. Andar pela região da Gartner Platz: é o bairro alternativo e gay da cidade. Tem varias lojinhas bacanas nas ruas que cruzam a praça. 

Bom, fui almoçar lá e achei os gays muuuito comportados, quer dizer, não vi nenhum…eu acho! O restaurante era ótimo. Chama 7 fish e fica na própria praça.

3. Andar pela região da universidade. Linda, cheia de bares.

4. Caminhar perto das margens do rio Isar e ver a galera surfando. Isso mesmo, surfando.

munich5. Beber cerveja! Afinal de contas, vc está em Munich. A cidade tem vários beer gardens, super informais e freqüentados tanto por locais quanto por turistas. Fui no da Wiener Platz, que é legal. O do english garden é enorme! A cervejaria mais conhecida (com varias filiais pela cidade) é a Hofbraukeller.

Eu estava bem no clima mochileira na cidade, meu albergue, o Euro Youth, era super animado e acabei fazendo programas mais low budget. 

Mas recebi dicas de bons lugares para jantar/HH (a fonte foi a mesma da balada bacana em Berim) mas esses não foram testados por mim:

terças: 8 seasons (o novo, não tenho o endereço)

quartas: Lenbach (também sem endereço)

quintas: café riatschule (Koniginstraße, 34).

Ultima dica: quando forem escolher hotel, fujam da região perto da estação central. A grande maioria dos hotéis é la, é super central… mas eu achei os vizinhos muçulmanos meio mal encarados…”

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Restaurante NOVO em NY: The Standard Grill

03/08/2009 · Deixe um comentário

navegando pelo site da RG Vogue (adoro!), vi uma dica da Amalia Spinardi na seção diário de Viagem que curti…

segue o link do post tmb!

Dica quente de Amália Spinardi, querida deste site que transita com frequência pelo eixo SP-NY por conta do business de sua marca de beachwear,a  Jo De Mer.  “Conhece o The Standard Grill?”. Conta, Amália: “Esse é o the new “it, it, it” place in NY, restô do André Balazs. Fica embaixo do The Standard Hotel, ao lado do High-Line, no Meatpacking. O chão é forrado de moedinhas de 1 cent – in-crí-vel! A concentração de bacanas é total. Jantei lá na terça dessa semana e estava blooming: numa mesa, Anna Wintour, Oscar e Anette de La Renta; noutra, Michael Kors com uma turma de assistentes; a super stylist Rachel Zoe com as amigas; Gilles Bensimon (ex-diretor criativo e fotógrafo da Elle) com a namorada; o diretor da V Magazine, a super PR Nadine Johnson, mais uma mesa com modeletes russas e lindas… ufa!”.

Animou? Amália dá a dica final: “Tem um bar em frente que é bem espaçoso e abriga os que não têm reserva pra jantar”. Se quiser pular o drink, reserve, aqui.

The Standard Grill
Washington St., 846, Meatpacking
Tel. (212) 645-4646

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Mochilada da Carol B: Berlim

27/07/2009 · Deixe um comentário

carol - berlinBerlim!

Não foi só pelo show do U2 que eu vim para Berlim. Tem muita coisa legal para ver na cidade. Berlim é super animado, com muita coisa para fazer durante qualquer dia da semana.

Atrações turísticas

- Andar as margens do Rio Spree. As partes mais bonitas são: (i) perto do Reichstag, (ii) na Museuninsel (a ilha dos museus) até Alexandreplatz e (iii) em Eastern Kreuzberg, na altura do ponte Oberbaum.

- Para os fãs de corrida, a parte (i) e (ii) do Rio é mais legal para correr que o Tiergarden!

carol - berlin mitte- Andar pelo Mitte, na parte de Scheunenviertel. Entre as ruas Torstr, Oranienburger, Neue Promenade, Neue Schonhauser e Rosenthaler você vai encontrar varias galerias de arte, lojas de roupa mais diferentes, artesanato, restaurantes e bares.

- Museus: se você não é fã das escolas clássicas de arte, nem adiante ir nos famosos museus Pergamon e Altes. Eu gostei muito do primeiro, jah o segundo, só vale a pena para ver o busto de Nefertiti. Ambos ficam na Museuminsel.Perto de Potsdam Platz, tem mais alguns museus.

Eu fui no Gemaldegalarie e gostei. Mas aviso: é arte renascentista!

- A parte da Berlim Ocidental, Charlottenburg estava meio largadinha.

Quem quiser ver lojas, sugiro andar pela Friedrickstrasse

- Cinema: na Europa eles têm mania de filme dublado…nunca entendi o porquê! Como eu estava morrendo de saudades de um cineminha (ou qualquer coisa parecida com TV – que eu sou meio viciada!) fui habitué do Cinestar da Potzdam Platz durante minha estadia de Berlim. todos os filmes em versão original, sem legenda!

Bares e Baladas

Berlim tem um milhão de opções, de segunda a segunda. Eu fui, e gostei:

1. White Trash Fast Food: barzinho com bandas de rock. Bem turístico mas tem um povo local. Fica no Mitte (Schonhauser Alle 6/7). Fomos em uma segunda feira e estava animado. Tinha todo tipo de gente.

2. Thousand bar: essa dica foi de um local mala que pelo menos serviu para alguma coisa. Não tinha visto esse lugar em nenhum guia…Esqueça a Berlim alternativa, aqui é onde fica a “Berlim pagação”, o lugar é bem iluminado, no estilo ver e ser visto e estava cheio de gente bonita e mais velha. Fica bem embaixo de uma ponte (Schiffhauerdam,

3. perto da estação Friedrickstr. Atenção que não tem nome na porta (bem blase….) e dá a impressão que não tem ninguém no lugar. Tem que abrir a porta de ferro abaixo do numero 11. Só recomendo a visita se você gosta desse tipo de lugar!!!

3. Watergate Club (Falckensteinstrasse 49a): beeem mais low profile que o Thousand. Essa é uma balada mais clássica. Fui em um sábado, tinha gente bonita mas não estava bombando. Por outro lado, o som é ótimo e a vista para o rio vale a visita!!! Tem que ir pelo menos um dia!

4. Cookies Club (Friedrickstr. 101-102): a cara do que eu imaginava de uma balada de Berlim. Fica em um endereco bacana mas tem pinta de underground. Fui em uma terça feira e estava cheio.

5. Newton Bar (Charlottenstrasse, 57): O decor é bem diferente….mas tem muito tigrão que fica hospedado nos hotéis 5 estrelas da região. Se você está de casal, vale ir! Se não, eu não perderia meu tempo!

Agora estou em Munique. Daqui a uns dias mando as dicas!

Beijo

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Dicas de Dubrovnik e Hvar, na Croácia – por Estelinha Jacinto!

25/07/2009 · Deixe um comentário

croaciaHoje no Glamurama, na seção Check-in, estão as dicas da Estelinha Jacinto – uma das sócias da Thelure, que eu adoro!

No Check-in desta semana vamos para a Croácia com a empresária Estela Jacinto. “Fui em dois lugares imperdíveis nesta viagem, Dubrovnik e Hvar”.

* Ela diz que em Dubrovnik, você vai encontrar restaurantes com comidas típicas e tomar sol com tranqüilidade…nada de muitas baladas. “Deixe as baladas para Hvar”. Mas no fim do dia ela recomenda sentar em alguma das mesinhas na Cidade Antiga e tomar um vinho branco croata: “Delicioso!”

* Restaurantes que valem a pena ir? Nautika, com vista para o porto, e o Gil´s, que “fica no início da Cidade Antiga e tem uma decoração incrível. Mas é melhor reservar antes para pegar as mesas da parte de cima com a vista de Dubrovnik”.

* Já em Hvar… “Vale a pena pegar um barquinho que leva até Carpe Diem Beach”. Se trata de um restaurante com camas para tomar sol que tem uma vista incrível, com um som superagradável. “É animado durante o dia e mais relax no fim. Fui em um dia que tinha um músico tocando sax. Foi maravilhoso!”

* Outro lugar bem legal? O Adriana Hotel. “Ótimo para ficar até o fim do dia. Com drinques muito bons e uma incrível bossa nova ao vivo”. Anotou?

update by Betina: hoje casualmente eu estava folhando a revista Wish Report e tinha uma dica do Hotel Radisson Blu Resort & Spa que acabou de inaugurar em Dubrovnik e parece ser bem bacana!

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Mochilada da Carol B – Copenhagen (Dinamarca)

22/07/2009 · 1 Comentário

louisiana museumNossa mochileira favorita acabou a sua saga escandinava na Dinamarca em companhia da sua irmã – Camila!

“Copenhagen foi minha ultima parada na Escandinávia. Talvez exatamente por eu já estar “acostumada” com a beleza da região não morri de amores pela cidade. É verdade que Copenhagen é linda e organizada e tem algumas construções incríveis, como as casas em Nyhavn (aquelas casas coloridas que aparecem em todas as fotos de Copenhagen), a Frederikskirten e o Amalienborg Palace… mas ainda sou mais Estocolmo!

Caminhei muito na cidade, especialmente na região de Frederiksberg. Eu fui a pé da Central Station, desci pela rua Gammel Kongeves e entrei a esquerda na Allegade, para dar no parque Frederiksberg. Também vale andar no watergate e na região do jardim botânico.

the little marmaidNão me encontrei muito nas baladas…. acho que final de semana é que o agito esquenta. De qualquer forma, há bares legais na rua Istedgade (em Vesterbro)… mas atenção que vc tem que ir até o final da rua. Nas 5 ou 6 quadras perto da estação de trem a região é conhecida com Red Light District… com 1,000 sex shops e afins! 

A atração mais conhecida da cidade é o Tivoli Park… sim, ele é muuito menor e mais cafona que a Disney, mas tem um charme decadente que eu gostei. Para quem gosta de parques de diversões vale a entrada (eu e minha irmã, obviamente, depois de anos de Disney, não quisemos deixar esse programa de fora!). O parque também promove shows no verão (as sextas) e tem muitos restaurantes, dois ou três com estrelas do Michelin.

Quando você está em Copenhagen, pode fazer dois passeios a cidades vizinhas: Helsingor e Humlebaek.

Em Helsingor, tem o Kronborgslot – o famoso castelo de Hamlet (Shakespeare). Acho que só vale a pena visitá-lo se for o primeiro castelo que você vai na vida ou se você é um fã de Shakespeare e o lugar tem um significado especial para você!

Em Humlebaek fica o Museu de Arte Moderna de Louisiana. O acervo do museu não é nada demais, mas o lugar é LINDO (ver foto)… se estiver sol, então, é um passeio obrigatório.

As duas cidades ficam perto uma da outra e dá para ir de trem (1 hora de Copenhagen). Fiz as duas no mesmo dia e NÃO me arrependi.

Dois tours que eu fiz, mas não gostei:

- Cervejaria Carlsberg. Na verdade, eu sabia que não ia gostar… mas acompanhei minha irmã! A única graça ao as duas cervejas que vc ganha no final do tour!!!!

- Vista ao reino livre de Christiania. Para quem não sabe, esse bairro foi formado por uma comunidade hippie e hoje eles continuam lá,vendendo seus artesanatos e outras diversões para os turistas. Eu achei o bairro muito pressão… sei de pseudo mal encarados querendo vender bugigangas importadas (vender artesanato ok, mas importar da china é o cumulo da preguiça) e maconha, claro! Bom, de qq modo, sou mais careta para essas coisas… acho que tem que ir ver qual é a do lugar, e tirar suas próprias conclusões!

Compras: uma das lojas bacanas da cidade, a Birger Christensen (Ostergade, 18) tem várias marcas bacanas e as vendedoras são umas fofas! Recomendo a visita!

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Mochilada da Carol B. – Noruega

19/07/2009 · 2 Comentários

carol - noruegaGraças a nossa mochileira favorita – Carol B. – esse blog chegou à Noruega… Seguem as dicas dessa minha amiga querida:

Eu estou apaixonada pela Noruega! Achei o pais o máximo… com muita coisa para fazer! Para quem gosta de esportes, então… é um prato cheio!

Em Oslo, vou deixar as dicas passadas por um amigo meu, o Enrico, que mora na cidade!

“Oslo é uma cidade maravilhosa pra morar, mas não necessariamente a melhor pra visitar, mas tem suas atrações imperdíveis: a nova ópera, o vigelandsparken (o parque mais legal do mundo, sério mesmo, cheio de estátuas e esculturas), bigdøy (uma ilha bem central, bem bacana, com alguns museus legais – o Viking por exemplo – e algumas praias, onde eu costumo ir quando o tempo esta assim como agora. De aker brygge tem uns barcos que vão pra lá), a karl johan (avenida principal com o palácio ao fundo, super bonito) e o akersevla, um rio que corta oslo e vale a pena uma caminhada, tem vários parques e quedas d’água no caminho, você se sente no goiás..)

3729873287_1216ec7eebTem umas áreas meio feias, cheia de somalianos e paquistaneses mal encarados, mas pode ficar tranqüila que é só cara feia mesmo. Aqui nunca acontece nada.

Uma opção boa pra se mover por Oslo são as city bikes. Acho que dá pra comprar um cartão diário, não sei, dá uma olhada no www.visitnorway.com 

O gostoso aqui é ficar andando por ai, a cidade é pequena, super fácil para se locomover e todo mundo fala inglês. Bus e tram tem levam pra qualquer lugar num instante. A única coisa ruim daqui é o preço. Se você achou Estocolmo caro, reveja seus conceitos de preço: os noruegueses vão pra suécia fazer compras porque é muito mais barato… prepare-se!!”
 
A acrescentar sobre Oslo: Realmente… é muuuito caro… como a Noruega inteira. Mas vale colocar a mão no bolso. Eu acrescentaria o museu do Munch, que é incrível. Eu fui mesmo não sendo fã do artista, mas virei apos a visita! Agora sou fã!

Os fiordes noruegueses: Fui para Oslo porque tinha que conhecer, mas meu objetivo principal na Noruega era conhecer os famosos fiordes… que não decepcionam. Existem mil maneiras de aproveitar essas maravilhas da natureza. A mais prática, que eu não fiz, é você entrar no cruzeiro Hurtigruten. Eu não fiz, era caro e eu não sou fã do esquema cruzeiro, mas o Enrico me disse que quem faz esse cruzeiro gosta muito. Eu conheci os fiordes cruzando a Noruega de ônibus, trem e ferry. Tem pontos positivos e negativos… o legal é que você fica quanto tempo você quiser, onde quiser… e pode ir em lugares que o hurtigruten não te leva. O ponto negativo é que você vai ter que carregar a sua mala de um lado para o outro e a malha de ônibus, apesar de muito eficiente, é meio chata para consultar, porque existem umas 3 empresas grandes de ônibus e você precisa consultar todas para achar a melhor opção. Eu, por
exemplo, fui até a estação e fui informada que não poderia chegar a Stryn (uma das cidades) no domingo. Maaasss, depois descobri que outra empresa fazia sim o trajeto só que o cara não sabia… ou seja, tem que pesquisar!

Outra alternativa (que eu acho ideal, e teria feito se minha carteira de motorista valida não estivesse no Brasil….) é alugar um carro. Os ferries transportam os carros e as estradas passam pelos lugares mais lindos do país.

Uma vez decidido o transporte, você tem que decidir para quais regiões ir. Eu recomendo a visita ao Sognefjord e Geiranger. O primeiro é mais turístico e fácil de chegar, enquanto o segundo é o mais bonito.

Meu roteiro foi o seguinte:

  1. Trem de Oslo para Bergen (7 horas). A viagem é considerada uma das mais bonitas do mundo. Achei linda mesmo!
  2. Fique um ou dois dias em Bergen. A cidade é uma graça e tem mais  agito que Oslo!
  3. De Bergen fui para o Sognefjord. Peguei um trem até Myrdal (umas duas horas) e de lá peguei o trem ultra mega turistico que desce até Flam (1 hora). De Flam, peguei o ferry para Gudvagen (2 horas). O roteiro tradicional recomendado pelos noruegueses é ir de Gudvagen para Voss de ônibus (dizem que a estrada é linda!). Por problemas de logistica voltei para Flam de ferry (mais duas horas) e peguei outro ferry para Balestrand.
  4. Se você dormir em Voss, tem muita opção de esportes radicas como rafting, paraquedas, hiking, bicicleta. Eu dormi em Balestrand. A cidade é mínima, mas vale dormir uma noite. O hotel mais famoso é o Kviknes Hotel e fica na beira dos fiordes.
  5. De balestrand você pode ir para Sogdall (ferry para Hella de 15
    minutos mais uma hora de ônibus) para fazer hiking nos glaciais (tem que pegar um ônibus até o Jotedalsbreen Park. Os centros turísticos (espalhados em todas as cidades da região) vendem o pacote de hiking (recomendo fazer o de 3 horas na gelo… menos, é muito pouco) e transporte. Sai entre R$150 a R$250 reais e, caso você esteja com um grupo de mais de 4 pessoas, pode ser mais legal fazer o hiking em um grupo privado.
  6. De balestrand, ou Sogdall, fui para Stryn, onde você pode esquiar até no verão e é caminho para o Geiranger fjord. De Stryn eu peguei um ônibus de uma hora e pouco até Hellesylt de onde peguei o ferry até Geiranger (1 hora) para navegar no fiorde considerado o mais bonito da Noruega. Eu concordo que é o mais bonito, mas se você estiver com a agenda apertada, pode escolher qualquer um dos dois fiordes, a diferença não é tão grande assim, o outro também é maravilhoso!
  7. Chegando em Geiranger, é legal fazer o hiking de duas horas até a cachoeira de Storseter. Você passa por depaixo dela, é muito legal (só é bom estar com um bom preparo fisico… a subida é grandinha…)
  8. De geiranger, peguei o ferry para Valldal, de onde parte o ônibus que passa pela estrada chamada o caminho do Troll, ou Trollstigen. Tem que ir, a descida é super ingreme e a estrada é MARAVILHOSA. No final da estrada, você chega em Andalsnes, que não tem nada, a não ser 1,000 trilhas para os mais atletas.
  9. De Alsalsnes fui para Alesund. Essa parte você pode pular, a cidade é bonita, mas nada espetacular e como é um dos pontos de parada do Hurtigrunten (o crizeiro) é bem inflacionada (assim como Geiranger).

Ufa! Eu cansei! Mas amei essa minha peregrinação pela Noruega!!!! Mais detalhes sobre os fiordes, olhem o site: http://www.fjords.com/

A proxima dica é sobre Copenhagen! Bjs

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Paris Guide no blog “The Cherry Blossom Girl”

17/07/2009 · 1 Comentário

cherryblossom3Em mais um momento “merchan” do It Girls, que eu adoro, dou a dica de um post em especial que me chamou a atenção:

No post “Quem não se inspira pelas it bloggers do mundo” no It Girls, há a dica de um blog em especial que eu achei muito bacana: The Cherry Blossom Girl da francesinha super estilosa Alix Bancourt

Nele, há um Paris Guide que é o máximo, bem diferente das dicas habituais – sugiro muito dar uma olhada! Eu amei!

Esse blog é considerado o “blog do momento” pelo Teen Vogue, lá tem o perfil da blogueira: ver o link!

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Dicas super descoladas de NYC: Blog da Simone Monte

15/07/2009 · 1 Comentário

dando um rolêzinho pelo site da RG Vogue que eu adoro, acabei indo parar no Blog da Simone Monte - que faz parte dos blogs do site!

Encontrei umas dicas de NYC bem descoladas – as dicas em si não são novidade, mas gostei do “conjunto” delas – acho que dá um bom r0teiro para quem quer badalo! segue o link desse post lá no blog da Simone Monte – sugiro daruma olhada, cheio de fotos legais!

“Segue um roteiro de restaurantes e lugares que adorei. Pura diversão.

Pisando na cidade deve-se ir ao Rose Bar no Gramercy Park Hotel. O melhor lugar da cidade. Gente interessante e com muito estilo. Só entra se estiver com nome na lista ou se a hostess for com sua cara.

Brunch aos sábados é no Bagatelle. Imperdível. Uma farra com música muito alta em plena tarde.

Weverly Inn é o restaurante frequentado por celebridades, na entrada muitos paparazzi de plantão.

Le Bilbouquet – típico bistrot francês, bom para qualquer momento. Super pequeno e se estiver tempo bom, as mesas da calçada são minhas preferidas.

Pastis – fica aberto até as 3 da manhã, mas gosto de almoçar por lá depois de ter passeado pelo bairro.

Cipriani Downtown – Frequentado pelas modelos. Mulheres lindas, lindas.

Blue Hill – Restaurante que o Obama foi jantar outro dia. O Chef Dan Barber é um dos queridinhos de NY. Produtos orgânicos colhidos da própria fazenda. O nhoque é um sucesso da casa.

Pink Kitty Nail & Spa para relaxar e cuidar da beleza. 

Endereços:

Le Bilboquet: Upper East Side – 25 E 63rd Street New York, NY 10021
Between Madison Avenue and Park Avenue
(212) 751-3036

Bagatelle: Meatpacking District, WestVillage – 409 W 13th St
(212) 675-2400

Pastis: Meatpacking District, West Village – 9 9th Avenue
(between 13th St & Little W 12th St)
(212) 929-4844

Cipriani DowntownSoHo – 376 W Broadway New York, NY 10012
(between Broome St & Spring St)
(212) 343-0999

Blue Hill: Greenwich Village – 75 Washington Place @ Avenue Of The Americas New York, NY 10011
(212) 539-1776

Rose Bar: Flatiron, Gramercy – 2 Lexington Ave (@ Gramercy Park Hotel) New York, NY 10010
(between 22nd St & N Gramercy Park)
(212) 920-3300

Pink Kitty Nail & Spa: 728 Amsterdam Ave New York, NY 10025-6327
(212) 316-9800‎

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NK Store Trip Tips: Paris

13/07/2009 · Deixe um comentário

Agora as dicas de Paris que estão na seção Trip Tips do site da NK Store:

La Société: Acaba de ser inaugurado mais um espaço gastronômico para os fashionistas em Paris. O La Société, da família Costes, que ganha nova filial no badalado Saint Germain. O restaurante instalado numa construção do século 19 já atraiu nomes como a família Fendi, Domenico Dolce e Stefano Gabbana, Bernard-Henri Lévy e ex-ministra da Justiça da França, Rachida Dati. A decoração é assinada por Christian Liaigre, responsável pela cara da Selfridges londrina e pelo Mercer Hotel nova-iorquino, com esculturas contemporâneas, como ‘Never Die’ de Marc Rebollo e mobiliário em mogno e couro. No menu, lagosta, camarão, risotos, pratos já tradicionais da cozinha do restaurante, mais novas opções como o sanduíche ‘Le Club Saint Germain’ ou o ‘Paris Gratinée’. 

Germain: O império da família Costes não para de crescer. Depois do elegante Société, criado por Jean-Louis Costes na Place Saint-Germain-des-prés, seu sobrinho Thierry inaugurou mês passado o Germain. Instalada na simpática Rue de Buci a brasserie já se tornou ponto de encontro dos bacanas da cidade. A decoração bem humorada de India Mahdavi garante uma atmosfera despretensiosa e lúdica ao lugar. Em todo caso vale a pena uma visita. Para almoço, jantar ou ainda para experimentar as receitas do Milk bar. Os adeptos do ver e ser visto vão adorar o endereço. Endereço: 25, Rue de Buci 75006 Paris Tel : 01 43 26 02 93

Cristal de Sel: Um bistrô new age, com pratos criativos. Endereço: 13, Rue Mademoiselle 75015 Paris, France +33 1 42 50 35 29

Cucina Napoletana: É um italianinho delicioso, onde quem atende é o próprio chef. Endereço: 6, Rue Castex 75004 Paris, France +33 1 44 54 06 61

Kaiseki Bento: As surpresas desse moderno japonês já começam no endereço: fica no show-room da Toyota. Endereço: 79 avenue des Champs Elysées, 75008 Paris

L’ami Louis: É preciso comer nesse restaurante pelo menos uma vez. Feche os olhos e vá para o século 18. Endereço: 32, Rue Vertbois 75003 Paris, France +33 1 48 87 77 48

L’atelier Joel Robuchon: Em formato de sushi bar, oferece uma cozinha francesa excepcional. Endereço: 5, Rue Montalembert 75007 Paris, France +33 1 42 22 56 56

La Villa Corse: Tudo é bom nessa casa, especializada em pratos da Córsega. Endereço: 164, Boulevard Grenelle, Paris – +33 1 53 86 70 81

Le Versance: É um belo exemplo da cozinha francesa neoclássica: requinte, luxo e um toque de modernidade. Endereço: 16, Rue Feydeau 75002 Paris, France +33 1 45 08 00 08

Café de Flore: Um dos endereços mais emblemáticos da cidade. Ideal para tomar um drink no final do dia, sentar na calçada e olhar o movimento. Endereço: 172, Boulevard St Germain 75006 Paris, France +33 1 45 48 55 26

Chez Tânia: Club com festas after hour bacanas. Endereço: 43, Rue Ponthieu 75008 Paris, France +33 1 42 25 34 04

Ice Kube: Tudo nesse bar é feito de gelo: as paredes, os móveis e os copos. A visita custa 38 euros, dura meia hora e inclui a degustação de quatro drinques a base de vodca. O Ice Kube faz parte do superfashion Hotel Kube, que ousou se instalar num bairro menos glamuroso de Paris. É necessário fazer reserva. Endereço: Passage Ruelle Paris, 75018 00 33 1 42 05 20 00

Le Bar 228: Fica no hotel Le Meurice. Peça champanhe rosé e os aperitivos, que são maravilhosos. O repertório principal do pianista é de música brasileira. Endereço: 228 rue de Rivoli, 75001 Paris, France Tel: +33 1 44 58 10 10

Mini Palais: Restaurante do museu Le Grand Palais. Ele tem só um ano, mas já é super badalado. A comida é ótima, e a cozinha é contemporânea. Como fica dentro do museu, dá até para emendar um passeio cultural. Endereço: Perron Alexandre III – Avenue Winston Churchill 75008 Paris

Le Baron: Para dançar, o Club Le Baron é um dos melhores! Além de ser reduto exclusivo de parisiense, toca muito rock francês e inglês. Para conseguir entrar, só mesmo sendo amigo dos freqüentadores da casa. Turista, por exemplo, não entra. Endereço: 6 avenue Marceau 75008 Paris

Bar du Marche: Para descontrair, uma boa pedida é tomar um café no Bar du Marché. Localizado no coração de Saint Germain, está sempre lotado de gente descolada. O legal é sentar na varanda e ficar observando as pessoas passeando pelas ruas. Endereço: 75 rue de Seine, 6º

Le Jules Verne: O megachef Alain Ducasse criou recentemente seu mais ambicioso e inventivo projeto. No segundo andar da Torre Eiffel, o chef convida os clientes a mergulhar no universo lúdico do escritor Jules Verne. Ele convocou o modernoso designer Patrick Jouin para reformar o espaço. A 125 metros do chão, parece insólito, e é. O design é futurista, as cadeiras são de fibra de carbono, com assinatura Pininfarina (mesma da Ferrari). Se estiver em Paris, não deixe de ir. O lugar é único.

Corso: O designer Robert Stadler, criou este novo café em Montmarte, chamado Corso. Ele também foi o responsável pelas janelas da Christian Dior no último natal.

Baxo: Três jovens empresários, super descolados da sociedade local, resolveram abrir um negócio juntos. O Baxo é um mix de restaurante lounge e baladinha que tornou-se super popular na cidade das luzes tudo por conta dos seus deliciosos drinks e coquetéis. Endereço: 21, Rue Juliette Dodu 75010 Paris, France +33 1 42 02 99 71

Cojean: Quem sai do Louvre e quer uma comida leve e rápida, precisa conhecer o Cojean. O local é atraente e os garçons super simpáticos servem sanduíches com peito de peru, brioches, guichês, granola caseira, sucos, saladas além de calorosas sopas. Endereço: 17 boulevard Haussmann 75009

Coffee Union: Um cafezinho é sempre bom principalmente quando degustado em um lugar agradável e aconchegante. No Coffee Union, além de café você encontra deliciosos biscoitos de coco ou chocolate. E melhor tudo, o lugar é super cool. Endereço: 11, Bd Filles du Calvaire 75003 Paris, France +33 1 42 77 51 99

La Perla: Há três anos Jean Phillipe Nikoghossian comprou uma brasserie no Marais para transformá-la no seu bar ideal: “um grande balcão no interior, mesas na calçada, champagne de primeira e clientela bonita”. Rebatizou o local de La Perla, nome de quando o imóvel foi construído, em 1900. John Galliano que mora ao lado, costuma enfeitar o ambiente, além de Vanessa Paradis que volta e meia também aparece por lá. De manhã é servido café, no almoço funciona como brasserie e depois das 18 o bar começa a encher. Endereço: 26 Rue Francois Miron Paris 4e

Coffee Parisien: Lugar descolado; decoração cool, com cara de lanchonete americana; hambúrgueres deliciosos. Mas, atenção, você não pode sair dali sem provar a tarte tartin. É, de longe, a melhor! Endereço: 4, Rue Princesse, Paris – +33 1 43 54 19 60

Café Ruc: Outra empreitada dos irmãos Costes, o Café Ruc é ideal para sentar na janelinha (nas confortáveis poltronas de veludo) e ver o mundo passar lá fora. A trilha sonora é cool e a comida, excelente. Dica: batatas fritas fininhas e crocantes, para acompanhar o tartare poelé. Endereço: 159, rue Saint-Honoré, tel: 1-4260-975

La Suíte: Um restaurante que vira boate. Reserve uma mesa para jantar com uma vista maravilhosa, com o teto do restaurante aberto. Depois da sobremesa eles convidam você para uma outra mesa. Enquanto isso, os convidados da boate chegando, num espaço anexo. Num dado momento, todo mundo se encontra: o restaurante vira uma grande pista de dança.

Hotel Costes: Hotel moderno com bar e restaurantes incríveis. As noites de Segunda feira são ótimas! Endereço: 231, Rue St Honoré 75001 Paris, France +33 1 42 96 98 46

Ladurèe: A marca começou em 1862. A decoração da doceria é de Jules Cheret, pintor do final do século. Ele se inspirou em técnicas utilizadas para o teto da Capela Sistina e da Opera Garnier. No teto existe um anjo, o ‘o anjo doceiro’, logotipo oficial da casa. O maior sucesso é o macaron, biscoito crocante por fora e cremoso por dentro, feito de amêndoas, açúcar e clara de ovo. Existem 16 sabores diferentes. Endereço: 21, Rue Bonaparte, Paris – +33 1 44 07 64 87

Cafe Marly: Ótimo e animado para almoçar… O melhor lugar é o terraço com a vista para o Louvre. Endereço: 93, Rue Rivoli 75001 Paris, France +33 1 49 26 06 60

L’Avenue: Restaurante ótimo a qualquer hora do dia Dos mesmos donos do Cafe Marly Está sempre cheio de gente bonita Servem os chás da melhor casa de Paris Mariage Freres Uma boa pedida é o chá verde com flores e frutas o Marco Pólo. Endereço: 41 Avenue Montaigne, +33 1 40 38 19 88

Chez Georges: Muito bacana e descolado A comida é ótima o atendimento MARAVILHOSO um dos mâitres é brasileiro e a vista dispensa comentários A Torre iluminada à noite. Lindo. Endereço: 273, Boulevard Pereire, Paris – +33 1 45 74 31 00

Cristal Room Baccarat: Bonito chama muita atenção O risotto de morilles (tipo de champignon típico da França) é MARAVILHOSO – imperdível. Endereço: 11 place des Etats Unis 75116 Paris

Bound: É descolado moderno e despretensioso O sushi é muito bom. Endereço: 51, Avenue George V, Paris – +33 1 55 35 36 92

Kong: Muito bacana A comida não impressiona mas o lugar compensa a noite O projeto é do Phillip Starck e a vista é linda. Endereço: 1, rue du Pont Neuf, 75001 Paris Tél. 01 40 390 900

Mood: Restaurante asiático. Endereço: 114, Avenue des Champs-Elysées 75008 Paris, France +33 1 53 45 80 11

La Table de Joel Rebuchon: Comida maravilhosa lugar lindo e super bem freqüentado. Endereço: 16 Avenue Bugeaud

Plaza Athenée: Situado na Avenue Montaigne a alguns passos da avenida Champs Elysées e das margens do Sena o lendário hotel abriga o restaurante de alta gastronomia do chef Alain Ducasse e o bar que serve drinques únicos e criativos em ambiente contemporâneo. Endereço: Avenue Montaigne 25, 75008 Paris, France +33 1 53 67 64 60

L’Esplanade: A decoração cria uma atmosfera parisiense e a comida é muito boa. Endereço: Ao lado dos Invalides – 52 rue Faubert

Thiou: Comida thai delicada apimentada sem exageros Bela decoração e local bastante movimentado. Endereço: 49, Quai Orsay, Paris – +33 1 40 62 96 50

La Regalade: Bistrô campeão Sempre lotado é impossível ir sem reservar. Endereço: 49, Avenue Jean Moulin

Le Voltaire: Cozinha tradicional bem boa Ambiente elegante clientela tradicional e chic. Endereço: 27, Quai Voltaire, Paris – +33 1 42 61 17 49

Benoit: Bem legal tipo bistrô mais caro e com pratos ótimos Ostras quentes com manteiga de gengibre e suflê de laranja. Endereço: 20 rue saint martin 75004 paris, France +33 1 42 72 45 68

L’Epi Dupin: Maravilhoso. Cozinha super criativa no gênero La Regalade. Endereço: 11, Rue Dupin 75006 Paris, France +33 1 42 22 64 56

Tan Dihn: Oriental com menu criativo Ravióli de lagosta no vapor e espetinho de vitela com cardamomo. Endereço: 60, Rue Verneuil 75007 Paris, France +33 1 45 44 04 84

Gaya Rive Gauche: Só frutos do mar Os mais frescos de Paris Maravilhoso. Endereço: 44, Rue Bac 75007 Paris, France +33 1 45 44 73 73

Le Markt: A comida é ótima – do Jean Georges (famoso em NY). Endereço: 15, Avenue Matignon 75008 Paris

Spoon: Um dos bistrots do Ducasse. Endereço: 14, rue de Marignan / 75008

Cabaret: Restaurante bem legal. Endereço: 2 place du Palais Royale

Bar du Theatre: O melhor steak tartar da cidade

Sensing: Moderno mais clássico lindo e a comida MARAVILHOSA. Endereço: 19, Rue Bréa 75006 Paris, France +33 1 43 26 99 27

Caviar Kaspia: Blinis com salmão de entrada e batata assada com caviar como prato principal Para quem gosta maravilhoso. Endereço: 17, pl de la Madeleine, Paris, France 75008 · 01 42 65 33 52

Livraria OFR: Vá até a livraria OFR para formar uma biblioteca. Endereço: 30 rue Beaurepaire, 75010

Toustem: Transferindo o centro das atenções da rue d’Assas para o coração do quartier latin de Paris, a chef Hélène Darroze abriu o bistrô New Age Toustem – que significa ‘Sempre’ em seu dialeto nativo de Landes, no sudoeste. Instalado no porão de uma casa histórica, a designer Matali Crasset misturou o teto abobadado, as paredes de pedra e as vigas de madeira do século XIII com um toque mais contemporâneo. Pelas três salas, uma brilhante tinta laranja escorre pelas cadeiras, pinga no chão e borra a decoração, que é intensificada por detalhes verdes de actos. Recordando memórias da infância, o Toustem é contagiantemente lúdico: um perfeito mise en bouche para provar uma gama de pratos e tapas com inspiração basca, que são ao mesmo tempo genuínos e inventivos. Um lugarzinho gastronômico perfeito a um preço justo. Endereço: 12 rue de l’Hôtel Colbert, 75005 Paris

Hotéis… 

Le Placide: Apesar de St Germain ter mais do que suficientes hotéis- boutique para nos hospedarmos, é sempre excitante conhecer lugares novos. O Le Placide fica ao lado do Bon Marche e perto de todas as lojas de moda e galerias de arte. Situada em uma antiga townhouse do século XIX, a decoração contemporânea foi planejada por Bruno Borrione, do escritório de design de Philip Stark. O lounge tem confortáveis áreas cor-de-areia, com paredes de madeira e cortinas castanhas combinando. Todos os 11 quartos têm papéis de parede da Cole & Son com estampa de árvores cinza, e móveis brancos animados por cortinas e cobertores coloridos. Ao lado da cama há um banco de couro branco com uma mesinha cromada redonda. Cada andar oferece um tema de cor diferente. O segundo andar é cinza-amarronzado, o terceiro é preto e branco, o quarto é violeta, etc. Todos os banheiros têm vista para o pátio e são separados do restante do quarto por cortinas de veludo. Endereço: 6 rue Saint-Placide, Paris 6eme

Le Bristol: Apesar de todas as características de um hotel de luxo, a simpatia e o aconchego dos funcionários mostram o que é hospitalidade. Além disso, o brunch do hotel é imperdível. Endereço: 112, rue du Faubourg

Hôtel Petit Moulin: São 17 quartos, todos decorados por Christian Lacroix, no Marais. Os estilos viajam do barroco ao mais clean escandinavo. Endereço: 29/31, Rue du Poitou 75003 Paris, France +33 1 42 74 10 10

Hôtel Royal Saint-Honoré: Fica em frente à Miu Miu, no miolo de uma das ruas mais famosas de Paris. Foge dos grandes e conhecidos hotéis, mas não deixa de ser charmoso e aconchegante. Endereço: 221, rue Saint-Honoré

Relais Saint-Germain: Charmoso, mas o que vale mesmo é seu delicioso café da manhã e a garantia de reserva ilimitada no seu, hoje muito disputado, bistrô Le Comptoir. Quartos pequenos, local movimentado, mas sorrisos à vontade e distância adequada a tudo e a todos. Endereço: 9, Carrefour de l’Odéon 75006 Paris, France +33 1 43 29 12 05

Hotel Daniel: O Hotel Daniel foi projetado para aliviar o stress do cotidiano, oferecendo todos os confortos de uma residência particular aliados ao luxo de um ‘palácio’ em miniatura, onde se cultiva a arte do bem viver. É decorado no estilo do século XVIII, inspirado na arte da chinoiserie, mesclando influências orientais. Endereço: 8, Rue Frédéric Bastiat – 75008 Paris, France, +33 1 42 56 17 00

Fouquet’s-Barrière: Como se já não houvesse maravilhosas opções de hospedagem em Paris, mais um hotel luxuoso é inaugurado. Situado na esquina das avenidas George V e Champs Elysèes, o Fouquet’s-Barrière já chega com nome e sobrenome de peso. Fouquet’s é o nome do lendário restaurante, anexo ao hotel, que existe desde 1899. Barrière vem do grupo Lucien Barrière, que controla hotéis, casinos e restaurantes pelo mundo. Paredes forradas com couro bordado a mão, colunas com folha de ouro no lobby e um spa todo de madeira teça, com escotilhas que fazem o espaço parecer um navio. 

Le Meurice: Um dos mais tradicionais hotéis franceses, fundado ainda no século 19, o Le Meurice teve recentemente seu lobby todo reformado pelo onipresente Philippe Starck. O arquiteto e designer francês fez uma renovação sutil, porém de efeito. Localizado no centro de Paris, ao lado dos Jardins des Tuileries, entre a Place de La Concorde e o Louvre, e a apenas alguns minutos da Place Vendôme, o hotel foi aberto em 1835. O principal restaurante, chamado também Le Meurice, é um capítulo à parte. À frente do fogão está o chef Yannick Alléno, que, com sua cozinha regional, levou o espaço à cotação máxima de três estrelas no Guia Michelin. A decoração, imponente, é inspirada no Salão da Paz do Castelo de Versailles. Endereço: Rue de Rivoli 1er Arrondissement

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NK Store Trip Tips: Milão

13/07/2009 · 1 Comentário

mais dicas legais do site da NK Store… Agora é Milão!

Club Hollywood: Reduto das tops mais bonitas da Itália. Nove entre dez modeletes de Milão batem cartão lá.

Town House Galleria: O novo hotel em Milão, situado na Galleria Vitório Emanuele II, símbolo de elegância e patrimônio histórico da humanidade, foi construído em 1876. As características arquitetônicas são marcantes, com tetos pintados a mão e enormes janelas blindadas preservadas para fornecer aos clientes um ambiente único. O Town House Galleria possui 24 suítes projetadas com uma moderna mobília, um restaurante com excelente cozinha e um requintado Spa. Outro diferencial é o serviço personalizado. Antes de chegar no hotel os hóspedes são contactados para atender todas as suas exigências como por exemplo: qual a temperatura ideal do quarto, se ele prefere que a roupa de cama seja em linho ou algodão, se o ambiente musical deve ser estéreo e assim por diante. Além disso, os hóspedes também têm direito a um mordomo exclusivo para fazer reservas nos melhores restaurantes da cidade, comprar bilhetes para shows, engomar as roupas, deixar os sapatos brilhando, dentre outros serviços indispensáveis. Endereço: Via Silvio Pellico 8, Milan 20121, Italy Tel: 39 0289058297 (Os preços das diárias chegam a 800 euros)

Gold: O primeiro restaurante dos estilistas Domenico Dolce e Stefano Gabbana, chama-se Gold. Fica na Via Poerio, atrás do cinema Metropol (comprado pela dupla para abrigar seus desfiles). No térreo, um bistrô casual, bar e café e no primeiro andar, pratos sofisticados. Endereço: Via Carlo Poerio 2/A

Nobu: É o restaurante japonês que tem no Armani, uma delicia, super exótico! Endereço: Via Manzoni 31 

Giallo: Cantina italiana, muito antiga, com especialidade de carpaccio crus e cozidos. Também tem umas polpetas de entrada muito gostosas! Endereço: Via Milazzo 6 Milano, Tel. 02 6571581 – 02 6599589

Lamour: Bem perto do Giallo, um pouco mais point e mais fashion. Risoto verde é o predileto, que é de espinafre, mas tem sabor de queijo. Tudo ali e muito bom não tem erro. Endereço: Via Solferino, 25

Mister Angus: Restaurante argentino, carnes maravilhosas! Endereço: Via Matteo Bandello, 22 – 20123. Telefone: +39 02 43982638

Il Gatto Nero: No alto da montanha de Como, com vista para o Lago, comida maravilhosa. Tão bom de dia quanto de noite. Endereço: Via Monte Santo 69, Royenna – 031/512042

Dal Bolognese: Embaixo do Hotel Príncipe de Savoya, uma delicia! Pastas e risotos! Endereço: Piazza Della Repubblica, 13 – 20124. Telefone: +39 02 62694843

Paper Moon: Atrás da Montenapoleone, tudo também é muito bom. Gostoso para almoçar no meio das compras. Endereço: Via Bagutta, 1 – 20121. Telefone: +39 02 76022297

Il Salumaio: Ao lado do Dior mulher, na Montenapoleone, pausa de comprinhas! Endereço: Via Montenapoleone 12. Telefone: +39(02)784-650

Chedi Hotel: A marca Chedi é famosa por seus elegantes resorts e hotéis em lugares como Ubud em Bali, Phuket e Chiang Mai na Thailand e Muscat em Omã. Este é o que eles chamam de ‘resort metropolitano’ e é o primeiro empreendimento da empresa em um hotel de negócios urbano. Instalado em uma área residencial perto da Viale Certosa, o Chedi está bem posicionado em relação à nova Fiera e o novo Triennale Bovisa. Com inspiração de raízes indonésias, o designer de interiores Jaya Ibrahim visionou um refúgio tranqüilo com tons calmantes e materiais terrosos no meio da metrópole italiana. Nuances de areia, ocre e laranja se misturam a texturas em madeira, bronze, pedra, cerâmica e mosaico, tecendo um ambiente majestosamente terreno desde o lobby central até cada um dos suntuosos e modernos quartos. Uma extensão do projeto naturalmente harmonioso de Ibrahim, o restaurante Chedi oferece tanto especialidades locais quanto exóticas criações asiáticas. Um lustre cúbico composto de faixas finas que parecem conchas é um sinal verde para o moderno cenário do design milanês, enquanto brilhantes lustres cor-de-laranja menores iluminam as mesas escuras e o ambiente de madeira, como faróis em uma aconchegante vila javanesa. Endereço: Via Villapizzone 24, 20156

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NK Store Travel Tips: Londres

12/07/2009 · Deixe um comentário

já mencionei aqui várias vezes que eu adoro a seção Travel Tips no site da NK Store (além de achar  NK Store bacanérrima), então separei algumas dicas legais que estão no site:

Londres 

Boujis: Não tem como não citar essa casa noturna. Ela se destaca por ser super selecionada, e freqüentada só por gente bacana. Vários famosos. Mais vip, impossível.
Endereço: 43 Thurloe St

Shoreditch House: é o novo private member’s club e fica no East London. Os membros podem passar o dia todo lá, e tem a opção de tomar um café da manhã, trabalhar, fazer tratamentos de spa, entre vários espaços: piscina, sauna, bar/pub com mesas de jogos, café, biblioteca, uma sala com brinquedos para criança, sala com lareira. Mas tudo super cool e despretencioso. Alguns dos freqüentadores: o pessoal do London Fashion Council, Amy Winehouse além de importantes estilistas.
Endereço: Ebor Street, Shoreditch, East London

Connaught: Fundado em 1897, o Connaught, um dos mais tradicionais e sofisticados hotéis de Londres, em Mayfair, reabre depois de quase um ano de reforma com instalações modernizadas e novo spa de luxo. Em um prédio clássico tombado pelo patrimônio histórico, o novo projeto procurou não afetar o glamour antigo que lhe é tão precioso. A reinauguração vai deixar Londres ainda mais charmosa. (diárias a partir de 500 euros)

Zuma: Oriental cool, freqüentado por executivos e meninas legais. Ficar no bar é uma boa opção também, peça um Martini.
Endereço: 5 Raphael street, Knightsbridge, London SW7 1 DL

Oxo Tower: Cozinha contemporânea. Escolha uma mesa no terraço com vista para o Rio Tâmisa, inesquecível. Peça um Mojito.
Endereço: Wharf Barge House st. South Bank
tel: 020 78033 888

Automat: Cozinha americana, ótimos steaks. Muita gente bacana! Peça uma mesa no fundo perto do bar. Alexander McQueen e Kate Moss vão sempre.
Endereço: 33 Dover Street Mayfair tel: 020 7499 3033

San Lorenzo: Italiano muito bom! Vale a pena experimentar. Detalhe: não aceitam cartão de crédito.
Endereço: 21-23 Beauchamp Pl, London, SW3 1NH1

Nobu: Esse é um dos que tem que ir. Peça uma mesa no lounge do térreo, é mais animado e a luz é ótima. O cardápio é o mesmo do andar de cima.
Endereço: 19 Old Park Ln, London, W1

Cocoon: Asiático. A decoração é uma atração a parte, mistura moderno com kitsch, muito cool. Vale a pena conhecer.
Endereço: 65-67 Regent St, London, W1B 4EA

Hakkasan: Chinês bacanérrimo. A decoração sofisticada e luz na medida, muita gente bacana! Esperar no bar já é um programa legal. Peça um Martini e fique de olho nas pessoas, sempre vai alguém conhecido.
Endereço: 8 Hanway Pl, London, W1T 1HD

Electric Brasserie: Restaurante cool e despretensioso em Notting Hill. Gente jovem e bonita tanto no almoço quanto no jantar. Peça as famosas batatas fritas de entrada.
Endereço: 191 Portobello Road, W11 2ED

Tate Modern: É o restaurante do Famoso Museu-galeria. A vista é espetacular do sétimo andar. Cardápio bem elaborado. Aproveite e conheça o Museu que é super bacana.
Endereço: 25 Sumner St, London, SE1 9TG

Sanderson: Um dos hotéis feitos por Philippe Starck. A decoração é uma atração à parte, os quartos são inesquecíveis. Uma experiência que vale a pena. Tomar um drink no bar é fundamental.
Endereço: 50 Berners St, London, W1T 3NG

Bistrotheque: Super cool! Ótimos drinks e só gente bacana. Frequentado por Marc Jacobs, Luella Bartley, Hedi Slimane.
Endereço: 23-27 Wadeson Street, London, E2 9DR

The Landau: Desde o Nobu, em Mayfair, ao novo Artesian Bar, Londres está salpicada pelas chiques criações do David Collins Studio. Com a inauguração do restaurante The Landau, este dream team arquitetônico pode incluir mais um elegante sucesso ao seu portifólio. A entrada para a área do jantar é por meio de um corredor feito de calcário e tijolos, com luminosas cristaleiras enfileiradas, ostentando as garrafas da carta de vinhos do restaurante. Biombos de chinoiserie de seda escondem duas áreas de jantar privativas, enquanto painéis de parede de madeira dourada e exclusivos lustres de metal conferem um ar de antiguidade aos móveis contemporâneos feitos de couro em tons de dourado, azul e jade. O toque final dessa atmosfera misturada vem de pratos característicos, como atum bluefin com manga e vieiras de Orkney tostadas do chef Andrew Turner, servidos em delicada louça desenhada por Vera Wang.
Endereço: The Landau @ Hotel The Langham – Portland Place, Londres W1B 1JA

Harvey Nichols Bar: A Harvey Nichols há tempos tem a reputação de campeã de inovação, frequentemente apoiando marcas de moda menos conhecidas. O elegante bar contemporâneo não apenas tem um dos mais longos cardápios de coquetéis que já vimos, mas se nada lhe agradar, você pode usar o inventivo serviço personalizado do bar. Sob a direção criativa do cocktail guru Nick Strangeway, uma gama de métodos de maceração foi usada para criar uma experiência etílica altamente personalizada, pela qual os freqüentadores podem ter seus próprios ingredientes incorporados à sua bebida. Um glamour acessível e elementos russos icônicos foram combinados para criar um look construtivista moderno para o Fifth Floor Bar, que é ao mesmo tempo surpreendente e convidativo. Deixe o tempo passar no característico bar circular com sua própria Torre de Tatlin ou, para uma experiência verdadeiramente gastronômica, vá ao impressionante espaço de vidro vermelho que funciona como sala privativa de brindes, uma homenagem à tradição russa de apreciar comida e vodka juntas.
Endereço: Harvey Nichols, 109-125 Knightsbridge – Londres SW1X 7RJ

Maddox restaurant: Já muitíssimo bem cotado entre os estabelecimento de Mayfair, lotados de celebridades-sócias, o Maddox Club ganhou vantagem sobre seus concorrentes Pangaea, Mahiki e The Cuckoo Club abrindo um restaurante. Pertencendo a Fred Moss, que abastece vários outros estabelecimentos de Londres, e suprido por Samy Chams, também velho conhecido da cena clubber, o empreendimento culinário do Maddox quer se provar tão exclusivamente popular quanto o bar. Suspenso no ar rarefeito do bar térreo e acessado por meio de uma etérea escadaria de vidro, o espaço é uma suntuosa mistura de superfícies palpáveis e ambientação obscura. Luminárias com brilho intenso e sinuosos sofás de couro garantem uma atmosfera aconchegante, mas glamourosa, e o menu italiano é igualmente bem balanceado. Pratos sofisticados como perca assada com guazetto de frutos do mar e sobremesas adoradas, incluindo tiramisú e pannacotta são tão agradáveis quanto o balsâmico ar no terraço.
Endereço: Maddox Club – 3-5 Mill St, Londres W1S 2AU

Bacchus restaurant: Cozinhar a vácuo pode parecer um pouco neurótico para os não iniciados, mas os aspirantes a Adrià e os Blumenthals em desenvolvimento logo esclarecem: a grande tendência culinária do momento consiste em cozinhar alimentos a vácuo em temperaturas extremamente baixas para reter tanto quanto possível sua cor, textura e nutrientes originais. O Bacchus, em New Shoreditch, é o pioneiro no método sous-vide de cozinhar no Reino Unido e está incorporando pratos tradicionais preparados sous-vide em seu cardápio, que também apresenta pratos diferentes que deixam todos imaginando de que se trata realmente: o lingüini preto e branco, por exemplo, não é massa da forma como conhecemos, mas uma mistura que imita massa feita de tinta de lula com gelatina. Gostamos também da decoração, que mistura a estética escandinava minimalista com cadeiras escolares inglesas de 50 anos.
Endereço: Bacchus – 177 Hoxton Street, Londres

Vbar: Lubov Shurmer e sua filha Marianna Istomina levaram pela primeira vez a cuisine moderna japonesa a St Petersburg seis anos atrás, e recentemente tomaram Londres de assalto com seu vistoso restaurante Viktor, onde o chef Uji serve tempura de camarão com amêndoas e mel e coxas de pato com pêra embebida em sakê e laranja. Ávida por se beneficiar pelas recém-relaxadas leis de alvará, a dupla acabou de abrir o Vbar no andar de baixo. Bebedores de fim de noite são atraídos para este glamouroso recanto subterrâneo pelo lindo mural de Richard Bagley com inspiração japonesa, que cerca a escadaria, enquanto a guru do décor Emily Todhunter criou um espaço aconchegante e sensorial usando iluminação baixa e tecidos luxuosos, papéis feitos à mão e acabamentos texturizados em berinjela, laranja queimado e fortes tons de rosa.
Endereço: 116 Knightsbridge – Londres

Annex 3: Desde que abriu seu restaurante Les Trois Garçons no East End de Londres em 2000, o trio formado por Hassan Abdullah, Stefan Karlson e Michel Lasserre tem deixado um rastro no badalado cenário da hospitalidade do Reino Unido. Seu Loungelover bar, virando a esquina do Les Trois Garçons, arrebatou um monte de prêmios por seu interior selvagemente eclético e criativo cardápio de coquetéis, e seu mais recente empreendimento, o Annex 3, perto de Oxford Circus, se tornou um dos pontos mais resplandescentes da capital. A construção da virada do século já abrigou antes uma biblioteca, uma desanimada boate de pole dancing e um restaurante, mas quando o trio a comprou, o interior parecia um horroroso banheiro cor de salmão. Saíram os azulejos, revelando o piso original de mosaico, que se tornou característico do bar onde duas cadeiras-stiletto vermelhas de uma loja de sapatos de Paris e um modelo em estanho de uma atração de parque de diversões da Suécia tomam o lugar principal. Uma enorme águia do mercado de pulgas de Isle-sur-la-Sorgue, cercada por luminárias de acrílico da década de 1970s dá as boas vindas aos freqüentadores na recepção, e uma escultura em mosaico de um boxeador surge de uma parede dourada ali por perto. Lisa Whatmough, da Squint, estofou um canto com seu característico patchwork de tecidos retrôs, e há uma parede inteira dedicada a uma violenta representação de um naufrágio, e o bar é uma explosão abstrata de preto e branco. Para garantir um fluxo contínuo de jovens glamourosos entrando pela porta, o Annex 3 abre para o almoço, jantar e chá da tarde (apesar de a comida ainda não ser tão impressionante quanto a decoração) mas, graças a seu deleitável menu de drinks, é no início da noite que o espaço realmente fica animado.
Endereço: Annex 3 – 6 Little Portland Street, Londres W1

The Botanist: O ambiente sofisticado e moderno é o primeiro atrativo do The Botanist, em Sloane Square. O restaurante não é freqüentado por turistas e a decoração é incrível. No fim do dia é o lugar mais concorrido da região. É lá que todo mundo vai para tomar um drink e encontrar os amigos depois do trabalho. O menu é variado e a comida muito boa.
Endereço: 7 Sloane Square  
Telefone: + 44 20 7730 0077

Eight Over Eight: O Eight Over Eight, que fica na Kings Road, em Chelsea, mistura as cozinhas orientais: thai, chinesa e japonesa e apresenta um resultado muito bom. A entrada mais pedida é a lula com chilli servida em um cone de jornal. O sashimi de ‘yellowtail’ também é imperdível. De sobremesa: ‘berries’ congeladas com calda quente de chocolate branco.
Endereço: 392 Kings Road
Telefone: + 44 20 7349 993

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Mochilada da Carol B: Dicas de Tallin, na Estônia!

11/07/2009 · Deixe um comentário

estoniaVocê já viu um blog com dicas da Estônia? Pois é, caro leitor, aqui no Tem a Ver Comigo tem!

Minha querida amiga (de quem estou morrendo de saudade) Carol B. nas suas andanças pelo mundo, manda dicas da Estônia!

Tallin – já ouviu falar??? Ok… admito que geografia nunca foi meu forte… sou péssima, sempre fui! Por isso, não tinha a menor idéia de que a capital da Estônia ficava a duas horas de barco de Helsinki. Sinceramente, eu não sabia nem qual era a capital da Estônia! Ai, que vergonha!

Enfim, como tinha um dia de “sobra” na Finlândia, fui pesquisar minhas opções de day trips e escolhi Tallin, cujo centro antigo esta na lista de patrimônios da humanidade da Unesco.

De manhã, peguei o catamarã e após duas horas estava em Tallin.

O centro antigo fica a 5 min a pé do desembarque (usei a companhia Linda Express) e passei um dia super agradável em uma cidade medieval. Não tem muita dica… tem que andar pelas ruas… almoçar com calma e curtir a cidade que é bem bonita.

Eu gostei de ver:

- os lookout points de Koompea

- a catedral russa: Alexander Nevsky (vale a pena entrar)

- as muralhas que cercam a cidade

- Town Hall Farmacy..aberta no séc XV e muito bem conservada

- o clima medieval da cidade

Agora estou em uma peregrinação pela Noruega… Beijos Carol

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Organizando uma viagem para a Athenas, Mykonos e Santorini (Grecia)

10/07/2009 · 2 Comentários

santorini1Bom, pelo jeito a Grécia é uma das “it destinations” desse verão europeu… Eu vou no comecinho de setembro!

Quando ir: entre maio e setembro; sendo que o badalo é entre julho e metade de setembro – aí depende do que tu estás buscando. A low season é até o fim de junho normalmente e a partir da metade de setembro.

Como chegar lá: não existe vôo direto do Brasil para a Grécia; então, capricha na escolha – dá para ir via Paris, Roma, Milão, Zurich… Eu vou via Paris. Dá para ir de Tam ou de Air France e vi que, caso não se vá de milha, a Air France é mais barata que a Tam e tem horário ótimos de vôos. (obs. comprei minha ida e volta de Air France antes do fatídico acidente, mas sinceramente tô na boa com isso)

As duas companhias aéreas mais conhecidas da Grécia são: Olympic Airlines e Aegean Airlines – em ambas dá para comprar passagem Paris – Athenas, por exemplo; Athenas – Mykonos; Athenas – Santorini… Em ambas dá para comprar online! Eu acabei comprando os meus trechos Paris – Athenas; Athenas – Santorini e Mykonos – Paris pela Olympic Airlines.

Quais cidades/ilhas visitar:  Farei o básico: Athenas, Mykonos e Santorini (também conhecida como Thira).
Outra coisa: Mykonos e Santorini fazem parte das Cyclades Islands- então quando tu ver essa expressão, já sabe que elas estão incluídas.

Como ir de um lugar para outro? Da cidade européia que tu escolheres para Athenas – vai de avião via Alitalia, Olympic, Aegean Airlines… Eu farei Paris – Athenas de Olympic Airlines. Depois de Athenas para Mykonos ou Santorini tmb se vai de de avião via Olympic ou Aegean Airlines. De Mykonos para Santorini (ou vice-versa), tem que ir de Ferry Boat. Acabei de comprar o ferry que vai de Santorini para Mykonos no site da Hellenic Seaways - custa 41,50 euros por pessoa.

Onde se hospedar:

- em Athenas não tenho nenhuma dica específica, mas os hotéis St. George Lycabettus Hotel (mais de design) e Divani-Palace Acropolis (maiorzão) me pareceram bons. Vou me hospedar no Meliá que tem lá – o preço é super justo, é perto da Acrópolis e Athenas é só um pit stop na viagem!

- Em Mykonos, apesar de ter vários hotéis legais, parece que o Belvedere é a melhor pedida pela localização perfeita. Já me disseram que os quartos são super pequenos, especialmente levando em conta o preço – mas que à noite é um saco estacionar no fervo de Mykonos e estando no Belvedere, tu já estás no lugar certo. A melhor tarifa que eu consegui do Belvedere foi através do próprio hotel – e é lá que eu vou ficar! Destaque também para o Cavo Tagoo e o Blu que recomendaram…

- Em Santorini, me disseram que tem menos coisa para fazer que Mykonos – então é melhor caprichar mais no Hotel em Santorini para ficar jogado curtindo a vista e tal. Me recomendaram muito bem tanto o Kirini como o Katikies, ambos são do mesmo dono e ficam em Oia… são beeeem caros! Eu vou ficar no Katikies. Os mesmos donos têm tmb o hotel Sun Rocks, mais perto de Fira (em Firostefani). E eu vi uma dica no site do NY Times de um lugar chamado Astra Apartments, que pareceram ser bem legais e as reviews do tripadvisor.com para esse hotel tmb são ótimas. 

- Em Paris, eu vou me hospedar no Hotel des Saints Peres (dica da Georgiana), que fica em Saint Germain!

O que fazer por lá:

- Tenho dicas de Mykonos: ver post com as dicas do donos do Belvedere e ver blog “O mundo de jujuba” com dicas de restaurantes em Mykonos e quais praias ir; dicas da seção Diário de Viagem da RG Vogue e também segue o link do New York Times – Travel Guide. Pelo jeito em Mykonos é legal alugar carro, jeep ou motinho para ir para as diferentes praias, etc… estou levantando essa informação direito.

- Em Athenas, segue o link do roteirinho do New York Times – Travel Guide

- Santorini: vou descobrir com a Leca, minha amiga querida, que sabe tudo de Santorini! Mas, por enquanto, segue o link do New York Times – Travel Guide e as dicas da seção Diário de Viagem da RG Vogue 

 

IMPORTANTE: Para quem não tem passaporte europeu, é obrigatório ter um seguro de saúde específico para entrar na Europa. Na Assist Card, por exemplo, esse seguro se chama Euro Classique e para uma viagem de 15 dias custa o equivalente a USD185. MAS, se você compra a sua passagem no cartão de crédito, você ganha esse seguro (e é extensível ao cônjuge)…

 

DICA ÚTIL: Para ligar a cobrar para o Brasil via Embratel…

Da Grécia, ligue: 800-161-2205-4194

Da França, ligue: 800-99-0055

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