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Mochilada da Carol B. pela China: Yangshuo

23/10/2009 · Deixe um comentário

YangshuoUltima parte da odisséia chinesa da Carol: Yangshuo

Deixei Yangshuo por último, a vila considerada um dos pontos altos da visita a china. Yangshuo fica a beira do Rio Li e é rodeada por montanhas de calcário. A paisagem é realmente linda, mas eu esperava mais.

Chega-se a Yangshuo por Guilin. Não vale ficar em Guilin, vá direto de lá (que tem aeroporto) para Yangshuo. O ideal é pegar um barco e fazer o cruzeiro de 4 horas pelo Rio Li. Eu resolvi ir de “bamboo raftinng”, um barco motorizado de bambo que comporta seis pessoas. Achei mais legal que ir nos barcões lotados de turistas chineses. Meus companheiros de viagem foi uma familia de chineses fofa que acabou me “adotando” pelo passeio, tiraram fotos, me convidaram para almoçar, me deixaram em Yangshuo…tudo isso sem falar uma palavra de inglês.

Yangshuo tem muitos hotéis bons. Encontrei uma amiga minha que, por coincidência, estava na cidade, que ficou no Yangshuo Montain Retreat.

O Lugar é lindo e a comida, ótima!

Entre os passeios, o ideal é alugar uma bicicleta e explorar os vilarejos locais, o centro de Yangshuo é bem sem graça…cheio de restaurantes para nós, ocidentais, e baladas impagáveis para os chineses (entre em uma só para ver qual é).

Fui até o Moon hill que é bonito e também a Moon Water Cave…a caverna, famosa por seu banho de lama, é sem gracérrima, na minha opinião! Eu nem me aventurei a entrar na lama….to fora!

De Yangshuo, peguei um ônibus até Nanning, o ponto mais próximos da região para agilizar o visto da o Vietnã (dá para fazer isso em Yangshuo, mas demora mais e custa mais caro!).

Amanhã estarei no Vietnã…e mando noticias!

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Mochilada da Carol B na China: Provincia de Yunnan

01/10/2009 · Deixe um comentário

yunnan_lijiang_teichNossa querida mochileira manda dicas do lugar que ela mais curtiu na China: Provincia de Yunnan

Disparado o lugar que eu mais gostei na China! Apesar de ter lugares super turísticos, como Lijiang, achei aqui as coisas mais charmosas, desde as construções, até as compras…não agüentei e comprei duas pashminas incríveis por R$25…as duas!

Em Yunnan, os principais pontos turísticos são Dali (que eu acabei não indo por falta de tempo) e Lijiang. Dá para ir para Lijiang de avião, o que é bem prático, já que a cidade é bem fora de mão dos outros pontos turísticos! Procure reservar com seu hotel o transporte do aeroporto até a cidade para não micar no aeroporto.

Lijiang está em uma região montanhosa, tem vilas super gostosas de ficar e uns passeios bem interessantes. Tente ficar nas pousadas dentro da cidade antiga, apesar de mais simples, são MUITO mais charmosas que os hotéis, localizados na cidade nova. Existem mil restaurantes legais…o ideal é se perder dentro da vila antiga e descobrir o seu restô preferido. Para tomar uma cervejinha com uma vista incrível à noite, vá no Stone Crows, esse pub é muito simples, não tem nada demais, mas a vista da cidade é imperdível.

Em Lijiang, tb vale subir o Lion Hill e entrar no Black Dragon Pool Park, super bonito, e subir o Elephant Hill, se tiver pique. Também vale alugar uma bicicleta e ir até o vilarejo de Baisha para sentir a cultura dos Naxi, a etnia local.

 Depois que você já descansou bastante em Lijiang, e quiser um pouco mais de ação, vale fazer o trekking de dois dias no Tiger Leaping Gorge. A maioria dos hotéis e pousadas deixa você largar as malas em Lijiang para fazer a caminhada. Se você quiser a companhia de outros viajantes, vá ao Mama Naxi Guesthouse e saia com a van de lá. Custa RMB 20 e eles te deixam em Qiaotou, no Jane’s Guesthouse (que tb aceita malas de viajantes, mesmo que eles não se hospedem lá). De lá, são seis horas de caminhada (contando as parada para fotos) com algumas subidas puxadas até o Halfway guesthouse, uma agradável surpresa no meio do caminho…melhor opção para vc passar a noite. Não precisa pegar guia para fazer isso, a trilha é bem sinalizada…você só precisa pegar o mapa em Lijiang para saber a ordem das pousadas no caminho e ir seguindo as indicações.

Do Halfway guest house, são cerca de três horas até o Sean’s Guesthouse, o final da trilha de dois dias. De lá, vc pode descer até o Middle Gorge, almoçar e voltar para o ponto de partida, seja o Jane’s Guesthouse, para pegar um ônibus até Shangri-la, ou contratar uma van no próprio Sean’s para te levar de volta a Lijiang.

Depois dessa mini aventura, eu ainda não fiquei satisfeita e resolvi fazer um trekking maior. Segui até Shangri-la, quase no Tibet, que também tem inúmeras opções de trekking e passeios de bike. Chegando na cidade, vc já se sente em outro país. O lugar é super rustico, mas muito astral! O templo na cidade antiga, com a roda de oração gigante, é muito legal! Em Shangri la você pode contratar tours que te levam para o Tibet. Infelizmente esse eu não fiz…

Passei um dia em Shangri-la e cedinho peguei o ônibus de 6 horas até Deqin, a cidade fronteira com o Tibet. Vá na janela do ônibus que a paisagem é linda! A cidade de Deqin é horrorosa, não passe a noite lá!

Pegue uma van (tem uma oferta enorme em frente a estação de ônibus) e, em 30 minutos, você estará em Felai Si, uma vila com pouca infra mas uma vista incrível das montanhas, incluindo o Kawa Karpo, de 6.700 metros de altura. Passe a noite em Felai Si, fotografe as montanhas aos nascer do sol, e pegue uma van que vai te levar até Xidang, onde começa uma outra trilha, na minha opinião, inesquecível, até o vilarejo de Yubeng. A trilha de 5 horas até Yubeng não é nada fácil, você sobre de 2.200 metros até um pico de 3.700 metros, são mais de três horas de subida, para depois descer até a vila. Existe a opção de você fazer a trilha de mula…mas eu acho menos charmoso!

Em Yubeng as pousadas são super simples, mas pelo menos, tem chuveiro (um luxo por aqueles lados, pode acreditar)! Em Yubeng, você pode fazer trilhas de um dia até a cachoeira sagrada (linda, linda, linda!) e cruzar com os tibetanos que vão lá fazer oferendas e se banhar. É muito diferente,  realmente vale a pena. Mas tenha em mente que são 5 horas de trilha (ida e volta) com MUITA subida na ida. Além dessa trilha, tem uma até um lago sagrado, super puxada, que eu não consegui fazer porque as chuvas recentes bloquearam o caminho. Para sair de Yubeng não tem jeito,  vc tem que andar ou pegar uma mula até Xidang e, de lá, pegar uma van até Deqin ou Shangri la. Fui direto para Shangri la, que tem aeroporto e é uma boa opção para sair da região.

Importante: em nenhuma das caminhadas que eu fiz, foi necessário levar comida, agua, ou barraca. Tem várias barraquinhas no meio do caminho e todas as paradas tem pousadas para ficar….”menos mal”..meu espirito aventureiro tem limite!

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Mochilada da Carol B. na China: Shangai (Xangai)

23/09/2009 · Deixe um comentário

china-shangai01A Carol manda suas impressões de Shanghai:

Se você pretende ir para Shanghai nos próximos meses, saiba que a cidade inteira está em obras…um caos. Inclusive o Bund, a região que beira o rio e tem a famosa vista para o Pudong, está fechado! O governo está “refazendo” para a Expo 2010.

Eu acho que, mesmo se tivesse tudo pronto, Shanghai não tem muita graça. Apesar de ter o prédio mais alto do mundo (pelo menos por enquanto, estão construindo um muito maior em Dubai….) o skyline de Hong Kong é muito mais impressionante. Eu acho que tem outras opções para conhecer na China e, apesar de eu não ser fã, Hong Kong é muito mais metrópole que Shanghai…entre as duas, eu fico com HK!

A cidade também não tem muitas atrações, é bem poluída e, nem precisaria dizer, lotada. Das pessoas com quem conversei durante minha estadia na China, só gostou de Shanghai quem conhecia algum expatriado morando por lá e que as ajudou com as dicas da balada. Isso eu não fiz… mas parece que a balada em Shanghai, para quem conhece os lugares certos, é ótema!

Bom, para quem quiser ir:

Eu me hospedei no Astor House Hotel , ótima localização, preço excelente, além de ter sido o primeiro hotel de Shanghai…. na frente dele tem um restaurante japonês muito bom (não lembro o nome, mas é bem em frente ao hotel, dentro do hotel Broadway Mansions).

Vale a pena subir no World Financial Center, o prédio de 101 andares no Pudong. A vista é bem bonita. Para comer, o Xintiandi (Taicang & Madang Rds) tem muitas boas opções. A Houhai Rd, na French Concession, é bem mais gostosa de andar que os shoppings da cidade, ou (na minha opinião) na tenebrosa East Nanjing Rd.

Uma observação importantíssima: mesmo em Shanghai, não adianta ter o endereço que vc quiser em letras ocidentais…peça para o concierge do hotel escrever em Mandarimonde vc quer ir, ou tenha um mapa com as ruas em Mandarim…caso contrário, vc não vai chegar onde quer ir….

Cidades perto de Shanghai: existem algumas coisas interessantes ao redor de Shaghai, como as cidades de Suzhou, Nanjing e Hangzhou. Eu só fui na ultima…onde fiquei dois dias. Para ir para lá, é só pegar o trem expresso de Shanghai e vc chega em 1hora e 40 minutos. A atração principal da cidade é o West Lake, um lago muito bonito. É uma boa opção de descanso…dá para andar de bike, fazer trekking leve nas montanhas que beiram o lago e passear pela cidade, que é enorme. Só cuidado para não ir na alta temporada, onde o lago parece mais o Parque do Ibirapuera aos domingo!!!

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Mochilada da Carol B na China: Xi’Án

21/09/2009 · Deixe um comentário

A3004FNossa mochileira favorita está explorando a China em seus mínimos detalhes… aqui vão as dicas de Xi´Án

Mesmo que você queira apenas ver os guerreiros terracota, reserve pelo menos duas noites na cidade…o aeroporto é longe, a cidade tem transito e os guerreiros ficam bem longe do centro. Para se hospedar, procure um hotel que fique na cidade antiga, dentro da muralha da cidade…assim você consegue ver algumas coisas a pé, sem enfrentar o transito infernal. Eu fiquei no apart hotel Citadines…excelente custo beneficio e ótima localização.

Além dos guerreiros terracota, que são impressionantes, imperdíveis, sensacionais e você precisa ver uma vez na vida… vale ver em Xi Án:

1.a muralha da cidade: a parte oeste é a mais conservada,

2.o Muslim Quarter: de preferencia a noite para ver a feira local que, apesar de turistica, foi uma das mais tipicas que eu vi na China.

Aventure-se nos restaurantes locais e faça massagem nas bibocas do bairro…muuuito mais baratas que os spas para turistas e muito boas!

A mesquita local também é bem bonita.

3. o Banpu Village: no caminho dos guerreiros terracota, para quem gosta de arqueologia…escavações de 6,000 anos atrás 4.Tumba do Imperador Qin Xi Huang…afinal, os guerreiros foram feitos para guardar esse mausoleo. Suba as escadas que a vista é linda!

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Mochilada da Carol B.: Manual de sobrevivência na China

18/09/2009 · Deixe um comentário

4031181443_f19487c1f3minha querida amiga “globe-trotter” Carol B. manda notícias da sua segunda estada na China. Como ela já virou uma expert em China, ela preparou um manual de sobrevivência ótimo!

Que a China é enorme e super populosa não é novidade… mas mesmo sendo nascida e criada em uma cidade enorme como São Paulo, eu estranhava. É tanta gente, tanto transito, tanto perrengue… que, às vezes, me perguntava o que estava fazendo lá! Se isso acontecer com você: tenha calma, respire fundo e siga em frente… a China é super interessante!!

Tem muita coisa bacana para ver por lá!

em geral, minhas principais dicas de sobrevivência são:

1. Evite a primeira semana de outubro: De 1. a 8 de outubro os chineses saem de férias devido a golden week (o feriadão nacional que celebra o aniversário do partido comunista). Os principais pontos turísticos ficam (mais) super lotados e tudo fica mais caro! Um mico enorme para nós, ocidentais.

2. Venha com tempo…. ou limite o número de cidades a visitar: como a China é muito grande, você demora muito tempo para ir de um lugar para outro… os aeroportos são ótimos, mas, em média, 30Km afastados do centro das cidades, o que, somado ao transito, faz vc perder de uma a duas horas indo para o aeroporto. Como ônibus e trem funcionam super bem por aqui, em alguns casos vale trocar o avião por outro meio de transporte mais popular…pode sair mais barato e, acredite, ser mais rápido! eu demorei 2 horas para ir do aeroporto de Xian até o centro dado o transito na cidade.

3. Ter mandarim básico ajuda muito! Aprender algumas palavras de comando básicas podem melhorar muito a qualidade da sua viagem. Vou escrever as palavras como eu falava (e quase sempre me entendiam…). As que me ajudaram foram:

Não quero: Wo Bui au; Oi: Ni Hau; Obrigada: Xie Xie; Vire à esquerda: Zuo zhuan; Vire à direita: Yòu zhuan;

Os números para negociar o preço das coisas.

1: i; 2: are; 3: sun; 4: sue (sc); 5: uoo; 6: lio; 7: tchi; 8: pa; 9: dio; 10: xã; de 20 a 99 é só juntar os números…por exemplo 20 é are xã.

Moeda local (RMB): cuai; Caro : Tai Gui le; Hoje: jintian; Amanha: mingtian

Não muito apimentado: buiau ta la; Arroz com vegetais: shucai chaofan (muito útil quando vc estiver morrendo de fome e só encontra lugares com menu em chines!!)

Alem disso, compre um livrinho estilo phrase book para mostrar os caracteres chineses para os locais quando ninguém te entender…eu sempre andava com meu guia Lonelly Planet debaixo do braço e ele me salvou inúmeras vezes.

4. Cuidado com excursões: Mesmo que vc contrate um motorista e guia só para você, eles são obrigados a te levar não só na Muralha da China, ou nos Guerreiros Terracota, por exemplo! Eles param em lojinhas meio mico (na minha opinião) de jade, souveniers, decoração, etc…que são “obrigatórias” aos guias cadastrados. Vc pode enfrentar o mico, e até gostar…ou tentar pagar um pouco a mais para fugir do roteiro padrão.

Se você entrar em uma excursão não privada, não tem como escapar….cuidado!

5. Meios de comunicação são limitados: por aqui não acessa, facebook, twitter, you tube…nem blogs bacanas como o tem a ver comigo. Se bater o desespero…tem um jeito de “burlar” o bloqueio em sites como https://www.securetunnel.com e www.ubint.net. Tenha paciência porque eles são lentos.

Fora isso, tem algumas coisas engraçadas e estranhas que vc percebe lá: os pratos nos restaurantes chineses nunca chegar para todos na mesma hora, os chineses realmente cospem o tempo inteiro, e q os turistas chineses são fofos e sempre dispostos a ajudar nós, ocidentais, a sair das roubadas armadas pelo pessoal do turismo na China….

Meu roteiro foi o seguinte: Beijing, Xian, Shanghai, Hangzhou, Lijiang, Shangri la, Guilin, Yangshou e Nanning. Acho que a parte que eu mais gostei foi a província de Yunnan (lijiang e shangri la, que tem oportunidades de trekking ótimas com paisagens lindas!).

bjs Carol

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Mochilada da Carol B: Pequim

15/09/2009 · 3 Comentários

carol - muralha da china

durante a sua “mochilada sabática”, a Carol esteve duas vezes em Pequim (Beijing) – uma em junho e uma em outubro. Juntei as dicas dela dessas duas estadias em Pequim em um unico post!

Beijing I (junho/2009): Após Hong Kong, segui para minha ultima parada na Ásia (pelo menos por enquanto): Pequim.

Estava preparada para o caos: muito barulho, trânsito infernal, comida ruim e um problema seríssimo de comunicação!

Para quem não sabe – e eu não sabia – o mandarim não tem nada a ver com as línguas ocidentais. Os fonemas são totalmente diferentes o que faz com que seja praticamente impossível alguém te entender…mesmo que você fale palavras básicas de turista, tipo Hotel X, Credit Card (!!!), Táxi…

Bom, tirando a dificuldade da língua, (que realmente existe – já volto nesse ponto…) fiquei muito bem impressionada com Pequim. Amei a cidade e quero voltar no futuro… passei 4 dias, o que é muito pouco tempo considerando a quantidade de coisas legais para fazer na cidade!

Pequim é muito limpa (embora muito chineses sim, catarrem e cuspam na rua sem o menor pudor…), organizada, o metro é bom, os táxis são baratos, os restaurantes são ótimos, a cidade é segura e a Muralha da China está pertinho! Precisa de mais alguma coisa para colocar essa cidade na lista de próximos destinos de ferias?

Bom, depois dessa declaração de amor (juro, não esperava gostar tanto de Pequim), vamos aos aspectos práticos.

Onde ficar?

- Perto da Cidade Proibida há uma infinidade de hotéis para todos os gostos e bolsos (o Peninsula é maravilhoso e parece que o restaurante é ótimo). O metro é perto, dá para fazer muita coisa a pé…eu fiquei aqui e não me arrependo.

- Outra opção é ficar perto de Houhai, uma região que tem vários parques e restaurantes. Sugiro essa opção para quem gosta de ter uma boa pista de corrida perto (eu morri de vontade de correr as margens dos lagos… mas tive que me “contentar” com as proximidades da cidade proibida… o que sou obrigada a admitir que estava longe de ser um sacrifício!

Restaurantes que eu recomendo:

- Alameda: o dono é brasileiro e esse restaurantes foi eleito um dos melhores de Pequim por algum guia estilo “Time Out” (não auditei esse informação, mas não duvido… a comida é ótima!). Fica em Sanlitun Beijie (6417-8084; 2ª/sáb 12h/15h e 18h/00h, dom 12h/22h)

- Sambal: comida típica da Malasia. Você não dá nada para esse restaurante por fora. Ele fica numa casa em um hutong (que são as ruelas locais, que originalmente eram os cortiços…), a decoração segue esse estilo mas o lugar é charmoso e a comida, ótima! Prove o mojito… muito bom. Endereço: 43 Doufuchi Hutong, Jiugulou Dajie, Gulou

Programas que você tem que fazer:

- A cidade proibida, é obvio né?

Bom, vale também: o Summer Palace (os jardins são lindos… vá em um dia de sol), caminhar pelo bairro das embaixadas e visitar o 798 Art District (não deixe de ir!). O local era um bairro industrial que agora abriga algumas galerias de arte chinesa: ótimo para ver um pouco o que andam aprontando os novos artistas chineses, fazer umas comprinhas estilo feira hippie e tomar um café em um lugar que tem um astral ótimo. (nota: não que eu ache que a arte moderna chinesa seja incrível… mas o astral do lugar vale a visita!)

Um programa bobo, mas que eu amei, foi visitar o zoo de Pequim e ver os pandas. Muito fofos!!!

O melhor da visita: A muralha da china. É incrível, impressionante, super bacana. Perto de Pequim existem vários pontos de visita a muralha. Os mais comuns são lotados de turistas e vendedores ambulantes (nada contra: mas eu queria exclusividade na minha foto com a muralha…). Bom, o ponto que escolhemos foi o de Simatai: Fica a umas duas horas de carro de Pequim. Nós contratamos um motorista com o concierge do Novotel e ele nos levou até Simatai e ficou nos esperando para voltar! Jinsanlyn é uma caminhada de uns 10km, com muita subida e descida… mesmo que você não seja da turma dos esportes, vale o sacrifício! Você também pode vir de ônibus para cá, de excursão… eu recomendo um carro com motorista… mas pesquise em alguns hotéis. No nosso caso, o Taiwan Hotel queria nos cobrar o aluguel da van com motorista 20% a mais que o Hilton pedia para irmos de Audi A6!

Comunicação: Essa parte é meio chata, mas não é o fim do mundo. Ande sempre com um mapa da cidade que tenha o endereço das ruas em letras ocidentais (para você entender) e chinesas. Não adianta mostrar o nome de uma rua “traduzido” que os taxistas não vão te entender. Você também pode pedir para o concierge do hotel de escrever frases simples para você mostrar para as pessoas dos setores de serviço. Você se sente estúpido… mas não deixe de visitar a cidade apenas por esse contratempo!

Beijing II (outubro/2009): Passei mais uma vez por Beijing por ser a parada final da transmongoliana. Já conhecia a cidade, mas passei mais uns dias lá para meus pais conhecerem a cidade. Enfim, as dicas adicionais da cidade são:

1. O Hotel Kapok é um ótima opção entre os muitos hotéis bacanas da cidade. Fica ao lado da cidade proibida.

2. Restaurantes: o Alameda (já dei essa dica em um post passado) em Santilun é incrível! Para  comer bem e barato, o Grandma’s Kitchen, em Dongcheng (47-2 Nanchizi Dajie), tem pratos enormes e bem ocidentais…ótima pedida para quem estiver enjoado da comido chinesa.

3. Fui visitar o Lama Temple…é lindo!

4. Existem dois Summer Palaces em Beijing, o Old Summer Palace, que foi destruído e é só um jardim grande e bonito, e o Summer Palace, que faz parte da lista da Unesco de patrimônios da humanidade…tenha certeza que está no certo antes de sair do taxi!

5. Fui vistar a muralha na china no trecho de Badaling. Esse trecho é bonito também…mas bem mais “disney”. Eu acho que vale a pena tirar o dia para conhecer o trecho de Simatai…mais vazio e bonito!

6. Pegue um guia se for até as tumbas Ming…vale a pena para entender o contexto histórico.

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Mochilada da Carol B.: Indo de trem de Moscou a Pequim… ferrovia trans siberiana e trans mongoliana

10/09/2009 · 2 Comentários

trans siberiana e trans mongolianagente, esse blog está chegando a lugares inacreditáveis… temos dicas até da ferrovia trans-mongoliana e trans-siberiana, que liga a Russia à China… e isso graças à minha querida amiga Carol B. que anda dando um belo rolê pelo mundo num ano sabático!

A Trans Siberiana e Trans Mongoliana

Eu adoro viagens diferentes, então decidi aproveitar meu tempo “sabático” para fazer o caminho de trem entre Moscow e Beijing, a Trans-mongoliana. São mais de 7.600 Km de trem, o que dá sete dias de viagem. Essa parte da viagem fiz com meu pai…consegui convencê-lo a encarar a aventura….

Terminada a experiência, achei muito válido. Mas quem quiser fazer tem que saber que é uma viagem de aventura…impossível ter conforto 100% do tempo! E para nós, moradores de um país tropical, a melhor época é o verão. Fiz a viagem em setembro (final do verão) e já passei frio!

Não espere gentilezas na Rússia! Na minha opinião, o povo não é nada simpático e a indústria do turismo ainda está se desenvolvendo. Nos deparamos com algumas situações meio surreais…tipo:

Chegar no hotel e ter early check in às 7 da manha, como um super diferencial! Mas…no  dia seguinte, nos pediram para fazer o check out às 7 da manha seguinte porque a diária é para 24 horas apenas…

Cobrar taxa para deixar a bagagem no hotel. Nem nas minhas estadias em albergues vi isso…

Tomar um café expresso por 80 rublos em um dia, e ser cobrado 110 na manha seguinte no mesmo hotel!

Cara feia do staff…isso é mais regra que exceção…dá a impressão que sua presença lá está atrapalhando a vida deles…

A Mongólia é diferente…o povo é super simpático e faz tudo para agradar! Eles são muito, muito pobres…mas me senti muito mais confortável aqui do que na Rússia!

Em nenhum dos dois países, no entanto, sua vida será fácil se você falar apenas inglês…então, por mais chato que seja andar com um guia a tira-colo, eles são importantes nas paradas, como Baikal e Mongólia, para evitar algumas dores de cabeça.

Não morri de amores pelo serviço da agência russa, então não vou dar a indicação. Na Mongólia, gostei bastante do serviço da Shuren Co (tel.

976-310869). A viagem inteira eu comprei com a Monkey Business, uma agência de Beijing especializada na transiberiana. Ela não vende turismo de luxo, trabalha com um segmento intermediário entre os mochileiros e a primeira classe.

Sai bem mais caro comprar o pacote pela agência, mas é muito difícil fazer todos os preparativos sozinho: o visto para Rússia é chato e não dá para comprar as passagens de trem pela internet, então acho que aqui não tem jeito….é melhor ter ajuda de uma agência (e olha que foi a primeira vez que eu fechei um pacotão com agência!).

Meu roteiro foi o seguinte:

1.Moscow a Irkutsk – 5.185Km, ou 76 horas no trem. Esse trecho é muito cansativo mas passar três dias no trem não foi tão angustiante como eu imaginava…você se acostuma com a viagem. Se você pegar os melhores trens (#2 ou #10), você pode tanto ir de primeira classe (duas camas) ou segunda (4 camas). Fui de primeira (meu pai falou que não iria dividir cabine com ninguém…) e valeu o conforto. Apesar da cabine ter o mesmo tamanho em ambas as classes, o banheiro é mais limpo e as provodnitsas, as atendentes do vagão, são mais atenciosas e pacientes.

No meu trem tinha até um chuveiro improvisado…consegui tomar banho todos os dias e lavar o cabelo…ufa! A paisagem aqui é bem monotóna…o mais divertido é conhecer as diferentes estações de trem.

O trem pára uns 20 minutos a cada 4 ou 5 horas, mais ou menos.

2.Trem de Irkutsk para Ulaanbatar – 666Km ou 32 horas no trem. Esse trecho é muito chato! A viagem dura 32 horas, das quais 8 você vai passar parada nas fronteiras da Rússia (6 horas) e Mongólia (2 horas).

É bem angustiante. O trem diario, o #362, é ruim (parece que tem um trem mais arrumadinho, acho que é o #6, mas não sei se ele é diario….vale pesquisar…). O 362 não tem primeira classe, nem vagão restaurante e nossa cabine estava suja….mas dá para aguentar…fazer o que?! O kit de sobrevivência necessário é: sopa, miojo, chá, café instantaneo e uma caneca. Prepare a sua refeição com a água quente do samovar que tem em cada vagão. Nos tb compramos pao e aqueles queijos estilo americano que não são bons mas não estragam e são faceis de comer!! Ahhh…e não esqueca a vodka, e o papel higiênico!!! O cenário aqui começa a ficar mais interessante!

3.De Ulaanbatar para Sainshand – 472 Km, ou 10 horas. Ainda na Mongolia, resolvemos fazer mais uma parada, o deserto de Gobi. O ponto de partida é a cidade de Sainshand, que é a capital da provícia e a cidade mais perto do final do mundo que eu já visitei. É muito pobre e não tem absolutamente nada na cidade! A viagem foi feita em um trem local, o #286, e foi bem razoável. Chegando perto de Sainshand você tem a visão do deserto, que é o máximo.

4.De Sainshand para Beijing – 1.079 Km ou 22 horas de trem. Essa viagem foi a melhor de todas. O trem chinês (#24) é bem organizado e na primeira classe você tem um chuveiro para cada duas cabines. É muito prático. Você também vai micar nas fronteiras, 1 hora na Mongólia e 4 horas na China. A demora na China não é por ineficiência mas sim pela troca das rodas do trem para continuar a viagem. Fique no trem para ver o processo que é bem interessante. A paisagem aqui também é a mais legal da viagem…tanto pela natureza, quanto pelo choque de sair da Mongólia, super pobre, e ver a China investindo horrores em infra-estrutura.

Quanto as paradas que fizemos durante a viagem….elas foras as seguintes:

1.Irkutsk: porta de entrada para o Lago Baikal, é uma cidade de 600 mil habitantes…reserve, no máximo, um dia para conhecer…não tem muita coisa. Em duas horas é possível ver o mais legal…o prédio da prefeitura (Pl Kirova), a margem do rio Angara e a Av. Karl Marx.

Nenhuma dessas atracões, no entanto, são pontos imperdíveis. O motivo da parada em Irkutsk é a visita ao lago Baikal. Se precisar comer na cidade, tenho três indicações: London Pub (ul. Sukhe-Batora, 7), Don Otello Cinema Café e Bier Haus (um ao lado do outro, na Av Karl Marx, 24)

2.Lago Baikal. Eu fui ver o lago pela Ilha Olkhon, que fica a umas 7 horas (de carro) de Irkutsk. Tem uma cidade mais perto para ver o lago, Listvyanka, é mais turística e tem mais infra que Olkhon Island….mas, mesmo aqui, não espere encontrar um Hyatt!

A vista a ilha foi uma aventura. Apesar de, teoricamente, a viagem demorar de 3 a 3.5 horas de carro mais meia hora de balsa, a balsa chega de uma em uma hora e não tem essa história de marcar hora….quem chega primeiro, entra primeiro! Exceção são os  moradores da ilha, que têm prioridade. O agravante é que a capacidade do ferry é de 16 carros, ou seja, você pode micar na fila…tipo Réveillon em Ilha Bela as antigas!

Outro ponto para ficar esperto: como chegar lá. O ônibus público não é um ônibus e sim uma lotação naipe Largo 13! Felizmente, fomos de carro com o nosso guia!

A vila de Olkhon é decepcionante… parece uma favela. E mesmo os hotéis arrumadinhos são bem precários. Ficamos no Lama “Resort”… fuja dele que é um buraco!

Esse trampo todo vale a pena??? SIM! A paisagem do lago é demais… especialmente em Hoboi e Shaman Cape. Então, a não ser que você seja muito fresco, encare o trampo! Aqui nós erramos no tempo da estadia… ficamos três noites… é muito! Acho que o ideal é sair de Irkutsk cedinho, chegar em Olkhon no final da tarde, passar um dia inteiro e voltar no dia seguinte. Alem da paisagem, não tem muito o que fazer.

3.Ger Camp: Perto de Ulaanbatar, nas estepes, existem varios locais para nós, turistas ocidentais, nos sentirmos um pouco nômades e nos hospedarmos em um ger. O ger é a tenda branca que os nômades montam em qualquer lugar por lá. Eu achava que minha experiência na tenda seria bem desconfortável, mas o ger surpreende. Os mongóis são super caprichosos e a parte interior do ger é uma graça! As camas de madeira são pintadas e as paredes revestidas com tecido. No meio, tem um forno a lenha, essencial para enfrentar o frio da Mongolia. E aqui faz muuuito frio. Nem pensar em vir no inverno. Enquanto estávamos no ger, presenciamos uma tempestade de neve… em setembro!! O único desconforto do ger é o banheiro…os acampamentos ocidentais tem banheiro, mas fica fora da tenda.  Nós ficamos em um acampamento chamado Shuren ger camp em Elstei. Eu recomendo! A comida, para os padrões mongóis, é ótima!!

4.Ulaanbatar: Como dito em qualquer material sobre a cidade, Ulaanbatar é realmente horrorosa e, com exceção de uma quantidade ENORME de internet cafés, um monastério e a praça central da cidade…nao tem nada aqui! A falta de recursos dos mongóis impressiona. Acho que ficar um dia aqui serve para dar uma respirada e voltar a civilização (mas não muito….). Tente se hospedar perto da avenida principal, a Peave Avenue. Fiquei no Bayangol Hotel…honesto.

5.O deserto de Gobi: É INCRIVEL! Adorei a sensação de ficar no meio do nada! Mas sofri um pouco com o frio e com a comida. Aqui vale visitar o Monastério Khamar e imediações, como as cavernas para meditações e o Shambala country (Country of Heaven). Fiquei três noites aqui, é muito tempo. Você também vai visitar uma família de nômades… eles são bem receptivos! E dá até para andar de camelo, que pé bem legal!

O ideal é chegar à noite dormir por aqui, passear no dia seguinte inteiro e ir embora cedo no dia seguinte. O deserto é demais, mas o clima é muito duro…Aqui também não tem muita opção, tem que ficar em um ger camp. Para quem gosta de um pouco mais de conforto, os acampamentos aqui estão ficando (um pouco) mais sofisticados e tem a opção de gers de luxo… são casinhas de concreto com banheiro e formato de ger.

Agora estou em Beijing…p ela segunda vez na viagem. Daqui vou viajar pela China!

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Mochilada da Carol B. pela Russia: São Petesburgo e Moscou

10/09/2009 · Deixe um comentário

piterminha amiga querida e correspondente internacional - Carol B. – está em pleno ano sabático e está viajando pelo mundo desde maio…

ela esteve na Russia e nos mandou suas impressões de Moscou e São Petesburgo!

Moscow e St Petersburg, by Carol B

Durante a pesquisa para a Rússia, ouvi falar que St Petersburg era melhor do que Moscow… talvez por isso, eu tenha ficado mais impressionada com a segunda cidade do que com a primeira.

Não que eu não tenho gastado de St Petersburg… ela é linda sim, super organizada e bem européia. Você tem que visitar o museu Hermitage, que é enorme e o principal ponto turístico da cidade.

Recomendo focar nas partes do Palácio de Inverno que mostram como eram os aposentos nos tempos dos czares… Afinal, para ver um acervo de pinturas européias, você não precisa ir atá a Rússia… vai para o Louvre que é mais negócio!

Outro ponto incrível de St Petersburg é a Catedral do sangue derramado do salvador (Church on the Savior on Spilled Blood)… linda tanto por fora, quanto por dentro. Vale a pena pagar a entrada para ver os mosaicos…e olha que sou contra pagar para entrar em igrejas!

tem que visitar o Peter and Paul Fortress, nem que seja para tirar uma foto com a famosa estatura do Pedro, o Grande.

Se você curtir musica clássica, aqui também tem vários ballets, operas e orquestras….

Comer é mais complicado… digamos que a língua atrapalha um pouco, já que e os russos não tem o melhor inglês do mundo! Mesmo na av. Nevsky, a mais turística e principal, a comunicação é por sinais, caso você não fale russo, como é meu caso….

Enquanto St Petersburg tem uma beleza européia… Moscow é o que eu imaginava de Rússia: O Kremlin é demais (por fora! As igrejas, na minha opinião, são todas iguais! Bom, mas ir para Moscow e não entrar no Kremlin não dá né!?). Dos museus, gostei do Armoury, que, apesar de pequeno, tem as carruagens, coroas e roupas dos czares… achei bem diferente de um museu normal.

Infelizmente não vi a praça vermelha… estou inconsolável – ela estava fechada para um evento da semana de comemoração da fundação da cidade.

A região mais legal para se hospedar é a Tverskaya, cheia de cafés, bares e restaurantes (vá na Kuneztsky Most caso queira opções bem ocidentais). Tem lojas na região, mas nem pense em fazer comprinhas na Rússia porque é muito caro! Pelo que eu pesquisei, artigos de luxo caro são sinais de status então as lojas compram preços bem acima da Europa e EUA. Mas vale passear pelo bairro de Kitai Goro e entre na Gum, antiga loja de departamentos soviética que virou um shopping muito bonito.

Vá também na Catedral do Cristo Salvador… o restaurante em frente a catedral é uma boa opção para almoço!

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Mochilada da Carol B – Copenhagen (Dinamarca)

22/07/2009 · 1 Comentário

louisiana museumNossa mochileira favorita acabou a sua saga escandinava na Dinamarca em companhia da sua irmã – Camila!

“Copenhagen foi minha ultima parada na Escandinávia. Talvez exatamente por eu já estar “acostumada” com a beleza da região não morri de amores pela cidade. É verdade que Copenhagen é linda e organizada e tem algumas construções incríveis, como as casas em Nyhavn (aquelas casas coloridas que aparecem em todas as fotos de Copenhagen), a Frederikskirten e o Amalienborg Palace… mas ainda sou mais Estocolmo!

Caminhei muito na cidade, especialmente na região de Frederiksberg. Eu fui a pé da Central Station, desci pela rua Gammel Kongeves e entrei a esquerda na Allegade, para dar no parque Frederiksberg. Também vale andar no watergate e na região do jardim botânico.

the little marmaidNão me encontrei muito nas baladas…. acho que final de semana é que o agito esquenta. De qualquer forma, há bares legais na rua Istedgade (em Vesterbro)… mas atenção que vc tem que ir até o final da rua. Nas 5 ou 6 quadras perto da estação de trem a região é conhecida com Red Light District… com 1,000 sex shops e afins! 

A atração mais conhecida da cidade é o Tivoli Park… sim, ele é muuito menor e mais cafona que a Disney, mas tem um charme decadente que eu gostei. Para quem gosta de parques de diversões vale a entrada (eu e minha irmã, obviamente, depois de anos de Disney, não quisemos deixar esse programa de fora!). O parque também promove shows no verão (as sextas) e tem muitos restaurantes, dois ou três com estrelas do Michelin.

Quando você está em Copenhagen, pode fazer dois passeios a cidades vizinhas: Helsingor e Humlebaek.

Em Helsingor, tem o Kronborgslot – o famoso castelo de Hamlet (Shakespeare). Acho que só vale a pena visitá-lo se for o primeiro castelo que você vai na vida ou se você é um fã de Shakespeare e o lugar tem um significado especial para você!

Em Humlebaek fica o Museu de Arte Moderna de Louisiana. O acervo do museu não é nada demais, mas o lugar é LINDO (ver foto)… se estiver sol, então, é um passeio obrigatório.

As duas cidades ficam perto uma da outra e dá para ir de trem (1 hora de Copenhagen). Fiz as duas no mesmo dia e NÃO me arrependi.

Dois tours que eu fiz, mas não gostei:

- Cervejaria Carlsberg. Na verdade, eu sabia que não ia gostar… mas acompanhei minha irmã! A única graça ao as duas cervejas que vc ganha no final do tour!!!!

- Vista ao reino livre de Christiania. Para quem não sabe, esse bairro foi formado por uma comunidade hippie e hoje eles continuam lá,vendendo seus artesanatos e outras diversões para os turistas. Eu achei o bairro muito pressão… sei de pseudo mal encarados querendo vender bugigangas importadas (vender artesanato ok, mas importar da china é o cumulo da preguiça) e maconha, claro! Bom, de qq modo, sou mais careta para essas coisas… acho que tem que ir ver qual é a do lugar, e tirar suas próprias conclusões!

Compras: uma das lojas bacanas da cidade, a Birger Christensen (Ostergade, 18) tem várias marcas bacanas e as vendedoras são umas fofas! Recomendo a visita!

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Mochilada da Carol B. – Noruega

19/07/2009 · 2 Comentários

carol - noruegaGraças a nossa mochileira favorita – Carol B. – esse blog chegou à Noruega… Seguem as dicas dessa minha amiga querida:

Eu estou apaixonada pela Noruega! Achei o pais o máximo… com muita coisa para fazer! Para quem gosta de esportes, então… é um prato cheio!

Em Oslo, vou deixar as dicas passadas por um amigo meu, o Enrico, que mora na cidade!

“Oslo é uma cidade maravilhosa pra morar, mas não necessariamente a melhor pra visitar, mas tem suas atrações imperdíveis: a nova ópera, o vigelandsparken (o parque mais legal do mundo, sério mesmo, cheio de estátuas e esculturas), bigdøy (uma ilha bem central, bem bacana, com alguns museus legais – o Viking por exemplo – e algumas praias, onde eu costumo ir quando o tempo esta assim como agora. De aker brygge tem uns barcos que vão pra lá), a karl johan (avenida principal com o palácio ao fundo, super bonito) e o akersevla, um rio que corta oslo e vale a pena uma caminhada, tem vários parques e quedas d’água no caminho, você se sente no goiás..)

3729873287_1216ec7eebTem umas áreas meio feias, cheia de somalianos e paquistaneses mal encarados, mas pode ficar tranqüila que é só cara feia mesmo. Aqui nunca acontece nada.

Uma opção boa pra se mover por Oslo são as city bikes. Acho que dá pra comprar um cartão diário, não sei, dá uma olhada no www.visitnorway.com 

O gostoso aqui é ficar andando por ai, a cidade é pequena, super fácil para se locomover e todo mundo fala inglês. Bus e tram tem levam pra qualquer lugar num instante. A única coisa ruim daqui é o preço. Se você achou Estocolmo caro, reveja seus conceitos de preço: os noruegueses vão pra suécia fazer compras porque é muito mais barato… prepare-se!!”
 
A acrescentar sobre Oslo: Realmente… é muuuito caro… como a Noruega inteira. Mas vale colocar a mão no bolso. Eu acrescentaria o museu do Munch, que é incrível. Eu fui mesmo não sendo fã do artista, mas virei apos a visita! Agora sou fã!

Os fiordes noruegueses: Fui para Oslo porque tinha que conhecer, mas meu objetivo principal na Noruega era conhecer os famosos fiordes… que não decepcionam. Existem mil maneiras de aproveitar essas maravilhas da natureza. A mais prática, que eu não fiz, é você entrar no cruzeiro Hurtigruten. Eu não fiz, era caro e eu não sou fã do esquema cruzeiro, mas o Enrico me disse que quem faz esse cruzeiro gosta muito. Eu conheci os fiordes cruzando a Noruega de ônibus, trem e ferry. Tem pontos positivos e negativos… o legal é que você fica quanto tempo você quiser, onde quiser… e pode ir em lugares que o hurtigruten não te leva. O ponto negativo é que você vai ter que carregar a sua mala de um lado para o outro e a malha de ônibus, apesar de muito eficiente, é meio chata para consultar, porque existem umas 3 empresas grandes de ônibus e você precisa consultar todas para achar a melhor opção. Eu, por
exemplo, fui até a estação e fui informada que não poderia chegar a Stryn (uma das cidades) no domingo. Maaasss, depois descobri que outra empresa fazia sim o trajeto só que o cara não sabia… ou seja, tem que pesquisar!

Outra alternativa (que eu acho ideal, e teria feito se minha carteira de motorista valida não estivesse no Brasil….) é alugar um carro. Os ferries transportam os carros e as estradas passam pelos lugares mais lindos do país.

Uma vez decidido o transporte, você tem que decidir para quais regiões ir. Eu recomendo a visita ao Sognefjord e Geiranger. O primeiro é mais turístico e fácil de chegar, enquanto o segundo é o mais bonito.

Meu roteiro foi o seguinte:

  1. Trem de Oslo para Bergen (7 horas). A viagem é considerada uma das mais bonitas do mundo. Achei linda mesmo!
  2. Fique um ou dois dias em Bergen. A cidade é uma graça e tem mais  agito que Oslo!
  3. De Bergen fui para o Sognefjord. Peguei um trem até Myrdal (umas duas horas) e de lá peguei o trem ultra mega turistico que desce até Flam (1 hora). De Flam, peguei o ferry para Gudvagen (2 horas). O roteiro tradicional recomendado pelos noruegueses é ir de Gudvagen para Voss de ônibus (dizem que a estrada é linda!). Por problemas de logistica voltei para Flam de ferry (mais duas horas) e peguei outro ferry para Balestrand.
  4. Se você dormir em Voss, tem muita opção de esportes radicas como rafting, paraquedas, hiking, bicicleta. Eu dormi em Balestrand. A cidade é mínima, mas vale dormir uma noite. O hotel mais famoso é o Kviknes Hotel e fica na beira dos fiordes.
  5. De balestrand você pode ir para Sogdall (ferry para Hella de 15
    minutos mais uma hora de ônibus) para fazer hiking nos glaciais (tem que pegar um ônibus até o Jotedalsbreen Park. Os centros turísticos (espalhados em todas as cidades da região) vendem o pacote de hiking (recomendo fazer o de 3 horas na gelo… menos, é muito pouco) e transporte. Sai entre R$150 a R$250 reais e, caso você esteja com um grupo de mais de 4 pessoas, pode ser mais legal fazer o hiking em um grupo privado.
  6. De balestrand, ou Sogdall, fui para Stryn, onde você pode esquiar até no verão e é caminho para o Geiranger fjord. De Stryn eu peguei um ônibus de uma hora e pouco até Hellesylt de onde peguei o ferry até Geiranger (1 hora) para navegar no fiorde considerado o mais bonito da Noruega. Eu concordo que é o mais bonito, mas se você estiver com a agenda apertada, pode escolher qualquer um dos dois fiordes, a diferença não é tão grande assim, o outro também é maravilhoso!
  7. Chegando em Geiranger, é legal fazer o hiking de duas horas até a cachoeira de Storseter. Você passa por depaixo dela, é muito legal (só é bom estar com um bom preparo fisico… a subida é grandinha…)
  8. De geiranger, peguei o ferry para Valldal, de onde parte o ônibus que passa pela estrada chamada o caminho do Troll, ou Trollstigen. Tem que ir, a descida é super ingreme e a estrada é MARAVILHOSA. No final da estrada, você chega em Andalsnes, que não tem nada, a não ser 1,000 trilhas para os mais atletas.
  9. De Alsalsnes fui para Alesund. Essa parte você pode pular, a cidade é bonita, mas nada espetacular e como é um dos pontos de parada do Hurtigrunten (o crizeiro) é bem inflacionada (assim como Geiranger).

Ufa! Eu cansei! Mas amei essa minha peregrinação pela Noruega!!!! Mais detalhes sobre os fiordes, olhem o site: http://www.fjords.com/

A proxima dica é sobre Copenhagen! Bjs

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Mochilada da Carol B: Dicas de Tallin, na Estônia!

11/07/2009 · Deixe um comentário

estoniaVocê já viu um blog com dicas da Estônia? Pois é, caro leitor, aqui no Tem a Ver Comigo tem!

Minha querida amiga (de quem estou morrendo de saudade) Carol B. nas suas andanças pelo mundo, manda dicas da Estônia!

Tallin – já ouviu falar??? Ok… admito que geografia nunca foi meu forte… sou péssima, sempre fui! Por isso, não tinha a menor idéia de que a capital da Estônia ficava a duas horas de barco de Helsinki. Sinceramente, eu não sabia nem qual era a capital da Estônia! Ai, que vergonha!

Enfim, como tinha um dia de “sobra” na Finlândia, fui pesquisar minhas opções de day trips e escolhi Tallin, cujo centro antigo esta na lista de patrimônios da humanidade da Unesco.

De manhã, peguei o catamarã e após duas horas estava em Tallin.

O centro antigo fica a 5 min a pé do desembarque (usei a companhia Linda Express) e passei um dia super agradável em uma cidade medieval. Não tem muita dica… tem que andar pelas ruas… almoçar com calma e curtir a cidade que é bem bonita.

Eu gostei de ver:

- os lookout points de Koompea

- a catedral russa: Alexander Nevsky (vale a pena entrar)

- as muralhas que cercam a cidade

- Town Hall Farmacy..aberta no séc XV e muito bem conservada

- o clima medieval da cidade

Agora estou em uma peregrinação pela Noruega… Beijos Carol

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Pequim por Otavia Albuquerque @ Circolare.com.br

08/07/2009 · Deixe um comentário

cid-proibida-2406Pessoal, seguem as ultimas dicas que a Otavia Albuquerquer deu para o site Circolare!

O especial China chega a sua última cidade: Pequim

Passeios:
- Cidade Proibida: É o maior complexo palaciano do mundo, com cerca de 720.000 metros quadrados. Ele é cercado por um fosso de seis metros de profundidade e muros de dez metros de altura, tão maciços que podem suportar tiros de canhão. Passeio obrigatório. Reserve de 2 à 3 horas porque o local é muito grande. Em frente à Praça Celestial (Tianmen Square), onde está enterrado o corpo de Mao Tse-Tung.

- Grande Muralha: Ponto alto da cidade.

- Temple of Heaven: O templo mais sagrado e bonito da China. Passeio favorito de 10 entre 10 turistas. A visita não demora muito. O lugar fica bem perto do Hongqiao Market, ótimo para comprar pérolas a um preço idem.

- The Bird’s Nest Olympic Stadium and Swimming Pool: o famoso estádio olímpico Ninho de Pássaro. Para ver a mega estrutura que os chineses montaram para as olimpíadas.

Restaurantes/Bares:

- Guijie / Dongzhimennei: Uma rua em que todos os restaurantes funcionam 24 horas. Ótimo para passar depois da balada. Escolha o Huajia Yiyuan que tem ótima atmosfera. 235 Dongzhimennei Dajie, 6405-1908.

- Tomar uns drinks olhando a Cidade Proibida no bar do The Emperor Boutique Hotel é uma ótima pedida para o fim do dia, antes de ir para algum restaurante.
33 Qihelou Street, Dongcheng District, Tel: 010 6526 5566

- Liqun Duck Restaurant: Não dá para sair de Pequim sem provar o famoso Peking Duck. Este restaurante é um dos mais tradicionais de lá. Reservas são recomendadas.
Qianmen Dong Dajie, Zhengyi Lu Nan Kou, Beixiang Feng No 11, +86 (10) 6702 5681

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Mochilada da Carol B – Helsinki (Finlândia)

08/07/2009 · Deixe um comentário

Helsinki_fullNossa mochileira querida nos manda notícias da Finlândia – que saudade da minha amiga!

“A primeira sugestão é visitar a Helsinki antes de Estocolmo. Explico: 

Helsinki é linda, mas Estocolmo é tão bacana que você “acostuma” com a beleza e nem acha a cidade tudo isso. Aconteceu comigo no primeiro dia… fiquei com um ar blasé passeando pela cidade e achando tudo “ok”… mas quando parei para ver as fotos a noite, me dei conta que a cidade é muito bonita… eu que estava mal acostumada!

O autor do guia que eu sugeri sobre Budapeste (“Budapest: A critical`s guide” – András Török) compara a Budapeste com Viena, como sendo a a irmã “alternativa” de Viena…

Acho que o mesmo serve para Helsinki, se comparado a Estocolmo. As pessoas não são tão bonitas, nem a cidade, mas o espírito underground da cidade faz valer a visita. Para pegar esse espírito, vale passar no bar Erottaja (Erottaja 15-17), freqüentado pelo povo local.

Se você gosta mesmo de restaurantes e bares chiques, mas turísticos, a região da praça Esplanada é seu point. Ao contrário, o point dos finlandeses alternativos fica um pouco mais para cima, na região do Erottaja bar e nas ruas Uudenmaankatu e Iso-Rooberinkatu.

Outros points que eu gostei:

- O forte de Suomelina

- O centro cultural Cable Factory

- a praça do senado

- day trip para Tallin (mando post a parte)

A região do centro olímpico é bem mais ou menos… se estiver com tempo apertado, pode pular

É muito bom andar pela cidade, principalmente no caminho pela baía. 

Mas leve um casaco… no verão finlandês a temperatura fica perto de 18 graus. E prepare o bolso… achei mais caro que Estocolmo! Que saudades da Ásia…

bjs Carol”

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Dicas de Hong Kong, por Otavia Albuquerque @Circolare

02/07/2009 · Deixe um comentário

big-budah-3189Mais dicas @Circolare

Depois de Shanghai, Otavia Albuquerque dá as dicas de Hong Kong.  

Passeios:
O The Peak é o lugar mais alto de Hong Kong, com uma vista de tirar o fôlego.
Dá para ver a cidade inteira e alguns prédios super luxuosos da cidade. É um “must go”.

Giant Buddha/Po Lin Monastery – é uma estátua de Buda gigantesca. Além de linda, transmite o ar místico de lá.

Comidas:
Experimentem comer tudo o que aparece, tem muita comidinha boa na rua. Mas o importante é experimentar o “dim sum”. Além disso, vale a pena comer em pelo menos um desses lugares:

- Din Tai Fung: Chique e imperdível. Tem um menu mais requintado.
Whampoa Garden, Third Floor

Telefone: 852/2330-4886

- Hui Lau Shan: tem as melhores sobremesas de Honk Kong, com lojas por toda a cidade.
http://www.hkhls.com/

- China Club: Restaurante de tradicional comida chinesa.
12/F, The Old Bank of China Building 
Telefone: 852 25218888

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Dicas de Shangai, por Otavia Albuquerque @Circolare

02/07/2009 · Deixe um comentário

No site Circolare tem uma seção de dicas de viagens, restaurantes e afins chamada “Meu amigo me contou”. Lá eu vi dicas super legais de Shangai e Hong Kong…

“Otavia Albuquerque passou um mês na China e conta para os leitores do Circolare as melhores dicas de lá. O especial que montamos em três notas mostra o que fazer e aonde ir nas cidades de Shanghai, Beijing e Hong Kong.

Shanghai

Restaurantes:
M-on-the-Bund, Laris, Haiku by Hatsune, Da Marco, The Kitchen, Lost Heaven, Crystal Jade, Ding Tai Fung.

Bares:
Glamour Bar, Lounge 18, JZ Club, Brown Sugar.

A boate M1NT night club é a do momento, o lugar para ver e ser visto. Como é só para membros, se não conhecer ninguém influente por lá, pode riscar esta dica.

Programas:
Brunch domingo de manhã, programa preferido dos habitantes da cidade. O bacana é fazer o programa em um hotel 5 estrelas. O mais tradicional é o do Hotel Westin, mas que está sendo ultrapassado pelo Hyatt on the Bund.

Taikand – antigo quarteirão da cidade onde todos os artistas e boêmios passeiam, vendem arte e tomam um café. Ótimo lugar para ficar observando o movimento, enquanto toma um café depois de uma noite de balada.

- “Este lugar é realmente delicioso. Vale à pena caminhar por suas ruazinhas que são muito charmosas. É um lugar bem aconchegante e pitoresco…”

Xin Tian Di (XTD)- um quarteirão mais moderno que o Taikand Lu, cheio de cafés, restaurantes, clubs, museus, dá para passar o dia todo lá facilmente.

Suba nos arranha-céus da cidade, o Shanghai World Finance Centre (um que parece uma enorme abridor de garrafa) e o The Grand Hyatt tem vistas de tirar o fôlego.

Era Shanghai: Show de acrobacias, tipo Cirque de Soleil (http://www.era-shanghai.com/en/intro.asp;http://www.youtube.com/watch)

Se quiser sair da cidade, você pode ir até as “Water Towns” (cidades água, minis Venezas) – Tongli e Zhujiajiao (onde Tom Cruise foge no filme Missão Impossível), ou até a capital antiga de Hangzhou, destinos preferido dos turistas, o aconselhado é pegar um guia para mostrar o lugar. É um passeio que leva o dia inteiro já que as antigas cidades ficam há uma hora de Shanghai.”

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Mochilada da Carol B – Hong Kong

16/06/2009 · 1 Comentário

Nossa colunista manda mais notícias do outro lado do mundo…

“Provavelmente por ignorância, eu imaginava Hong Kong uma cidade modernérrima, cosmopolitérrima, linda, interessante, uma mistura de Sidney, Rio de Janeiro e Cidade do Cabo na Ásia… acho que me desiludi um pouco! Realmente a famosa vista da ilha de Hong Kong a noite… com todos os prédios e luzes… é incrível! Mas acho que parou por ai meu encantamento!

A cidade é bem confusa e o inglês falado aqui não é dos melhores. Os restaurantes são legais, mas nada diferente do que você vê em qualquer grande metrópole. O mesmo serve para a balada… com a diferença de que, por Hong Kong ser muito mais um centro financeiro do que artístico e cultural (se comparado a Londres, NY, etc…)… a balada aqui é cheia de tigrões (ou aspirantes a) atrás das “modelos” brasileiras… e, para minha tristeza, existem muitas por lá. Achei um clima meio pegajoso, pesado… não curti muito. Mas enfim…tem gosto para tudo.

Boa fonte: http://viajeaqui.abril.com.br/indices/edicoes/conteudo_242761.shtml

Onde ficar? A maior duvida em Hong Kong é se hospedar no continente (em Kowloon) ou na própria ilha de Hong Kong. Acho que o continente só vale a pena se você for ficar nos hotéis cinco estrelas de frente para a ilha (Peninsula, Intercontinental….) que tem a vista MARAVILHOSA para a ilha. Caso contrário, acho o clima na ilha muito mais interessante… vale ficar na região Central.

Highlights:

1) A visita a Kowloon a noite: tem que ver! As oito da noite tem o show de luzes…é meio Disney…mas preciso confessar que gostei!!!

2) Ir para Landau ver a estatua do Buda gigante! Eu achei bem bacana e dah para ir de metro.

Compras?? Eu nunca na vida vi tanta loja junta! Imagine qualquer marca internacional! Pois existe loja em Hong Kong…no mínimo umas duas…na região Central (na ilha) e na Harbour City (no Continente)…sem contar o Pacific Place…outro shopping de luxo enooorme também na ilha. Mas antes das minhas amigas consumistas mudarem a rota das compras…não achei nenhuma pechincha por aqui! O que é bom, é caro… nada imperdível! Mas o consumo aqui é impressionante, parte da cultura local.

Parques? Se você gosta de um programa natureza…Hong Kong não é o seu destino. Os parques aqui são bem sem graça. Todos planejados, com pouco verde…fica aquela impressão de natureza esterilizada. Acho valido passear pelo Victoria Park de manha e ver os velinhos fazendo tai chi…muito fofos!

Balada? Não compensa ir para Wai Chai…achei a região meio decadente.

O pior programa está em Kowloon. na Nathan Road, existe um prédio chamado Chungking Mansion… eu não sei explicar o que ele é. Imagine um edifício comercial gigantesco, com dois andares de vendedores de eletrônicos e outros artigos falsificados, entre umas 8 seções de elevadores que te levam a outros andares em que você pode encontrar de tudo… albergues, agencias de turismo, igrejas… um caos!

O bairro de Lam Kwai Tong é mais legal… mas eu não encontrei o agito da vida! É divertido, cheio, tem um povo bonito… mas não animei! O Dragon-I é bem famoso, no almoço é restaurante, a noite é uma balada… achei o restaurante ótimo, já a balada… Aliás, outra dica… aqui eles adoram parecer chiques e falarem que os clubes são exclusivos… vá arrumadinho, use aquele papo brasileiro simpático (“não tenho nome na lista…vim do Brasil”… risadinha…) e mesmo esses (Play, M1nt, etc) deixam a desejar.

Nos próximos dias volto com dicas (beem mais animadas) de Pequim! A cidade é demais…amei!!!

Beijos, Carol

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Mochilada da Carol B – Indonésia (parte final)

10/06/2009 · Deixe um comentário

Ultimo post sobre a Indonésia – o que faltou:

Gili Islands: perto de Bali existem algumas ilhas que podem valer a visita. Nosso “time” escolheu  explorar as Gili Islands, que ficam a duas horas e meia de Bali por speed boat (muito perto da ilha de Lombok, onde dá para fazer o trekking de 3 dias ao topo do vulcão… que eu não fiz, mas falam que é incrível).

O essencial de Guili pode ser encontrado no blog da Adriana Setti, que eu já falei para você – segue o link:

Ficamos em Gili T, a maior delas (correndo, você dá a volta m 43 minutos… ou seja, não é lá muito grande), e conhecida pelo agito. a balada rola as segundas, quartas e sextas… cada dia em um bar especifico! Isso é ótimo…. não precisa nem se preocupar e pesquisar.

Aqui esqueça a tribo dos surfistas… o esporte das Guilis é o mergulho. E o preço tanto dos cursos quanto dos mergulhos é tabelado… não adianta pesquisar (o que é um alivio após passar semanas negociando tudo em Bali!)

Como a infra não é lá essas coisas (se bem que a água dessalinizada me atrapalhou menos do que eu imaginava!), recomendo ficar em um hotel legal, como o Vila Ombak e The Boathouse. A localização é ótima, perto do agito e bem freqüentado.

O que a ilha tem de bom: é maravilhosa!!!!!

E a comida, uma delicia. O restaurante do hotel boathouse…em frente a praia,tem um buffet muito bom e um atum grelhado na brasa incrível! E o preço é ridículo (menos de R$20…)

E de ruim: Não gostei muito da população local… ok, talvez eu seja uma paulista traumatizada… mas eles ficam te xavecando (sabe igual pedreiro de construção????) toda vez que você passa por eles…. e tem muito locais por toda ilha… (e quem me conhece sabe que eu sou uma pessoa muito discreta… eles fazem com toda a mulherada…). Aff…detestei!

Cuidados médicos: uma das meninas ficou com febre… e febre na Indonesia pode ser qualquer coisa, né?! Quando fomos ao único posto de saúde (que fica ao lado do VilaOmbok e é até bonitinho… escutamos a seguinte pérola do médico: “se você não sabe porque você está doente, como eu vou saber? Não posso te ajudar… “Bom, resultado é que antecipamos a volta de Guili para ter um tratamento medico um pouco mais especializado.

Fica a dica, caso alguém necessite de medico em Bali (espero que não, mas….), vá par o BMCI Hospital, em Kuta. O hospital para nós, gringos ocidentais.

(PS. A paciente foi muito bem tratada e apos uma semana de cama em bali – um desperdício – está a mil em Hong Kong!)

All in all…vale a pena ir? Vale pelo visual! Se você prefere mais infra, pode ficar em Lombok e pegar um preço pra conhecer Guili! quem ama mergulhar deve gostar mais de Guili do que eu!

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Mochilada da Carol B. – Bali (III)

30/05/2009 · Deixe um comentário

Nusa DuaOnde ficar em Bali: A escolha de qual parte de Bali se hospedar é difícil… Não encontrei uma opção perfeita!

- Kuta: Ficar em Kuta é como ficar em qualquer praia popular. Tem transito, a praia é ruim e a balada também não é lá essas coisas. No entanto, é aqui que ficam algumas das opções mais baratas de hospedagem e, inevitavelmente, a maior concentração de gente jovem.

- Semyniak: Um pouco mais cara que Kuta, mas com melhores hotéis, restaurantes e baladas. As ultimas, diferente de Kuta, bombam apenas no final de semana. A desvantagem é a praia, que é a continuação da praia de Kuta e também não é lá essas coisas. Mas se você gosta de agito e não se incomoda de pegar o carro e enfrentar as motocas balinesas para mudar de praia, acho que aqui é a melhor opção. Para os corredores (e eu me incluo total nessa categoria…) a praia é ótima para correr (assim como Kuta) mas acorde cedo! No final da tarde, o futebol dos meninos balineses atrapalha um pouco a corrida!

- Nusa Dua: Viagem e família ou lua de mel, fique aqui, onde estão localizados todos os resorts bacanas. Outra vantagem é que Nusa Dua fica na península de Bukit, no sul da ilha e perto de praias legais. Ponto negativo: Não tem agito e você vai se sentir como em qualquer praia bonita do mundo, sem muito contato com a cultura local. A praia é bonita, embora existam algumas muito melhores em Bali, na minha opinião.
 
sunset @ uluwatu- Praias de surf: ficar entre Ulu Watu, Padang Padang, Impossibles, Binin: o visual é incrivel, as praias são demais. Se você é surfista, nem pense em outra opção. Caso contrario, esteja preparado para praias incríveis, com hotéis e restaurantes mais simples, sem o luxo de Semyniak ou Nusa Dua. Entre essas, concordo com a Adriana Setti: Nusa Dua e Ulu Watu são incríveis, embora a segunda não seja muito confortável para a turma da canga.
 
Turismo:
 
Trekking nos vulcões: Tem algumas opções. Eu fiz a do Gunung Batur… são duas horas para chegar ao topo. Você não precisa ser muito atleta, mas como a subida é relativamente íngreme, é melhor ter um pouco de preparo físico. Eu amei, achei lindo! Valeu a pena sair do hotel as duas da manha para chegar na trilha as quatro e ao topo as 6 e ver o por do sol. Para os mais aventureiros e preparados, a trilha de 3 dias para subir o vulcão de Lombok (a ilha ao lado de Bali) é indicada. Eu não fiz, mas ouvi apenas elogios!
Visita a Ubud: É a cidade com o artesanato local… ou seja… tudo aquilo que você paga uma fortuna em São Paulo porque “é de Bali” aqui é vendido numa feira por poucos dólares. O inconveniente é que você tem que pechinchar muito! Você consegue pagar cerca de 30% do preço inicial. A ida de Kuta a Ubud é meio chatinha. Na volta nos perdemos muito (acabou a bateria do GPS… ai, ai…) e demoramos quase 3 horas para chegar ao hotel… meio chato, mas toda viagem tem perrengues né?!

 
fuel upRestaurantes/Baladas
 
Gostei bastante dos restaurantes de Semyniak, sendo que o bar/lounge/restaurante Ku de Ta é o mais legal, na minha opinião. A comida japonesa é uma delicia, os drinks ótimos, tudo funciona! Fica cheio perto do por do sol, principalmente aos finais de semana. Não chegue muito tarde porque ele estará mais vazio!
Fui na praia de Jimbaram comer peixe fresco e sinceramente não gostei muito. A comida é boa…mas o lugar é muito turístico, a praia meio suja…não é muito agradável. E você sai “defumada” por causa das 200 grelhas assando peixe, lagosta, lula, camarão…
Kuta: Não encontrei nenhuma preciosidade. O mais popular entre os mochileiros é o Tree House, em Poppies Láne. O atum grelhada é uma surpresa muito agradável. Alem dele, o pub inglês Alleycats é ótimo para os meninos sfomeados (os sanduíches são enormes) e a bebida muito barata (e com uma qualidade aceitável). Ele é bem recomendado
no trip advisor também!
Baladas: Não espere mega produções. Em Kuta, todas as baladas estão na Jalán Legian e, sinceramente, eu achei tudo beem cafona. Mas sou obrigada a admitir que eu sou beeem fresca (hééée). O que eu mais gostei foi um bar que tem uma banda de rock, chama Espresso Bar, fica do lado direito da rua. O lugar é despretensioso e reúne uma galera
mais velha e sem paciência para ouvir o ultimo hit da Rihanna ou da Britney Spears, como eu! Em Semyniak, a 500 metros do Ku de Ta, fica a Living Room, mais parecida com as baladas de São Paulo, esse lugar pode ser uma boa opção. No entanto, a freqüência não é muito estável… fomos umas 4 vezes, dois dias bons, dois ruins. Tem ainda a
double six, na Jalán Double Six, que é a maior balada daqui. Não chegue antes das duas porque vai estar vazio! E vá de taxi, se possível, o transito para parar o carro pode ser muito chato!

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Mochilando pela Asia, por Carol B. – BALI (II)

23/05/2009 · Deixe um comentário

carol em BaliA nossa mochileira favorita segue em Bali (tá bom aí, né Carol…) e mandou notícias depois de alguns dias… Detalhe na foto, a Carol com a camiseta branca que eu dei de birthday pra ela… o presente foi útil!!!

Bali
 
Transito: Andar por Bali deve ser a pior parte da cidade. Não me pergunte o porquê de existiram guardas de trânsito… ninguém respeita as leis, estaciona-se em qualquer lugar, anda-se na contra mão…. tem de tudo! Os balineses usam muito as motos, e não é raro você ver crianças de 10 anos dirigindo-as na cidade, levando os irmãos mais novos a tiracolo. O pior é que não tem muito como fugir dessa guerra!
As praias são longe do centro e mesmo que você resolva ficar em Nusa Dua, onde a praia é bonita e estão localizados os resorts bacanas, você vai precisar de carro para conhecer outras praias, ou ir a algum restaurante. Pense em ficar sem carro em Bali como ir para Floripa sem carro… é meio chato!

 
Nusa DuaO aluguel de carro é ridiculamente barato. Temos um jipe Suzuki (na verdade um buggy com capota!) alugado a R$9/dia com seguro (digamos que o contrato tem um estilo “la garantia soy yo”… mas enfim… faz parte da cultura local)! Mas dirigi-lo é uma das piores tarefas do dia, o transito é um caos, os mapas são horríveis… e olha que eu adoro dirigir! Se você não quiser ter esse stress, alugue um carro por motorista: é mais caro, mas acho que pode ser que compense! A gente se vira com o GPS, mas mesmo assim, passamos sufoco com as ruas que mudaram de mão, e as que simplesmente não constam no mapa! Affff

 
Mas depois desse sofrimento, quando você chega na praia, esquece o trampo que foi chegar lá e aproveita!

 
Padang PadangO “golpe do estacionamento”: Aqui também tem os famosos flanelinhas nas principais praias e cidades turísticas. Eles estão longe de ser tão assustadores quanto os paulistas, e o preço cobrado é bem barato e R$2 a R$10)… mas eu me revolto com a idéia de ser enganada… como se o pagamento fosse uma obrigação!
Então, se, por qualquer razão, você queira contornar esse problema, não vai precisar de muita habilidade…
1. pare um pouco antes do ponto de cobrança deles: Em Ulu Watu e Padang Padang, paramos a 200m da praia e não tivemos que pagar o “ingresso” cobrados dos motoristas que paravam na rua a partir dos 100m
2. Seja cara de pau. Em Ubud, o moço chegou com o ticket estacionamento (sim, flanelinha aqui tem ticket estacionamento)… falamos “no, thank you” e o cara virou as costas

3. Pergunte no hotel onde é mais fácil parar: em Balangan, perguntamos para a dona de uma pousada local onde se estacionava, e ela falou para passar a cancela do estacionamento, localizada a uns 300m da praia, e parar mais para frente. Para convencer os locais a abrir a cancela (é muita cara de pau ter cancela para um estacionamento aparentemente irregular…) falamos que íamos ao hotel perto da praia… após alguns olhares desconfiados, passamos e paramos muito mais perto da praia, e de graça.
 
Vou ficar mais uns dias aqui….depois eu mando a seção praia, balada e lugares para ficar – você pode publicar junto ou dividir em duas partes… up to you!!!

 
Bjs para você e para o Dan!! Estou com saudades do casal! Beijos Carol

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Mochilando pela Asia, por Carol B. – BALI (I)

17/05/2009 · 1 Comentário

sunset @ uluwatuMinha querida amiga Carol B. mandou as seguintes dicas de Bali:

BALI (INDONESIA)

Bali é incrível, mas é muito importante se informar antesde ir para não cair em uma roubada turística.

Como amiga de blogueira, aprendi que blog é um dos melhores jeitos de fazer pesquisas de viagem. Devo o sucesso da minha estadia em Bali aos posts super uteis da jornalista e blogueira Adriana Setti, que recentemente mochilou pela Asia e escreveu um verdadeiro manual de sobrevivencia com dicas ótimas! Imprima os seus posts antes de ir para Bali e você nem precisará comprar um guia!

carol - Gili TSeguem os links do blog ”Achados” de Adriana Setti:

5 regras de ouro para se dar bem em Bali, por Adriana Setti

Bali, o essencial: quando ir, quanto custa, visto, os melhores restaurantes, por Adriana Setti

O básico de Bali em 7 dias perfeitos, por Adriana Setti

Pousadas ridiculamente boas, bonitas e baratas em Bali

Dirigir em Bali, por Adriana Setti

O melhor de Bali: os golfinhos de Lovina, por Adriana Setti

O melhor de Bali: ode ao peixe fresco de Jimbaran, por Adriana Setti

Bali alternativa: Pemuteran e Nusa Menjangan, por Adriana Setti

As lendárias praias do sul de Bali: qual é a sua? (parte 1), por Adriana Setti

As lendárias praias do sul de Bali: qual é a sua? (parte 2), por Adriana Setti

Os macacos cleptomaníacos de Bali, por Adriana Setti

O melhor de Bali: um mito, uma lenda, um lugar chamado Ulu Watu, por Adriana Setti

Fotolog: o melhor de Bali, em imagens, por Adriana Setti

Teste: qual o melhor lugar de Bali para você?

Não morra sem mergulhar em Tulamben, Bali

Bali: a felicidade por 55 reais ao dia

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Mochilando pela Asia, por Carol B. – Tailandia

15/05/2009 · 3 Comentários

em mais uma capítulo da saga da nossa viajante – mochileira – ex banker, agora teremos uma geral sobre a Tailândia!!!

TAILANDIA:

Fiquei muito pouco tempo na Tailândia. O país merece mais…. me pareceu bonito e muito barato (quesito comida, hotel, restaurantes…), mas segue o que eu vi:

- Ko Samui: ilha na Tailândia com aeroporto e melhor caminho para chegar em Ko Pha Ngan, ilha onde mensalmente ocorre a Full Moon Party. As opiniões sobre Ko Samui são bastante controversas… me falaram tão mal que eu até achei a praia bonitinha (dá para correr!!!!!) e tem alguns condomínios de luxo interessantes. Entretanto, é fato que no centrinho da cidade a dezenas de barraquinhas bem sujas que tiram o charme do local… preço de visitar os emerging markets. Eu não saí à noite lá… parece que não é legal porque tem muito turismo sexual… não sei se é a real ou não!

carol - full moon party- Ko Pha Ngan: a 50 min de ferry de Ko Samui, a ilha possui várias praias tranqüilas com exceção de Hat Rin, a praia da festa. Sugiro pegar um ferry direto para Hat Rin, o outro pier fica do outro lado da ilha e vai demorar uns 40 min para chegar. Para quem quer baladar, tem que ficar na praia da festa: lá tem hotéis de frente para praia, nenhum é mega luxuoso e comportam tanto os viajantes “budget” quanto os intermediários. Se você se incomodar com o barulho de balada, daí é melhor ficar em outro lugar. Aqui o som rola até tarde. De dia, a praia é bem bonita e limpa….e acredite se quiser, não fica entupida de gente!

Full Moon Party: A festa é demais, recomendo! Bem astral, visual bonito… você vai encontrar vários baldes enormes (os buckets) com algum destilado com energético. Eu sempre duvido dessas bebidas de barraquinha… acho que compensa levar sua garrafa de whisky ou vodka do free shopping para ficar mais tranqüilo. Para os mais alternativos, tem milk shakes de cogumelo em bares na ponta da praia (mas eu tô fora de experimentar esses micos).

tuk tuk- Bangkok: Eu achei a cidade um caos… mas preciso admitir que fiquei lá menos de 24 horas. O que eu vi de melhor: os templos são muito bonitos, diferentes. Os melhores ficam na área de Ko Ratanakosin.
Os tuk-tuks: são aqueles mistos de moto e carro, típicos da Asia que são taxi. Vale dar uma de turista e tirar uma foto dentro (ver foto da amiga da Carol), mas atenção: apesar de tudo ser barato, é mais caro que táxi… ande só uma vez porque o brinquedinho sem ar condicionado perde a graça rápido!

O que eu não gostei: a cidade é um caos! Transito intenso e bagunçado e a cidade é feia. Para ter uma ideia, o local bacana de compras (Siam Paragon) fica embaixo do viaduto do skytrain (o metro local) e ao lado da MBK (um shopping gigante tipo standcenter!)… basicamente o equivalente do Iguatemi ficar embaixo do minhocão – eu achei horroroso. Os preços são parecidos com os de Cingapura.

Para os mochileiros, o point é a região de  Khao San. Também achei a rua zero charmosa, meio 25 de março e abarrotada de gringos. Além disso, eu estou fora de comer em barraquinhas de rua (ok, não consigo ser 100% mochileira!!). Mas as meninas comiam e não passaram mal!

Inclusive recomendam a manga com arroz (iguaria local….tem gosto para tudo!)

Acho que é só (ufa!!!)… me empolguei, vai?! A internet aqui é ridícula de barata! Depois mando de Bali!!!

 To be continued… Beijos Carol B.

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Mochilando pela Asia, por Carol B. – Cingapura

15/05/2009 · 1 Comentário

mais um capítulo da saga da nossa neo-mochileira Carol B. pela Asia… Agora ela fala sobre Cingapura

CINGAPURA:

Fiquei apenas dois dias mas acho que dá para ver tudo no máximo em 3 dias. Realmente a cidade é bonita, segura e tudo funciona…mas eu achei meio fake…tipo uma Asia soft para nos ocidentais…sabe aquela sensação de pousar em Miami? Pois é, achei que tinha chegado lá logo que desci.

O mais legal de Cingapura são as regiões de Colonial District e The Quays, ambas remanescentes da colonização inglesa. A região do Raffles Hotel - o “Copa” deles – é super agradável e o caminho de Raffles Place até o gigante complexos de shoppings subterrâneos é bonito.

A área chique de compras é na região de Orchard Road, onde ficam as grandes marcas. É uns 15% mais caro que nos Estados Unidos… eu achei completa, mas sem charme nenhum!

Tem também o complexo gigantesco de shoppings (Marina Bay, Citilink, Esplanade, etc) perto do Raffles Place. Sinceramente, não perca sua viagem…não tem nada!!!

To be continued… Carol B.

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Mochilando pela Asia, por Carol B. – o início

15/05/2009 · Deixe um comentário

Hoje inicia a coluna: Mochilando pela Ásia, por Carol B

Atendendo a pedidos…vamos lá! Adorei a sua introdução…

Bom, antes de mais nada queria fazer alguns avisos:

- Estou mochilando… portanto dicas de hotéis e restaurantes bacanas vão faltar. Talvez você deva fazer um blog pop para a minha viagem!!!!

- Apesar da minha fama de consumista (merecida) shopping também não vai ser o forte… 

- Ou seja: foco na cidade, pontos turísticos, potenciais roubadas e como chegar, ok?!

Indo para a Ásia:

- O jeito mais fácil é usar a Emirates e ir por Dubai, já que não tem vôo direto.

Eu peguei um vôo incrível, mas arriscado. Ele faz São Paulo Zurich de Swiss Air (avião velho… mas serviço razoável) e depois vai para Singapura de Singapore Airlines (um show de companhia). O vôo total dura 24 horas… mas a roubada está na conexão apertada: em Zurich tem só 1hora e 15 min de diferença entre o pouco e a decolagem… no meu caso deu certo*… mas você pode acabar passando um dia em Zurich.

* deu médio certo: minha mala ficou em Zurich e eu passei 1 dia sem mala. Mas eu sempre viajo com umas roupas na mala de mão para me prevenir…

to be continued… Carol B.

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Mochilando pela Asia, por Carol B.

14/05/2009 · 1 Comentário

carol b - full moon partyminha querida amiga Carol B se irritou com o mundo dos bancos de investimento e das jornadas de trabalho intermináveis e pediu demissão. Partiu, então, para uma mochilada pela Ásia! Portanto, teremos dicas da Tailândia e afins – direto da fonte! Começo com uma foto dela na balada Full Moon Party que rolou em Ko Pha Ngan na semana passada!!! A full moon party é uma balada que rola mensalmente nessa pequena ilha na Tailândia, sempre sob uma lua cheia maravilhosa… Nada mal começar a vida de mochileira numa boa balada!

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Viagem ao Deserto do Atacama: inesquecível

19/04/2009 · 8 Comentários

atacama2-035São Paulo, 18 de abril de 2009

Cheguei quinta, vindo de uma viagem maravilhosa ao Deserto do Atacama, no Chile.

Para contextualizar: essa viagem foi um presente meu para o meu papai querido que está completando 60 anos em breve!

Como se chega lá? A viagem é o seguinte: sair de São Paulo de Tam ou Lan Chile até Santiago e depois voar de Santiago para Calama (2 horas e meia de vôo) através da Lan Chile. Esse vôo interno é bem caro (USD 600 por pessoa – ida e volta para Santiago) – então ele tem que ser considerado nos gastos para não ter surpresa ruim depois! De Calama, se vai de carro para San Pedro de Atacama. Esse transfer Calama – San Pedro estava incluso no nosso hotel.

atacama-111Onde se hospedar? San Pedro tem um monte de hotéizinhos pequenos e albergues, mas para quem está pensando em fazer um “Atacama no capricho”, as opções de hotéis são:

- Tierra Atacama: é o hotel que eu fiquei. Amei literalmente tudo: o serviço é impecável; é “all inclusive”; a comida é ótima e não é esquema bufet (thanks god); os drinks são ótimos (e inclusos no all inclusive); os guias e as excursões são o máximo; o quarto é super de bom gosto com produtos L’Occitane, arrumação 3 x ao dia e uma vista linda da cordilheira; a piscina e a jacuzzi são ótimas; o spa é super bom… resumindo: sabia que o hotel era bom, tinham me recomendado – mas como ele é mais barato que o Explora – fiquei com medo de não ser tão bom ou sei lá… Todas as minhas expectativas foram superadas. O hotel tem 30 quartos. O que está incluso no all inclusive? 3 refeições por dia + drinks + 2 passeios de meio dia ou 1 passeio de dia inteiro cada dia

atacama-072- Explora: o hotel mais antigo de San Pedro de Atacama; existe há 10 anos. Sei que o Explora é o ícone desse tipo de viagem de aventura de luxo e por isso quis ir lá para conhecer. Bom, a minha impressão não foi das melhores: entramos no hotel e demos de cara com os cavalos que são usados em alguns passeios e o cheiro estava de morrer e do outro lado vimos a garagem das vans do hotel… até pensamos que estávamos na entrada errada, mas não estávamos! A área social do hotel é em formato de um barco/navio – é legal, mas achei tudo muito grande… o Explora tem quase 60 quartos (o dobro do nosso – achei meio galera demais)… mas o que eu não gostei foram os quartos. Eles têm janelas pequenas, não têm vista para a cordilheira e ficam perto demais dos tais cavalos e das vans… Como me disse o Raul Frare do blog ”Pra lá de Bagdad” - o Explora acaba parecendo um cruzeiro!

p1000860- Awasi: o hotel mais “private” de todos – tem 8 quartos e todos os passeios, transfer, etc são privativos, ou seja, não são feitos em grupo. Os quartos são lindos – numa linha “rústico – chique”. É mais caro – mas parece ser uma boa pedida também! Ouvi falar super bem desse hotel.

Quando ir? O clima do Atacama varia em temperatura ao longo do ano, mas não chove nunca. E a high season é entre janeiro e março e junho e agosto (época de férias). Sinceramente, é super frio lá… fui agora em abril e me surpreendi como é frio. Ir em julho/agosto deve ser frio demais, a ponto de dar uma atrapalhada.

Quantos dias ficar em San Pedro? Entre 4 e 5 noites está ótimo para dar tempo de fazer os principais passeios.

p1000811Passeios: Os passeios que são unanimidade nas recomendações (inclusive na minha) são:

1. Salar de Tara: é um passeio que eu não fiz porque não deu tempo, mas todos os guias (todos mesmo) falaram que é o passeio mais bonito de todos. Já tenho motivo para voltar!

2. Quebrada de Guatin: é uma caminhada de 2 horas numa região cheia de cactus gigantes e que há um rio – é lindo! Foi o programa que eu mais curti!

3. Geisers del Tatio: ver os geisers e as “fumarolas” no nascer do dia – demais! Faz MUITO frio de verdade – levar luva, gorro, casaco de ski, malha de lã para por em baixo do casaco. Frio tipo – 5ºC…

atacama-0834. Valle de la Luna: o programa mais básico de todos – a paisagem é super árida e bonita. Normalmente é o primeiro passeio de todos, para entrar no clima!

5. Lagoas altiplanicas: paisagem maravilhosa com direito a almoço nota 10 preparado lá pela turma do hotel.

6.   Star tours (para observar as estrelas com um astrônomo francês chamado Alain – não é feito pelo hotel. Ver o site www.spaceobs.com: fizemos o passeio e é super interessante de fato. O chato é que os grupos são grandes, então é um pouco desorganizado. Mas ver a lua, saturno e as estrelas é realmente impressionante e total fora da rotina. Sugestão: organiza para ir num dia que tu tenhas feito só um passeio com o hotel e tenta pegar o segundo grupo (21:30) para ir depois do jantar, assim se rolar qualquer atraso – tu não estás exausto e faminto (como nós estávamos)

 

atacama2-0637.   Escalada ao vulcão Toco: não fui – mas para quem tem tempo, deve ser uma experiência bem desafiadora!

Restaurantes em San Pedro de Atacama: os lugares lá são super simples e ficam todos na rua principal (Caracoles). Fomos no Café Adobe – foi a recomendação unânime e curtimos. Nos deram a dica tmb do Blaco e do La Estaka. Mas a comida do hotel era tão boa que batia uma preguiça de caminhar 25 minutos até os restaurantes.

Dicas úteis: Levar roupa tanto para frio (muito frio) como para calor; levar biquini e tal porque sempre dá tempo de pegar uma piscininha entre um passeio e outro; levar RINOSORO para “umidificar” o nariz – é impressionante como o clima é seco; levar lip balm porque os lábios ficam super secos; eu fiz as caminhadas e passeios de tênis de corrida mesmo – não levei nenhuma bota mais especial – mas se tu tiveres, vale a pena levar – se não tiver, não precisa comprar. Levar óculos escuros, protetor, boné… o sol é bem forte! levar o Ipod porque tem passeios que são longe – e tu ficas um bom tempinho na van, então ter um sonzinho é sempre bom!

 

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RG Vogue – Diário de Viagem: Istambul

04/02/2009 · Deixe um comentário

Specially for Julia W.

Istambul by Adriana Boulos

A viagem de Adriana Boulos durou apenas uma semana, mas Istambul vai ser, por bom tempo, o assunto preferido. Diretora de estilo da tecelagem La Estampa, Dri resolveu unir o útil ao agradável, e embarcou numa viagem rumo ao Oriente: enquanto fazia uma pesquisa de mercado sobre novas estampas, cores e tecidos, ela aproveitou para desfrutar a beleza da capital turca: “Um passeio imperdível é o Grande Bazar, chamado Kapalicarsi – que significa mercado coberto em turco. Fiquei impressionada com a explosão de cultura, cor e beleza do local. Os produtos ainda são vendidos como há cem anos atrás.” , encanta-se Adriana. Não é para menos, afinal, dentro do Grande Bazar é possível se perder com as mais de 5.000 lojas, mesquitas, saunas turcas, restaurantes, lanchonetes e cafés. Vale lembrar que na cultura turca não se compra nada sem negociação, portanto, a dica da nossa viajante é barganhar muito, já que o primeiro preço nunca será o último. A dica gastronômica é o bar/restaurante chamado Reina. O lugar oferece uma vista maravilhosa para o Estreito de Bósforo – Istambul tem uma localização geográfica super favorável: de um lado, fica a Europa, do outro, a Ásia, por isso a cidade é quase como se fosse um encontro entre o Oriente e o Ocidente. A combinação cultural não podia ser outra: um caleidoscópio de estilos. Ou seja, ótimo destino para quem busca inspiração e tendências. À noite, o Reina é decorado por lounges, que depois viram uma pista de dança que funciona até altas horas. Interessou? Entre no site e programe a próxima viagem. Mais: quem estiver interessado em adquirir relíquias do local, não pode deixar de ir até Cukurcuma – se diz, Tchucurdjuma, leciona Adriana – nesse bairro existem lojinhas mais independentes, assim como brechós e antiquários. Cada ruazinha que desce tem um restaurante com terraço, super simpático para almoçar no final do dia.

Em tempo: apesar de ser clichê, um passeio que deve constar no roteiro de qualquer turista que visite Istambul pela primeira vez, é uma ida à famosa Mesquita Azul: a cúpula principal tem 23,5m de diâmetro e 43m de altura, suportada por cinco colunas principais. São mais de 260 janelas na construção. Todo mundo tem que visitar a mesquita pelo menos uma vez na vida.

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Dicas da Austrália!

30/01/2009 · Deixe um comentário

Mais uma dica que eu peguei no Glamurama

 

O estilista e colunista de moda do “Sydney Morning Herald”, Fernando Frisoni, que mora em Sidney há 9 anos, conta aqui, que a longa viagem ao território australiano vale e muito a pena.

 

Fefe dá dicas de ilhas, cidades e praias paradisíacas que com certeza entram para os muitos lugares na Austrália que não podem deixar de conhecer algum dia, confira:

De praias, em Sidney tem a Bondi Beach, a mais badalada da cidade. A dica é tomar um drink no North Bondi Italian um dos melhores e mais movimentados restaurantes de Sidney. “É como um Spot para os paulistas”, conta Fefe. “É gostoso no almoço e no jantar.” E uma pedida mais fina é o Bondi Icebergs é o melhor e ainda por cima chiquérrimo!
 
A praia dos modernettes é a Whale Beach, um espetáculo! A Tamarama Beach é muito linda e vale a pena passar o dia inteiro nas duas até o anoitecer.
 
Uma sugestão para se hospedar é o Park Hyatt, de localização ótima. Fica na parte antiga de Sidney: the rocks, ou como dizem por lá, na “old”, que é a parte mais turística da cidade também. “O hotel é incrível, o concierge é divino, mas os restaurantes “in the rocks” são caros e nem tão gostosos. É legal se hospedar “in the rocks”, mas comer e se divertir em outra área.”

Para as comprinhas a boutique Parlour X é incrível, “lá dá para achar várias marcas, é como uma NK Store do Brasil, designers chiques. E tem uma superestilista de Sydney, a Kirriy Johnston. Ela é fina e super do hi-society… Dita von Teese loves it!”
 
Se tiver alguns dias livres, vale muito a pena conhecer Byron Bay, uma cidade que fica em New South Wales. É um lugar para ninguém botar defeito, e segundo Fefe “é a Bahia do Brasil. Tudo ao estilo hippie-chic, um ponto incrível”. Fica a 90km da Goldcoast e 2h30 de Brisbane, ao norte de Sidney.
 
E outra pedida é a ilha Lord Howe Island. Uma parada obrigatória. É a ilha mais chique da Austrália, fica a duas horas de Sydney, um luxo!”

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Dicas de viagem: Goa, na India

13/12/2008 · Deixe um comentário

Dando uma navegada pelo canal check-in do Glamurama hoje, descobri algumas dicas novas de viagem…

Check-in descobriu as melhores dicas para quem tem curiosidade de conhecer Goa, na Índia. A artista plástica Ana Helena Alves, que tem um pé no território indiano e outro no Brasil, é habituè de Goa, e vai contar os melhores programas para quem procura passar alguns, ou muitos dias em clima zen, sem dispensar um agito.

 Confira o que fazer nas três praias mais agitadas de Goa – Anjuna, Chapora e Arambol:

Anjuna é a praia da balada: durante o dia tem o free market, das nove da manha até o pôr do sol. Detalhe: é considerado o maior free market da Ásia, tem de tudo e é superorganizado, dividido por setores – o lado europeu (coisas mais populares tipo roupas, cartucheiras, alargadores, tatuadores…) e o asiático (trabalhos de tye-dye, infinitas roupas, patchwork de espelhos, tapeçaria, e até a parte de alimentação e especiarias).

Onde se hospedar: o hotel que Nani sempre fica chama Laguna Anjuna. “São oito chalés, cada um decorado de uma maneira, é de superbom gosto é a melhor piscina de Anjuna. Mesmo quem não está hospedado pode passar o dia na piscina e almoçar por lá. Os quartos são enormes, arejados e private, um ótimo programinha durante o dia também”.

Café da manha: Germani Bakery, um lugar todo aberto e no meio de um jardim –  falam que é um easter breakfast, tem beagel, waffle, e não pode deixar de comer a coalhada com granola.

Na hora do break, o restaurante Curlies é o ponto de encontro de quem sabe se virar por Goa. É uma ótima pedida durante o dia – é um tiringuito, como eles dizem por lá – um bar badalado, que fica no final da praia do lado esquerdo. Não pode deixar de pedir o Banana Lasse, que é uma coalhada típica indiana batida com banana.

Para jantar: o melhor restaurante é o Sublime. O mais chique da cidade, tem um jardim gostoso e é o único restaurante na India que a cozinha é aberta. Até vinho servem lá.

Chapora ou Vagator é a praia chamada pelos estrangeiros de Espaguete Beach, porque todos os barzinhos da praia são de donos itailanos.

 Durante o dia Ana Helena recomenda se jogar no Shark Fish e pedir o carro chefe que é o prato de camarão no espeto com legumes. Ficar por lá o dia inteiro e assistir o por do sol no Nine Bar que é um lugar tipo o Café del Mar de Ibiza. Fica no Morro em cima da falésia.

Comprinhas: Do lado do Nine Bar tem um centrinho que é ótimo para passear e fazer compras, só tem mercadorias típicas da Índia.

Para jantar o restaurante Fusion é otimo, fica ao lado de uma loja de jóias, de móveis e enfeites de casa. É o lugar mais chique da cidade.

A vida noturna de Chapora é o maximo, é uma rua só, cheia de barzinhos. Só trance e um som lounge. Não pode deixar de pedir a cerveja que chama King Fisher, que é a melhor da Índia.

A praia Arambol é a mais tranqüila e a mais autêntica: um clima hippie anos 60. Quem quer fugir da balada e ficar no sossego de um paraíso, vá para lá. Tem o melhor centro de yoga de Goa.

A praia é famosa por causa da falésia, e no final dessa falésia tem um rio onde todo mundo vai para passar lama branca porque, segundo a lenda, traz boas energias. Então vale a pena conferir, não?

Uma coisa interessante é a famosa árvore Bunnie Tree, que tem uma raiz gigante, onde há quinze anos uma comunidade hippie morou dentro, durante oito anos. Para chegar lá, precisa passar pelo tal do rio da lama branca. Super vale a caminhada! Por ali, tem sempre um sado – uma pessoa que anda de laranja que usa dreads e toca flauta ou citara.

As praias são uma bem pertinho da outra e fica difícil de escolher onde ir em cada dia! Mas opção é o que não falta!

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RG Vogue – Diário de Viagem: Tokio

04/12/2008 · Deixe um comentário

Thiago Rocha Pitta em Tóquio

Depois de uma temporada intensa de trabalho em Tóquio, o artista plástico Thiago Rocha Pitta está de volta, nos braços de sua terra natal… o profícuo período japonês rendeu inspiração e reflexão para novas empreitadas, como a exposição “Calmaria”, em cartaz na galeria Millan, em São Paulo.
 
RG pediu ao mineiro que fizesse um Top 10 de sua estada nipônica – lista quente, sob o olhar de um bon vivant dos mais estetas:
 
Melhor balada

Womb em Shibuya.
Clube listado entre os 10 melhores do mundo, fica em Shibuya Hills.

Melhor sushi

Qualquer um no Tsukiji, o mercado de peixe.

Melhor bar

Carrots, também em Shibuya Hills.

Templo mais bonito

Meiji Shrine
Templo erguido em homenagem ao imperador Meiji, no Yoyogi Park.

Jardim mais bonito

Kyosumi Garden. Tem mais de um século.

Melhor galeria de arte

Taka Ishii
Lá você encontra boa arte contemporânea japonesa.

Melhor museu

Hara Museum
Pequeno museu que abriga a coleção Hara, um dos pioneiros em colecionar boa arte contemporânea japonesa e internacional (inclusive brasileira).

Dica de passeio

Acorde bem cedo (você não vai precisar de fazer nenhum esforço por conta do jet leg), pegue a linha roxa do metrô, Hanzomo Line, desça na estação Tsukiji, vá ao mercado e se divirta num labirinto de peixes, frutos e outras coisas estranhas do mar… encha a cara de sushi, volte pro metrô, desça na estação Kyosumi Shirakawa… Kyosumi é o bairro que morei, não é muito conhecido mas é muito especial, por ser super tradicional e tranquilo. Lá você pode visitar o Edo Fukagawa Museum, um museu pequeno que tem uma réplica incrível, em tamanho natural, de um pedaço de Tóquio durante o periodo Edo.

Em frente à estação, está o Kiyosumi Garden, que é um jardim de mais de um século, é sublime. Um pouco depois (e depois de tanta coisa antiga) tem um prédio onde se encontra a maioria das galerias de arte contemporâneas de Tóquio, incluindo a Taka Ishi. Mais em frente, no Kiba Park, fica o MOT, Museu de Arte Comtemporânea de Tóquio. De arquitetura interessante, o museu abriga exposições temporárias, além de um belo acervo.

Dica do fim, pra começar
 
Tóquio é uma cidade incrível, de infinitas atrações. A dica é se perder (mas sem esquecer o mapa do metrô…). É a melhor maneira de se achar.”

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RG Vogue – Diário de Viagem: Deserto do Atacama, Chile

04/08/2008 · Deixe um comentário

Felippe Segall é quem conta: “O bacana do Atacama é entrar em sintonia com o “tempo” do deserto. Acordar cedo, fazer os passeios ou “exploraciones”, comer bem, relaxar na piscina, se preparar para mais um passeio, voltar, tomar um drink, um bom banho, jantar deliciosamente e ‘capotar’”.

O casal se hospedou no hotel Explora, um dos hypes chilenos. Oferece inúmeros passeios e trekkings sem sacrificar o conforto e sofisticação que geralmente não figuram neste contexto. As dicas de Felippe e Joanna Fleury, anote aí:

- Cactus: passeio de meio dia onde se caminha em meio a cactus milenares, que enchem os olhos.

- Guatim-Puritama: passeio de meio dia que leva a termas mornas, límpidas e transparentes; vários aperitivos deliciosos te esperam ao final

- Copa Coya: passeio de um dia inteiro, a 4300m. Paisagem incrível e inusitada. Ideal para quem está em boa forma; a caminhada tem trechos exigentes

- Cerro Toco: é emocinante chegar ao cume de um vulcão a 5600 m de altitude. É preciso estar bem aclimatado, é mais alto que o acampamento base do Everest

- As “exploraciones” a cavalo são imperdíveis. Recomendamos a cavalgada pelo Vale da Morte, com direito a galopadas nas dunas

- Lagoa Cejar: passeio de meio dia de bicicleta, pedala-se 20 km para chegar a uma lagoa de sal, de cor esmeralda, que te faz boiar

- No último dia fizemos um passeio de visual impressionante: de um “pueblecito” chamado Machuca até Rio Grande. O almoço é no meio do trajeto, numa casa abandonada

- San Pedro do Atacama é uma cidadezinha muito charmosa, com artesanato e vários barzinhos. Tem agito, mas às 0h tudo termina, o que no fundo é bom para que se tenha uma boa noite de sono para aproveitar o dia seguinte

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